Justin Bieber: Just a Biba? E algo sobre família Retard.

O Justin Bieber é o artista teen do momento. Por mais que pareça, esse post não é pra pegar leitores paraquedistas. Se tem uma coisa que me deixa orgulhoso é do nível dos leitores desse blog. O objetivo do post é servir como complemento ao post anterior sobre inclusão digital e provar que independente de classe social, também há muita gente que pode ser caracterizado como incluso digitalmente e dá tanta vergonha alheia quanto aquelas fotos do povo tomando banho na caixa d’água.

Nesse post, o Noronha fala sobre a música e os ídolos desde os anos 1950. E pensar que começamos o Rock gostando de Elvis Presley e hoje (aqui no Brasil) quem manda é Restart, Banda Cine, NX-Zero, Fresno e outros que prefiro nem listar.

Adolescentes são muito protegidos pelos pais e pela sociedade por serem vítimas potenciais de pedofilia e cyber-bullying. Pois eu acho que essa proteção deve ocorrer, mas além disso, os pais devem monitorar o que os seus filhos andam fazendo por aí na Internet. Adolescentes gostam de música mas o fanatismo por artistas mirins beira o fundamentalismo. Crianças de 10 a 17 anos mal são capazes de se expressar na Internet, usando uma linguagem pobre, gramaticalmente ridícula e quase incompreensível, mas são perfeitamente capazes de xingar, desrespeitar e agredir qualquer um que ouse quebrar a aura em torno do seu ídolo preferido do momento. Por exemplo: eu sei que vão chover comentários me enchendo o saco por publicar essa foto, que é nada mais do que uma montagem tosca (tirada desse post do Coca Gelada):

Esse fanatismo idiota é o que acontece nesse momento com a banda Restart e com o cantor Justin Bieber. O adolescente do Canadá, com meros 16 anos já é rico e mundialmente famoso. E as meninas (e até alguns meninos) idolatram-no como um ícone e exemplo pra suas vidas. Não vejo problema em artistas fazerem sucesso já jovens, temos exemplos aqui no Brasil. Mas a superexposição dos SEUS filhos a esse tipo de cultura é tão prejudicial quanto qualquer outro exagero.

Não falo da música em si, não vou comparar música Pop com Ópera. Mas acho RIDÍCULO um adolescente que nem barba tem pentear o cabelo de uma forma patética, se vestir feito um palhaço e achar isso normal. Onde estão as camisetas e a calça jeans? Cadê o All-Star? Dá pra ser adolescente hoje em dia sem ter que cair nesse turbilhão de lixo cultural e modinhas?

É por isso que o cantor é motivo de piadinhas, principalmente entre a ala masculina. Os próprios fãs do cantor não sabem ao certo dizer se ele é ou não gay (se for, não faz diferença, que fique claro), como mostra esse link (clique aqui) do Yahoo Respostas. A imagem abaixo se mal interpretada pode levar a uma série de considerações sobre a masculinidade do rapaz:

Cara de abuso e tédio pra um monte de Cheerleaders? No mínimo estranho. A pergunta que fica é: as adolescentes maníacas teriam toda essa idolatria por ele caso ele se revelasse gay? Acho pouco provável. Isso só mostra como esse amor cego é nocivo e volátil. A impressão que dá é que o Justin Bieber está preso dentro de um mundo que não o entende (tipo um armário) e precisa sair dele a qualquer custo, mas a fama, os compromissos e a juventude perdida não o permitem.

Finalizando, um recado aos adolescentes que idolatram astros do Pop de maneira xiita: todo ídolo tem pés de barro. Família Restart é o caralho, a família de vocês são seus pais, mães, irmãos e avós. São eles que vocês devem idolatrar e amar cegamente. Bieliebers? Vá pra porra com um nome tosco desse. Vão xingar muito no Twitter, vão reclamar da falta de sacanagem e depois se tranquem no quarto. Vão estudar, ler livros, usar a Internet pra algo mais útil do que encher o saco e a rede com esse monte de merda. ESTÃO TODOS DE CASTIGO! E como punição assistam o vídeo do Felipe Neto – Não faz sentido // Justin Bieber.

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