Finalmente um uso eficaz para o RAID

O RAID, ou Redundant Array of Independent Drives nada mais é do que um sistema de interligação de discos físicos, por hardware ou software, com o objetivo de expandir as capacidades desses discos no sentido de ganhar desempenho, segurança e confiabilidade no armazenamento dos dados (Wikipedia).

Existem vários tipos de RAID, sendo o mais comum o 0 (zero), que nada mais é do que unir dois ou mais discos com o objetivo de aumentar a velocidade da gravação. Nesse sistema, um arquivo é gravado em partes separadas ao mesmo tempo nos discos, acelerando o processo de escrita. No RAID 1 (um), o objetivo é espelhar os dados. Perde-se em performance, mas ganha-se em segurança já que um disco é cópia do outro e em caso de falha de hardware os dados estarão preservados no outro disco.

Mas como criatividade, nerdice e tempo livre, além de um monte de lixo tecnológico podem ser aproveitados? Criando o melhor RAID de todos os tempos. O RAID 1.44. Isso mesmo, um louco chamado Daniel Blade Olson pegou um Mac de 1995, cinco drivers de disquete de 1.44 e criou um RAID.

A geringonça consegue armazenar até 4.22mb de espaço, sendo aproveitáveis 3.9mb. A velocidade de gravação chega a beirar o ridículo, já que uma música de 3.6mb levou 36 segundos pra ser gravada. Mas isso é o de menos, já que em se tratando de disquetes velocidade é a última coisa a se pensar.

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O maluquete ainda disse que pretende fazer um array com 150 floppys. Vamos aguardar pra ver se ele é doido a esse ponto, torcendo pra que ele seja.

Via: Gizmodo

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