Tecnologia

Como burlar o bloqueio de 48h do Whatsapp

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Uma decisão judicial vai fazer com que o Whatsapp seja bloqueado durante 48h no Brasil. O motivo é sigiloso. O fato é que isso vai afetar várias pessoas de muitas maneiras possíveis, portanto, vamos ensinar aqui como burlar esse bloqueio (não é 100% garantido, mas deve funcionar normalmente para qualquer pessoa).

Primeiro passo: acesse o site http://unblock-us.com e crie uma conta gratuita, que irá funcionar por 7 dias (você não precisa pagar nada nem assinar o plano depois se não quiser);

Após isso, você precisará configurar seus equipamentos para usar o DNS deles. O DNS é um servidor que converte os endereços dos sites em endereços IP. Usando uma VPN como o unblock-us, você irá “enganar” o sistema, fazendo com que ele pense que você está em outra área geográfica. Muita gente faz isso para poder assistir o catálogo do NetFlix de outros países.

Para configurar o DNS, você terá que seguir passos diferentes em cada dispositivo.

unblock

ATENÇÃO: FAÇA POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO! Não nos responsabilizamos pelos resultados.

Usando apps

Baixe o BetterNet, instale o profile, autorize e pronto.

Betternet para IOS: aqui

BetterNet para Android: aqui

TunnelBear para iOS: aqui

TunnelBear para Android: aqui

PC

  • Abra o Painel de Controle
  • Clique no ícone Central de Rede e Compartilhamento
  • Em seguida, clique no link “Alterar as configurações do Adaptador” no menu esquerdo
  • Procure pelo ícone “Conexão Local” ou “Wi-Fi” (caso esteja usando rede sem fio) e clique com o botão direito do mouse sobre o ícone
  • Clique em propriedades.
  • Procure o item Protocolo IP versão 4 (TCPIP/IPv4) e dê um duplo clique para abrir
  • Em DNS, coloque os endereços do unblock-us em primário e secundário, conforme mostra a figura.
  • Clique em OK em todas as telas e reinicie o seu computado
  • Repita o processo caso dê errado e repita todos os passos

win102

iPhone

  • Toque em Ajustes
  • Toque em Wi-Fi
  • Toque no ícone (I) ao lado da conexão que você estiver usando.
  • Em DNS, apague o que estiver escrito e coloque os endereços do unblock-us, separados por vírgulas. Não esqueça dos pontos entre um número e outro.
  • Desligue a Wi-Fi e ligue novamente.
  • Repita o processo caso dê errado e confira todos os passos

ios

Android

  • Toque em Configurar
  • Toque em Wi-Fi
  • Toque na rede que você deseja modificar
  • Clique em modificar rede
  • Toque para exibir opções avançadas
  • Clique em DHCP
  • Clique em Estático
  • Prencha DNS1 e DNS2 com os endereços do unblock-us
  • Repita o processo caso dê errado e repita todos os passos

android

Windows Phone

Não há um meio simples ou oficial para isso dentro do sistema.

Caso tenha dificuldades, deixe um comentário que tentarei ajudar. Se esse post lhe ajudou, compartilhe com seus amigos!

FAQ

1) É vírus? R.: Não. Somos um site sério.

2) Esse Unblock-Us é seguro? R.: Sim. Utilizo há muito tempo e nunca tive problemas. Além disso, é recomendado pelos maiores sites de tecnologia do mundo.

3) Pago alguma coisa? R.: Não. Se depois de uma semana você não quiser mais usar, a conta será desativada

4) Quanto você está ganhando com isso? R.: Nada. Só o prazer de ajudar e brigar pelo direito do cidadão de usar tecnologia sem restrições.

Os piores designs da Apple em 2015

O pessoal do TLD fez um vídeo mostrando os piores designs da Apple em 2015. Tem muita coisa escrota, como o case / mophie que já falei mal aqui, mas no vídeo há outras decisões bem questionáveis como você vai ver a seguir.

Você concorda? Acha que a Apple foi preguiçosa no design dessas coisas? Eu achei tudo bastante cagado. Comente aí.

Apple conseguiu: criou algo mais feio que bater na própria mãe

A Apple é considerada por muitos a meca do design. Seus produtos são minuciosamente desenhados para atrair o desejo dos usuários e tornar sua utilização a mais agradável possível.

Mas nem os bilhões investidos impedem a empresa de cometer alguns vacilos. Um que repercutiu muito esse ano foi o do novo magic mouse (que eu carinhosamente chamo de tragic mouse), com seu conector pra recarregar embaixo, impedindo de ser usado enquanto carrega (isso é um problema menor, considerando que ele pega 8h de carga em 2 minutos).

