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A quarta temporada de Fringe retoma o fôlego contando um pouco mais do mesmo… sendo tudo diferente!

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Ele está de volta! Nosso colunista, Eden Wiedemann reapareceu em grande estilo com mais uma coluna para inflar o ego dos nerds mundo afora. O avatar nerd do novo milênio escreve essa semana falando sobre o Dia Mundial do Orgulho Nerd, que é comemorado hoje.

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Dia do Orgulho Nerd. Dia do Orgulho Nerd. Dia do Orgulho Nerd. Desculpem, eu sei que estou me repetindo. É que ainda acho estranho. Dia do Orgulho Nerd. Percebem como isso soa um tanto surreal? Se algum de vocês dispusesse de um capacitor de fluxo, um Doc Brown e um DeLorean certamente voltaria no tempo para esfregar essa data na cara de alguns indivíduos. E olha que nem precisariam voltar muito.

Claro que isso não é surpresa para nós, não, sempre tivemos orgulho de sermos nerds – mesmo correndo o risco de sermos sacaneados por isso. Mas acredito que para muita gente, uns tacanhos, é verdade, orgulho e nerd só possam ser usados na mesma frase se forem usados por alguém que terminou de espancar um geek.

Eu defendi que os nerds estão dominando o mundo, que eles são melhores amigos, amantes e profissionais. Defendi e defendo. O que me faz imaginar se não seremos nós, os nerds, os verdadeiros x-men. Sério. Não sacaneie, estou sendo sincero. Segundo Charles Xavier os mutantes são o homo superior, ou seja, a evolução do homo sapiens, aqueles que vão herdar a terra (segundo os ideais dele, a longo prazo e de forma pacifica).

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E no CQC de hoje...

Mas se nos quadrinhos esses poderes vão de soltar rajadas pelos olhos, transformar o corpo em aço orgânico, teleportar-se, controlar o tempo, ler mentes e afins na vida real a coisa é um pouco diferente – apesar de não menos espantosa para certas pessoas. Nossos poderes são um tanto menos fantásticos – e até mais úteis do que alguns dos quadrinhos (acredite ou não tem mutante cujo poder é ser feio, e esse certamente eu tenho sem nem ser mutante!). Configurar um celular sem nunca ter lido o manual, compreender a etiqueta do e-mail (e como usar o cc), alterar o msconfig, baixar um filme que nem saiu no cinema, ignorar Calypso, Latino e coisas do tipo, falar Klingon, lembrar de cada episódio do Big Bang ou Friends são apenas alguns deles.

Como os x-men temos nosso poderes inúteis (alguém vai dizer que existe alguma utilidade em falar Klingon?) e outros overpower (como programar Objective C – apelei, hein?), e, acreditem ou não, temos nossas fraquezas… que quase sempre é a ignorância, tosquisse e burrice. Solte um nerd em um pagodão e você vai ver ele definhar, quase morrer. O jeito é tirar ele dali e correr com o coitado para uma convenção de quadrinhos para que ele recupere suas forças. Se os x-men tem o professor Xavier nos temos Marcelo Tas! Ok, ok, eu estou de sacanagem. Que tal Steve Jobs para o lugar?

Enfim, herdaremos a terra, isso é um fato, mas talvez não seja algo tão rápido quanto pensam/torcem/planejam alguns. Acho que é melhor vocês se contentarem com as gatinhas que estão lhe dando mole agora ao invés de esperar o dia que elas farão fila a procura de se reproduzir com você e obter um prole digna dos novos tempos. Sente. Em pé cansa. Smart pode ser o novo sexy – ei, eu conto com isso – mas ter o maior HD não faz tanto sucesso quanto ter o maior… hum, deixa pra lá.

“Hoje é seu dia, amor, você pode tudo...”

“Hoje é seu dia, amor, você pode tudo...”

