O pior do Brasil, é o brasileiro #3

Quando a gente posta algo reclamando do país, principalmente do material humano que temos, a sociedade protetora dos malas-sem-alça o mimimi começa. Dizem que o país não melhora porque a gente não incentiva, porque não acreditamos em nós mesmos, etc.

A gente não melhora porque o brasileiro é um povo preguiçoso. Esse lance de hospitalidade é papo furado, tudo o que o povo quer é uma sacanagem. Se eu anunciar que tenho duas amigas loiras, suecas, ninfomaníacas e bissexuais vindo para o Brasil precisando de hospedagem por 1 mês, vou bater o recorde mundial de comentários num post. Agora se a mesma oferta for feita, mas ao invés das loiras for um aborígene australiano, o post vai ficar como a maioria dos posts aqui e nos outros blogs: zero comentários.

Vejam essa notícia:

“Back in 2005 I went to Rio de Janeiro, Brazil, to do some volunteer work. Within the first week my camera was stolen. Being that I was volunteering in some of the communities there, I spoke with some people about it. They said that all digital cameras are worth money, but none of the film cameras are unless it’s an SLR.”

Ou seja, o camarada veio do seu país, pra longe da família e dos amigos, chegou aqui na selva para fazer TRABALHO VOLUNTÁRIO em 2005, ou seja, não ganhou nada por isso, para trazer algo de bom para um país subdesenvolvido e pobre e teve sua câmera digital roubada em MENOS DE UMA SEMANA. Falando com os aborígenes locais, ele ficou sabendo que câmeras digitais valem dinheiro, mas as antigas câmeras de filme não valem nada. Ou seja, ladrão também fica por dentro do que está rolando no mundo da tecnologia.

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Basicamente o que o cara fez foi ENFEIAR a câmera, dando-a um aspecto nojento e de coisa velha, sem utilidade e valor para que isso evite roubos futuros.

Ah, o cara também falou que não pretende voltar para nosso lindo país tão cedo.

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