A nova foi o lançamento de sua capa carregadora, aos moldes da famosa Mophie. Agora a Apple tem um produto próprio para quem quiser transformar seu iPhone num tijolo ou numa arma branca. Por 99 dólares, você pode facilmente arruinar o design do seu smartphone:

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Não sei quem aprovou isso, mas está de parabéns. Só que não. O iPhone ficou parecendo uma beluga. Compre um dos produtos mais horrendos da história da Apple clicando aqui.

Review: iPhone 6S

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Seguindo sua tradição de sempre lançar um “meio upgrade” antes de um modelo novo propriamente dito, a Apple nos mostrou em setembro de 2015 o iPhone 6S. A cada dois anos a empresa foca mais em fazer melhorias no modelo anterior do que lançar um novo aparelho propriamente dito. Foi assim com o 3G/3GS, 4/4S, 5/5S e agora com o 6/6S. Se a grande mudança ano passado foi o aumento do tamanho da tela e a chegada do 6+, esse ano, externamente quase não dá pra diferenciar o 6 do 6S. As grandes mudanças mesmo são internas. Mas vale a pena migrar para o 6S? Vamos descobrir.

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Nota final: 9,2

Prós

– Design
– Resistência a água
– Câmeras
– Desempenho
– 3D Touch

Contras

– Preço
– Bateria

Notas individuais

Design 10,0
Tela 9,0
Câmera 9,0
Desempenho 10,0
Bateria 7,5
Conectividade 10,0

Review: o novíssimo MacBook 12″

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Quando chegou a hora de escolher um MacBook novo, não pude deixar de me interessar pelo novíssimo “MacBook”, lançado recentemente pela Apple. Ele é chamado assim mesmo, apenas de MacBook, integrando a família que agora tem ele, o MacBook Air e o MacBook Pro. No ato do seu lançamento, um misto de surpresa e desconfiança tomou conta dos entusiastas. De um lado, o design sensacional. Fino, leve, quase uma folha de papel. Uma evolução surpreendente do que foi o MacBook Air. Por outro, apenas uma porta USB-C, tecnologia ainda não espalhada no mercado, baixo desempenho para tarefas mais pesadas e um preço elevado para o que muitos chamaram de “NetBook overpriced”. Como já tive tanto o Air quanto o Pro, resolvi arriscar e neste review vou dizer o que achei do MacBook até o momento.

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Nota final: 8,7

Prós

– Peso
– Bateria
– Design
– Tela

Contras

– Preço
– Desempenho modesto
– Apenas uma porta USB-C

Notas individuais

Design 9,0
Tela 10,0
Câmera 10,0
Desempenho 6,5
Bateria 9,0
Conectividade 8,0

Netflix tem que pagar imposto, sim.

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Uma enorme discussão está sendo gerada entre políticos e usuários sobre a tributação de serviços de Streaming, como o Netflix ou o Spotify. Atualmente, as empresas operam normalmente sem o recolhimento de imposto pelo serviço prestado. De antemão já peço desculpas caso eu fale alguma bobagem sobre a cobrança dos impostos, pois não sou especialista na área. Só quero demonstrar o meu ponto de vista sobre achar correta a cobrança dos impostos para o Netflix e qualquer outro serviço similar.

1) Em primeiro lugar, a Netflix não é sua amiga. Nem ela nem nenhuma outra empresa. Por mais bacana que eles sejam na Internet ou por melhor que seja o serviço, eles continuam sendo uma empresa que deve recolher os impostos normalmente. Hoje, com as redes sociais, as empresas buscam uma “relação mais próxima e humana” com os clientes. Acho válido, mas no fim eles só querem o seu dinheiro. O que é justo, é uma relação honesta. Ainda mais quando o serviço é bom e bem prestado como é o caso do Netflix. Mas não defenda a empresa por pura paixão. Os memes e emojis não pagam a fatura.

2) O valor pago pelo Netflix é baixo e acessível. O imposto que se estuda não será absurdo e o valor refletido no final será pequeno. Falam algo entre 0,60 centavos a 1,50 reais. Certamente o Netflix vai repassar o imposto no valor final da fatura, mas o serviço continuará sendo acessível mesmo com a cobrança do imposto.