Agora, falando sério, e bem sério, é um dia a realmente ser comemorado. É aquele dia para tirar a camisa do pacman da gaveta e usá-la de peito aberto. Eu usarei a minha de Warrios, pode apostar. É o dia de tirar a lente de contato e colocar de volta os óculos fundo de garrafa, de colocar caneta no bolso da camisa, de pedir pra namorada vestir o biquíni dourado de Leia e chamar você de Hans Solo – e na hora do sexo pedir pra você ser o Chewbacca dela! É o dia de assumir toda nerdisse que há em você (por mais enrustida que seja).

É hora de juntos forçarmos ainda mais o fim do velho paradigma de que ser nerd é motivo de vergonha, de que chamar alguém de nerd é ofensivo. Acreditem ou não apresentando uma campanha publicitária para uma loja de informática – prestem atenção: loja de informática, sugerimos uma camisa com o seguinte texto para ser usada pelos funcionários: Nerd que é Nerd veste a camisa. Reprovada. Segundo o dono, e boa parte das pessoas que ele consultou – a maioria distribuidores ou fabricantes de equipamento de informática – nerd seria um termo pejorativo.

Pois é, temos duas alternativas, mostrar que nos orgulhamos de sermos nerds ou, hum, fazer planos. Planos? Sim, planos. Cérebro, o que faremos amanhã à noite?A mesma coisa que fazemos todas as noites, Pinky… Tentar conquistar o mundo! – Só que no nosso caso certamente conseguiríamos.

Olha que legal essa camisa do Nintendo Wii exploded, que é um conceito de literalmente “explodir” algo, revelando maiores detalhes sobre alguma coisa.

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Quem quiser comprar essa belezinha, vai aqui. Por US$17

Já houve um tempo em que ser nerd era algo quase marginal. Já escrevi a respeito e acho que o assunto é tão batido que nem preciso me aprofundar nisso. Contudo as mudanças vieram, os nerds deixaram de ser losers e passaram a ser os donos do mundo, controlando as maiores empresas em atividade, se destacando em áreas como artes, economia e até mesmo política – Obama é fã do Homem-aranha, jogador de Wii e completamente dependente de seu Blackberry.

É, jovens gafanhotos, os novos tempos não trouxeram apenas uma violenta mudança de paradigma, trouxeram também algo que nunca pensei que veria antes: trouxeram os pseudo nerds, os nerds wannabe. Continue lendo…

Depois de dar boas risadas com o excelente texto “Manual: namorando um nerd” de Anne Becker, que é tão bonita quanto nerd, percebi que o texto além de proporcionar risadas levantou uma questão pertinente: será que é complicado pegar um nerd?

A principio diria que não, afinal os nerds querem ser pegos – por meninas inteligentes, charmosas e nerds, claro. Se já partimos da premissa que o nerd que ser pego isso devia facilitar as coisas, não é mesmo? Hum, é, pequenos gafanhotos, sinto dizer que a Anne tem sim um pouco de razão. Não somos exatamente pessoas muito fáceis de se agradar.

Claro que ela utilizou no seu texto o nerd clássico, rotulado pelo cinema, aquele capaz de programar um site com uma só mão, mas incapaz de abrir um sutiã utilizando apenas ela. Eu prefiro generalizar mais um pouco afinal, como já defendi antes, tem muito nerd pegador solto pela rua. Entretanto não custa nada facilitar o árduo trabalho daquelas meninas que curtem nerds, não é mesmo? Como diria Jack, o estripador, vamos por partes.

Chegando junto de um nerd.

O nerd, como qualquer outro tipo de animal, sente-se mais a vontade em seu habitat, ou seja, na frente do computador. Ali ele manda, é seu território, ele domina e, obviamente, se sente mais seguro e capaz de todo tipo de proeza (como baixar um filme que não chegou ao cinema, fazer uma coletânea fantástica com músicas que quase ninguém conhece ou até mesmo conquistar a menina mais bonita da turma). Por mais que não se sinta seguro quanto a sua aparência, o nerd certamente se sente confiante quanto a sua lábia. Ele sabe que a teoria do filme “O Chamado” no MSN é real. Seu alvo entrou no MSN, sete dias e créu! E alguns ainda dizem que sete dias é para os fracos!

nerdsContudo isso não funciona só com MSN. Isso pode rolar no twitter, Google talk e até no Orkut – onde poucos nerds ainda frequentam de verdade mas ainda pode se achar alguma coisa entre o mar de recém incluídos digitalmente.

