A Teoria do Descabaçamento Reverso

Quem criou essa brilhante teoria, digna de Premio Nobel da Sexualidade foi um tio torto meu, amante da boemia e de um bom whisky. Vivemos em tempos onde privacidade é algo que ficou na década passada, as novelas tem censura por possuírem cenas picantes demais, mulheres com os seios à mostra passeiam livremente pela TV durante o carnaval, cobertas apenas por um tapa-sexo do tamanho do pinto de um Lemming. O problema é: somos mesmo tão liberais, ou não passamos de um bando de hipócritas?

A resposta para essa pergunta é simples e com qualquer tabu sexual disponível podemos chegar facilmente ao fim desse questionamento. E é aí que a Teoria do Descabaçamento Reverso entra em pauta. Virgindade ainda é algo muito pessoal, cada um tem o seu tempo e o seu jeito de perdê-la quando, como, onde e com quem quiser. Deve-se respeitar as opiniões e opções de cada um. Muito do drama em torno da perda da virgindade está incrustado numa lenda urbana, numa má interpretação da anatomia masculina. E a verdade reveladora que define a Teoria parte dessa grande verdade: PINTO NÃO É ANZOL.

Parece difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade. Portanto, partindo dessa premissa, podemos concluir que as chances de um cabaço ser tirado através de um pinto tendem a zero. Considerando o modelo tradicional do ato sexual, na sua forma mais natural, se formos comparar o pinto com alguma ferramenta desenvolvida pelo homem, a mais próxima dessa realidade é o pilão. Que nos permite concluir:

“Se pinto não é anzol, cabaço não se tira, se empurra mais pra dentro.”. Dessa forma, podemos concluir que com relação a perda da virgindade as mulheres podem ficar despreocupadas. Quanto mais sexo fizerem, mais bem guardado seu cabaço estará.

Se alguém discordar, sinta-se a vontade para comentar.

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