Universo Nerd – Sexo, Nerds, Newton e Afins.

Estamos de volta com mais uma coluna Universo Nerd, caros nerds, geeks e demais leitores. A pedidos – sob risco de apanhar de Marcel, nosso querido editor – resolvi encurtar o tempo de uma coluna para outra. Antes de mais nada deixem que esclareça uma coisa: por mim eu escreveria aqui TODO santo dia mas manter o passinho funcionando, trabalhar, tentar terminar meu livro e dar atenção a patroa e ao meu ogro de estimação (meu amado filho, um pequeno – não tão pequeno assim – nerd) me tomam um bocado de tempo!

Segundo alguns comentários nas colunas anteriores (aqui, aqui e aqui) eu teria defendido demais no nerds! Mentira, audácia, falácia, devaneio… B-U-L-L-S-H-I-T! NERDS NÃO PRECISAM DE DEFESA, amigos… Chuck Norris precisa de guarda costas? Oras, não me venham com chorumelas. Até agora comprovei meu raciocínio com fatos, apresentei teses calcadas em pura lógica, com retórica perfeita e, mais importante, com o apoio de todos os nerds que seguem as palavras de seu Shi-fu digital, ou seja, EU! O que defendo aqui é a mais pura verdade. Vocês, não iniciados, podem se juntar a nós ou cair sob nosso poder (hum, tô começando a ficar com medo de mim mesmo!).

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A melhor defesa? Roundhouse Kick, claro!

Por favor, argumentos como “nerds são feios e se vestem mal” são completamente fora de propósitos. Certo, vamos ser transparentes… isso pode ter sido verdade um dia. Mas não mais. Se antes os nerds gastavam todos seus pontos evoluindo só a inteligência hoje eles , e elas, aprenderam. Como todo jogador de RPG ou de MMORPG sabe raramente acertamos no primeiro personagem. Lá pelo level 20 percebemos que podíamos ter distribuído melhor os pontos e partimos do zero. Os nerds sacaram que investir tudo em inteligência não era exatamente… inteligente. Agora todo nerd que se preza investe alguns pontos em carisma, o suficiente para não parecer mais um personagem de filme dos anos 80. Enquanto os boyzinhos bombados tem apenas pontos de inteligência suficiente para conseguir não “borrar o chão” enquanto puxam ferro nos, nerds, experientes que somos, aprendemos a evoluir melhor. Não adianta, nunca seremos ratos de academia, nunca seremos obcecados pelo culto a beleza ou mesmo extremamente hedonistas. E não precisamos disso.

“Nerds não entendem nada de pegar mulher/homem”. Rá! Continuem pensando assim, por favor, continuem pensando assim. O bom e velho Sun Tzu dizia “Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo lutará cem batalhas sem perigo de derrota; para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais; aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas”. Facilitem para nós. FACILITEM PARA NÓS!

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Aquele que combate o nerd não é ousado, é burro mesmo!

Nem vou defender mais uma vez a tese, comprovada por vários leitores, de que o MSN de um nerd é pior que a fita de O chamado. Sete dias é para os fracos. Entrou no MSN, créu! Vou defender outra coisa: o desejo do nerd de agradar o perceiro/parceira. A teoria é tão simples que pode ser entendida até pelos tomadores de Albumina com Durateston. Sem mais delongas, explico: enquanto os saradões, bonitões e playbozinhos cuidam de dar prazer apenas a eles mesmos (já observaram como eles malham se olhando no espelho com uma cara de “eu quero me comer… ai…”) os nerds querem agradar a parceira(o). Enquanto os não iniciados pegam geral sem aprimorar suas capacidades pela prática, nem que fosse aprendendo por osmose, o nerd se preocupa em dar o melhor de si, em atingir seu desempenho máximo, em fazer sua parceira reconhecer que ele é o FODA.

Nerds são competitivos, isso é fato. Alguns dizem que isso é reflexo do medo de voltar aos tempos idos quando não pegavam ninguém… Digam o que quiserem. Não ira mudar a realidade atual. Um nerd pode não lhe proporcionar um coqueirinho decente, afinal nem sempre tem musculatura para isso, mas pode lhe var ver estrelas e delirar de prazer lhe apresentando a aplicação sexual da Constante Gravitacional Universal de Newton.

Sabe aquele tal de ponto G, aquele que muita gente julga se tratar de uma lenda urbana? Você não sabe os milagres que um QI acima da média e uma junta de nerds pode fazer para mapear uma região e descobrir seus “segredos”. Ah, caro não iniciado, acredite ou não existem variáveis físicas que aplicadas ao sexo oral podem fazer toda diferença. Brinquedos sexuais? Você, cara não iniciado, os compra… o nerd os inventa (já o faziam nos solitários tempos de outrora e com isso aprenderam que sexo e tomada não funcionam juntos… agora é tudo na base da pilha mesmo). Se você gosta de fantasias, de roupinhas diferentes, ah, quem melhor que aquele nerd que se veste de vampiro, orc, mago, bárbaro apenas para jogar RPG?

Você, leitora, imagine a cena: meia luz, a marcha imperial tocando ao fundo, e aquele jedi, cheio de tesão, brandindo seu sabre de luz em sua direção… ahm… é, hum, talvez fique mais sexy se invertermos e vestirmos você de princesa Léia mesmo. Enfim, você entendeu.

Bem, brincadeiras a parte é fato que vemos o sexo de forma diferente, damos atenção especial aos detalhes. Alguns podem acreditar que existem teorias, análises, estudos. Eu acredito apenas numa coisa: nos dedicamos mais a agradar quem amamos, a quem queremos e gostamos. Acredito que somos mais carinhosos, atenciosos e interessados, somos inteligentes o suficiente para reconhecer os benefícios de agradar a parceira… e, tão importante quanto, se um dia broxarmos (ou apresentarmos dor de cabeça no caso das mulheres) ao menos vamos ser uma conversa muito agradável!

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