Partindo deste principio o primeiro passo é realmente adicionar o seu alvo no MSN ou afins. A desculpa para tanto vai variar de acordo com o perfil geek de seu alvo. Se ele é um gamer diga que o adicionou porque ele sabe TUDO – é importante utilizar este elogio – sobre games e vai lhe ajudar a escolher o melhor console, ou dar a dica de que placa de vídeo você deve comprar. Se ele é tarado em séries pergunte quais das séries novas ele recomenda já que ele sabe TUDO de séries. Cinema? Pergunte o que ele acha da nova trilogia de Star Wars – mas não diga que gosta ou não até ele se manifestar a respeito (apesar de que se ele gostou as chances de ele ser um nerd wannabe são grandes).

Quebrou o gelo? Pronto. Mostre-se uma garota antenada, que curte tecnologia e que divide alguns dos gostos com ele. Não concorde com tudo que ele diz, discorde quando achar necessário – afinal nerds gostam de desafios e um debate inteligente é sempre bem vindo – mas calma para não ofender seus Deuses (é proibido falar mal da primeira trilogia de Star Wars, de Neil Gaiman, de Alan Moore, de Star Trek, de Big Bang Theory, de Steve Jobs e da Microsoft – só quem pode falar mal da Microsoft é ele!) porque aí o pau vai cantar.

Você pode tentar outras opções para chamar a atenção dele. Coisas como ir vestida a caráter (como a personagem preferida dele) em uma reunião de D&D, matá-lo várias vezes seguidas na faca em um servidor de COD (nerds gostam de desafios, lembra?) ou deixar um comentário super profundo e cabeça sobre aquele anime que só ele viu e postou no blog. Existem várias formas, claro, mas acreditem, todas elas são mais trabalhosas que o contato online e muitas vezes mais arriscadas e menos eficientes.

Depois que o papo surgir convidar para o cinema é uma boa pedida sempre. Evite opções que envolvem lugares cheios de nerds. Existirá um risco tremendo de você ter que dividir a atenção dele com os amigos e, se tiver saído o novo Street Figther, por exemplo, ficar sozinha com cara de besta enquanto eles conversam animados.

Chegando ao cinema.

Aqui eu já discordo de Anne. Por mais nerd que o cara seja se ele preferir ver o filme a ficar de pegação com você o cara é caso perdido. Primeiro porque se não é estréia ele já terá visto o filme. Depois ele sempre poderá voltar e ver o filme com os amigos – coisa que ele certamente irá fazer mesmo tendo visto o filme com você. Terceiro ele vai comprar o DVD (ou baixar), pode apostar.

Agora você pode ajudar tomando a iniciativa após as luzes se apagarem. Antes disso não tente nada. Ele vai estar falando sem parar sobre o filme, sobre a mitologia do personagem, sobre o conceito, sobre outros filmes, sobre Big Bang Theory. Ele estará nervoso – afinal está longe de seu computador – e nerd nervosos falam. Muito. Contudo a ética do cinema o fará calar a boca tão logo as luzes se apaguem. Haja normalmente. Pode partir pro beijo sem medo de ser feliz.

Enfim, a diferença entre pegar um Nerd e pegar um outro carinha é que o nerd vai exigir de você mais que um belo decote e uma bundinha durinha (que ajudam, claro). Ele vai exigir inteligência, afinal não é só você que acha inteligência algo sexy.