3) “Estou farto de pagar impostos”. Eu também estou. Mas estou mais farto ainda de ter esses impostos sendo mal utilizados. A questão não é o quanto se cobra de imposto, apenas, é como esse imposto é aplicado. Ao invés de questionar o motivo do Netflix pagar o imposto, deve-se questionar COMO e ONDE esses impostos serão cobrados e mais importante, como serão aplicados.

4) Não faz sentido empresas de fora do país operarem aqui normalmente sem recolhimento de impostos. A analogia que eu faço pode parecer exagerada, mas é como uma espécie de colonização digital. Elas faturam aqui dentro e não há impostos revertidos para a população. Não vejo muita diferença entre levar nosso ouro ou nosso dinheiro.

5) Os impostos são importantes. São eles que poderão financiar educação, moradia, saúde, tudo o que o cidadão precisa para uma vida digna. A questão aí é a forma como esses impostos são aplicados e cobrados hoje em dia. Há setor que não paga nada, há setor que paga imposto demais. Uma reforma tributária é extremamente importante para equilibrar essa conta. Por exemplo: o governo aumentou a isenção tributária para Igrejas, que arrecadam em um ano, MAIS DE 20 BILHÕES DE REAIS. O problema não é só o imposto do Netflix, o buraco é muito mais embaixo mas parece que a gente só consegue enxergar a pontinha do Iceberg.

Comentários abertos a discussão.

Manifesto por smartphones com telas menores

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Eu sou um cara alto para os padrões brasileiros, com 1,86m. E pelo DNA do meu avô, fui presenteado com uma mão enorme. Mas, apesar disso, nado contra a corrente quando falamos de telas em smartphones.

O aumento das telas foi um caminho natural, introduzido inicialmente pela Samsung, e copiado por todas as outras marcas. O paradigma de Steve Jobs foi deixado de lado até mesmo pela Apple. Ele dizia que o smartphone deveria ter um tamanho que permitisse a pessoa manuseá-lo com apenas uma das mãos. E realmente isso é bastante confortável, mas a mudança na forma como os conteúdos são exibidos e produzidos provocou um crescimento de quase 100% no tamanho das telas, desde que o primeiro iPhone foi lançado.

A questão é que os fabricantes produzem os aparelhos, mas parecem pensar que todos os usuários são iguais. Em termos de software, isso é menos complicado, é muito mais fácil fazer qualquer adaptação modificando o código. Já o hardware envolve toda a engenharia e construção do aparelho, de maneira que modificações exigem tempo de pesquisa, desenvolvimento e produção.

O problema é que as pessoas são diferentes. Existem pessoas altas e baixas, de mãos grandes e mãos pequenas. Existem pessoas que não tem as duas mãos. Existem crianças, existem mulheres, que tem as mãos menores. E smartphones gigantes não são confortáveis para todos eles. Então, o que eu gostaria de pedir é que as empresas olhem pra esse público com mais carinho, também. Não é pra parar de fabricar smarts com essas telas maravilhosas QuadHD ou até mesmo 4K, com 5,5″ ou até 6″. Mas uma telinha de 4,5″ FullHD também não seria nada mal.

Parece um contrassenso escrever isso, mas eu, mesmo com mãos enormes, não me sinto confortável com smartphones grandes demais. Recentemente desisti de um modelo top de linha por ser extremamente pesado e grande. Causou dores na minha mão. Talvez eu seja vítima do paradigma de Jobs.

Portanto, em prol daqueles que possuem mãos pequenas, ou simplesmente não gostam de telas muito grandes, pedimos: empresas, pensem nisso.

Review: Moto X Play

A Motorola recentemente renovou sua linha de smartphones, com os novos modelos de Moto G e Moto X. Dois novos aparelhos surgiram, para públicos distintos. O Moto X Play, objeto desse review, e o Moto X Style. O Moto X Play, no papel, possui um conjunto que tem tudo pra agradar os consumidores. Câmera de 21MP, bateria enorme e tela FullHD. Mas e na prática, isso se concretiza? Vamos descobrir.

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Nota final: 8,2

Prós

– Design elegante
– Bateria absurdamente boa
– Câmera
– Preço

Contras

– Desempenho fraco
– Peso e largura

Notas individuais

Design 8,0
Tela 8,0
Câmera 8,5
Desempenho 7,0
Bateria 10,0
Conectividade 8,0

Como economizar muita bateria no seu Android

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O mal do século é a bateria que dura pouco. Por mais que smartphones tenham evoluído em todos os aspectos, a bateria ainda é o ponto que precisa ser melhorado com maior urgência e em maior escala. Os processadores ficam mais rápidos, as telas mais eficientes e com alta definição, as câmeras cada vez melhores mas parece que a única saída dos fabricantes pra melhorar a eficiência energética de seus aparelhos é colocar uma bateria maior.

