Eu entendo que a robótica nos permitiu chegar onde não chegaríamos usando apenas os nossos corpos esquálidos e frágeis, entendo que robôs e máquinas automatizadas vieram do inferno para nos destruir vieram para facilitar a nossa vida e melhorar a qualidade da nossa existência, mas o que eu não entendo é um sujeito pegar recursos tecnológicos, tempo livre e se propor a criar um robô que joga Rock Band no iPhone:
Entendo até a questão do “fiz porque eu posso fazer e sei fazer”, mas tem muita coisa mais útil que isso, inclusive para o próprio iPhone. Qual é a graça de ter um robô jogando o game por você?
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Um comentário
A graça não está no robozinho jogando por você, está no fazer um robozinho que joga para você.
Está no desafio de fazer isso acontecer. As pessoas olham e apenas veem um robozinho jogando, mas quem fez vê mais um desafio de programação que foi concluído.
Eu sempre torci o nariz para muitas coisas que encontrei por aí… "Poutz que troço tosco." Coisas do tipo até o dia em que fiz um maldito e simples jogo da velha em procedimentos em object pascal.
Uma porcaria daquelas me custou duas semanas escrevendo, compilando, reescrevendo, ajustando recompilando, testando até ficar apresentável para a avaliação…
Você vê apenas o robozinho jogando, já eu vejo toda a engenharia para fazer essa porcaria funcionar… Desde a programação aos ajustes no maquinário….
Não que eu seja bom nisso e saiba tudo muito bem, mas tenho uma pequena idéia.