Contudo, minha jovem padawan, você passou apenas no primeiro desafio. Você pode até ter conseguido seu sabre de luz (Sacou? Sacou? Sabre?) mas falta muito para se tornar uma Cavaleira Jedi. Conviver com um nerd exige alguns sacrifícios sobre os quais falarei outro dia.

PS.: Problemas com relacionamentos Nerds? Pai Eden de Ubuntu ajuda! Mande seu e-mail para [email protected] contanto seu problema e lhe ajudaremos a recuperar seu amado em até sete dias sem precisar nem de MSN.

- Cabeção, você leu a Veja?
- Ainda não… O que houve?
- A matéria de capa é sobre o assunto da tua primeira coluna!
- Furei os “zóio” da Veja? WOW!

Depois dessa corri para dar uma olhada na matéria e… (suspense)… sim, eu FUREI! Apesar de estar bem mais informativa e menos bem-humorada a matéria de capa da revista semanal mais lida do país reafirma boa parte do que venho discutindo aqui na coluna “Universo Nerd”.

capa380Quando Marcel me convidou para escrever a coluna ele disse que queria que eu falasse sobre “nerdisse” em geral. Foi aí que surgiu um problema que precisava ser resolvido antes de qualquer coisa: pra definir o que é “nerdisse” eu precisava definir o que é “ser nerd”. Não precisei ir longe para desenvolver a teoria, agora embasada pela Veja, de que não podemos mais citar um nerd como um ser estranho, pertencente a uma tribo sem traquejo social. Olhando em volta percebi que boa parte de meus amigos são nerds e que nenhum deles pode ser enquadrado em uma tribo especifica. Assim surgiu o texto da primeira coluna.

Não me dei por satisfeito e fui dar uma pesquisada sobre essa mudança. O quanto isso mudou e para onde essa mudança nos encaminha? Surgiu então o texto da segunda coluna. E assim terminei, entre brincadeiras e técnicas de escrita (ou falta dela), conversando com vocês sobre um pouco do Universo Nerd e suas características. Como nerd assumido, e orgulhoso, perco parte de minha credibilidade, eu sei, mas como minha intenção nunca foi arrebanhar seguidores (não agora pelo menos) e sim jogar conversa fora isso nunca fez diferença alguma mesmo.

De fato falar sobre “nerdisse” significa falar sobre quase qualquer coisa. Eu posso falar sobre games, cinema, quadrinhos, música, WEB, séries, literatura e, acreditem ou não, até mesmo sobre esportes, sexo, relacionamento e trabalho.

Falar sobre “nerdisses” significa tão somente em falar dos dias atuais, de suas mudanças, das pessoas e de tudo que compõe nossa tão heterogênea comunidade mundial. O bom de tudo isso é que o mais gritante dessa mudança é a queda de alguns paradigmas e com eles uma melhor integração entre as antigas tribos. Os nerds estão acabando com parte da segregação que sempre tornou o mundo um lugar pior de se viver.

É claro que por mais que estejamos nos unindo – estou me sentindo o próprio avatar digital pregando a paz entre os povos – sempre haverá uma certa distância entre alguns, o que é legal e necessário. É bem sabido que toda unanimidade é burra e a discussão é necessária para nosso crescimento intelectual (até mesmo quando o assunto é o filme The Fountain e todo tempo que você perdeu assistindo-o).

De um grupo de pessoas marginalizada e utilizadas como personagens de comédias dos anos oitenta para a capa de uma grande revista de circulação nacional como o retrato de uma nova geração, uma geração super capacitada, capaz de redefinir a hierarquia familiar.

Quando digo que os nerds vão conquistar o mundo não estou simplesmente assumindo uma postura “Pink e Cérebro”, estou afirmando o óbvio, apenas sendo portador da notícia. Agora o que faremos com essa nossa capacidade de mudar o mundo é outro assunto a ser discutido em outra coluna – já que pode render muita discussão. Não canso de citar Peter Parker (ou seu tio Ben) quando digo que com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Clichê, sim, claro, mas querem mais clichê que nós, que de meros coadjuvantes estamos nos tornando heróis de nossas próprias histórias? Agora cabe a cada um de vocês reconhecerem o poder que tem em mãos e trabalhar em prol de algo maior.