Não há problema em adicionar uma bateria maior, mas normalmente isso significa smartphones maiores e mais pesados, ou pelo menos mais largos. E isso afeta a usabilidade. Há também outras combinações que prometem melhorar o consumo de bateria, mas em geral envolvem reduzir recursos.

Enquanto o tão sonhado salto evolutivo não chega, algumas dicas e truques ajudam a amenizar o consumo de bateria no seu smartphone Android. Em geral as dicas funcionam para qualquer smartphone, com qualquer SO, mas aqui vamos focar no Android pois ele domina o mercado.

1) Desative o brilho automático. Na grande maioria dos casos, o brilho gerenciado de forma automática pelo Android acaba consumindo mais energia que o necessário pois o brilho sempre fica acima do necessário no momento. Gerencie você a intensidade do brilho. Dá um pouco mais de trabalho mas você ganhará um fôlego extra na bateria.

2) Não use o app padrão de email. Pelas pesquisas que andei fazendo, pode ser bug ou pode ser um app mal programado, mas o fato é que o email padrão do Android consome MUITA bateria. Ele constantemente acende a tela do celular com notificações e drena bastante a energia com o funcionamento em background. Quando parei de usar ele, o ganho de bateria foi gritante. Prefira o gmail ou use email via web.

3) Desative o Google Now e os smartcards caso você não use. O Google Now pode ser bem bacana em alguns momentos, mas no geral só consome recursos pra quem nunca usa. Isso vale para outros recursos e apps que você não usa. Desative e desinstale tudo que não usa, como NFC, por exemplo.

4) Coloque o GPS em modo econômico. GPS também é algo que nem sempre usamos. É possível reduzir a precisão dele colocando-o em modo de economia de energia. Isso faz com que a precisão diminua mas a bateria vai sofrer bem menos.

5) Aproveite as alternativas sempre que puder. Aplicativos como Viber, WhatsApp e Skype possuem versões Web ou para desktop. Sempre que puder, utilize essas versões caso esteja usando um computador. As vezes pegamos o smartphone por puro hábito, quando podemos economizar bateria usando essas opções em outras plataformas.

6) Modere o uso. Essa dica é meio óbvia mas serve também para você melhorar um pouco seus hábitos. Evite tirar o celular do bolso a cada 2 minutos pra ver se chegou alguma notificação. Além de ser meio paranóico, queima bateria sem necessidade. Você pode até estabelecer uma meta de só checar o celular a cada meia hora, por exemplo.

E você? Que dicas pode adicionar pra economizar bateria? Comente aí e compartilhe a postagem com seus amigos.

O “PenGate” do Galaxy Note 5

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Quando o iPhone 6+ saiu, foi instaurado o “Bend Gate”. Alguns usuários reclamaram que o aparelho simplesmente entortava em determinadas condições. Muitas teorias, especialistas dizendo que era falha de projeto, etc. E aí foram pouquíssimos casos e no fim das contas, em todos os casos (ou na grande maioria) configurava apenas mau uso. O mesmo pode se dizer do que está se espalhando em relação ao Galaxy Note 5.

Veja o vídeo abaixo, onde o sujeito explica que o sensor que detecta a caneta quebra caso você insira ela na posição errada.

A alegação é que a caneta não deveria entrar na posição errada. Talvez. Mas visualmente falando, é nítida a forma como a caneta deve ser inserida no equipamento. Imagine outras situações. Um DVD ou Bluray onde você coloca o disco ao contrário. Não é o jeito certo, mas é possível fazer isso. Isso não quer dizer que você DEVE fazer isso. No caso da caneta do Note 5, a Samsung poderia ter mais cuidado e criado um mecanismo à prova de usuários. Diversos outros equipamentos tem canetas que não entram na posição errada.

Porém, chamar isso de falha gigantesca de design, considerando que o usuário pode ver CLARAMENTE que a caneta está na posição errada e que exige um certo esforço pra deixar a caneta realmente presa, me parece mais mau uso que qualquer outra coisa. É o tipo da coisa que uma ou outra pessoa vai fazer num universo de centenas de milhares de dispositivos. Além do mais, não tive acesso ao manual do Galaxy Note 5, mas certamente deve existir uma seção mostrando a forma correta de armazenar a caneta no smartphone.

E você, o que acha? A Samsung falhou no projeto ou isso é mau uso? Comente aí e vamos discutir.

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