Observem o gráfico abaixo. Se não entender, eu desenho (oh wait!):
É assim que o mercado funciona. É assim que a vida funciona. Não adianta espernear, choramingar ou gritar. Open source x Proprietário? Mac x Pc? Apple x Microsoft? O titio aqui vai dar uma dica que vale pra sua vida caso você trabalhe com TI (e serve pra qualquer outra área): não adianta você escrever Os Lusíadas do Linux se o seu cliente quer Microsoft na empresa dele. Não adianta você falar como o pinto do Bill Gates é lustroso se o cliente não tem dinheiro e exige uma solução opensource.
Faça um timesheet de quanto tempo você perde discutindo no twitter, forums, orkut ou mesas de bar sobre como o Linux é superior ao Windows ou sobre como é fácil subir um AD com protocolo NNF (next-next-finish) enquanto o Linux exige diversas parametrizações. Agora pegue essa quantidade de horas e calcule o que você ganharia caso as utilizasse estudando e tirando certificações?
Pois é. Podem continuar odiando-se uns aos outros, quanto menos concorrência melhor e o mercado de TI agradece. Quanto menos “rapazinho do computador” nele, melhor. Essa aula é grátis, a próxima será devidamente faturada.












































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7 comentários
Concordo. Não importa o q vc usa em casa, atender e fazer o q o cliente quer é o que deve fazer um profissional. As pessoas tem q encarar isso menos como religião e mais como negócio. ;-)
Explicando a piada:
"Não adianta você falar como o pinto do Bill Gates é lustroso se o cliente não tem dinheiro e exige uma solução opensource."
Percebeu o humor, né? Pouquíssima gente que usa software livre o faz por questões financeiras, mas também pouquíssima gente usa o pinto do Bill Gates como argumento.
Ah, sim, e o texto tá certíssimo!
Freetards defendem software livre por questões dogmáticas. Nunca é "pq o troço é bom".
É meio complicado isso porque, na definição clássica, eu sou um freetard. Eu entendo quando você fala "dogmático", mas pra mim não é religião (sei o quão confuso pode ter ficado isso). Eu estou convencido de que o software livre tem uma função maior que a liberdade de software, a qual é em si muito importante, e os grandes exemplos estão espalhados por toda internets. Além disso, os softwares livre e o público podem funcionar como ferramentas de transformação da sociedade.
Entretanto, se é a isso que você se referiu, há os exemplos que simplesmente ignoram o que é software proprietário. Não vivemos num mundo florido – às vezes, pessoas como eu TÊM dar o braço a torcer. Isso é muito verdade na minha graduação. Apesar de ser em Engenharia de Computação e termos diversos núcleos de apoio a software livre, não usar o MatLab, Quartus ou ferramentas da Cadence é burrice na maioria dos casos. São os melhores e mais completos, indiscutivelmente. Mesmo a Google, que sempre foi muito próxima de software livre, não se desorienta do mercado. O Chrome talvez seja o exemplo mais famoso: 100% software livre e foi lançado primeiro pra Windows. Demorou mesmo pra ser lançado pra outras plataformas.
Obviamente, isso não invalida a qualidade e a importância do software livre em muitos outros casos. Afinal de contas, até o Byte Que Eu Gosto!BQEG utiliza e apóia o WordPress 2.9.2. O software livre também tem uma função no mercado. por exemplo, há uns 20 minutos, alguém pediu à @s1mone uma indicação de quem fizesse layout pra WordPress.
Por opinião pessoal, que pode estar errada como qualquer opinião, dou preferência a software livre, sempre que posso. Sempre que me pedem sugestão, recomendo o software livre antes do proprietário. Mas sou sincero quanto à qualidade. Como estudante e como profissional, não posso ignorar o software proprietário.
"Se todos fossem no mundo, iguais a você…" o meu post perderia o sentido. Mas como falo de mercado, na prática o que acontece é o OPOSTO do que você falou (que chega a ser uma utopia em se tratando de mercado de TI).
Garanto que pensando assim, você tem um grande futuro pela frente. Já os outros…
Creio que, se tiver a abertura para apresentar uma outra opção para o cliente, ela deve ser devidamente apresentada, mas observando se ela é viável técnica e economicamente, e não apenas num primeiro momento, mas vendo adiante também (suporte, manutenção, etc).
Porém, é o cliente que decide o que quer e nós, na função de prestadores de serviço, temos de atender ao cliente! Afinal, somos pagos para isto, não?
Parabéns pelo post!
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