Coluna mais séria que o normal, assumo, e por isso mesmo fecha com uma piadinha nerd:

- Como se desmaia um vetor?
- Apaga a pontinha que ele perde o sentido.

Riam comigo. RIAM COMIGO.

Estamos de volta com mais uma coluna Universo Nerd, caros nerds, geeks e demais leitores. A pedidos – sob risco de apanhar de Marcel, nosso querido editor – resolvi encurtar o tempo de uma coluna para outra. Antes de mais nada deixem que esclareça uma coisa: por mim eu escreveria aqui TODO santo dia mas manter o passinho funcionando, trabalhar, tentar terminar meu livro e dar atenção a patroa e ao meu ogro de estimação (meu amado filho, um pequeno – não tão pequeno assim – nerd) me tomam um bocado de tempo!

Segundo alguns comentários nas colunas anteriores (aqui, aqui e aqui) eu teria defendido demais no nerds! Mentira, audácia, falácia, devaneio… B-U-L-L-S-H-I-T! NERDS NÃO PRECISAM DE DEFESA, amigos… Chuck Norris precisa de guarda costas? Oras, não me venham com chorumelas. Até agora comprovei meu raciocínio com fatos, apresentei teses calcadas em pura lógica, com retórica perfeita e, mais importante, com o apoio de todos os nerds que seguem as palavras de seu Shi-fu digital, ou seja, EU! O que defendo aqui é a mais pura verdade. Vocês, não iniciados, podem se juntar a nós ou cair sob nosso poder (hum, tô começando a ficar com medo de mim mesmo!).

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O relacionamento inter-espécies: guia de sobrevivência.

Se parte de nossos leitores vê minha coluna como uma coluna de humor a outra me vê como um mestre Yoda do mundo nerd. Bem humorada minha coluna é, mas a verdade ela fala. Antes que algum de vocês espere me ver dizer algo como “there is no spoon” eu devo dizer que não me cabe o título de Oráculo dos novos tempos ou Pai Mei dos Bits. Contudo aceito a honra de ser porta-voz desses que um dia foram perseguidos, achincalhados, alvos de cuecões e pescotapas… mas que hoje são a última coca-cola do deserto!

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Hum... tá, não precisa de biquine dourado não.

Bem, descrentes e discípulos – hum, posso vir a gostar dessa história, que tal seguirmos a linha de raciocínio das colunas anteriores onde definimos os nerds e discutimos sobre sua condição de novo macho alfa? Se já não somos estranhos e somos poderosos lideres ricos, ou ao menos estamos nesse caminho, é natural que comecemos a ficar com as gatinhas. Pois é, Biffs Tannens, vocês já eram.

O problema é que nem tudo são flores. Se os nerds começaram a pegar as melhores mulheres agora é natural que eles tenham alguns, como diria, problemas de adaptação. Não é fácil você sair de homéricas bronhas via mirc para lindas meninas de carne e osso. Existe um processo de adaptação perfeitamente natural. Se a mulher é um mistério para um profundo conhecedor como eu imagine para um padawan das periguetes. Mas pra tudo tem jeito, jovem gafanhoto, pra tudo tem jeito.

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Os Nerds são os novos machos-alfa

Na coluna passada definimos o que é um nerd, quer dizer, eu acabei com a definição de nerd de muita gente, e provei que estamos mergulhando numa “era nerd” por assim dizer. Comportamentos antes julgados exclusivos dos nerds, quando o termo ainda era pejorativo, estão tão arraigados em nossa sociedade que não podem mais ser extraídos sem danos. Vocês conseguem imaginar o mundo sem internet? E sem mp3? Que tal se livrar de seus brinquedinhos eletrônicos?

Mas as mudanças não param. Observem como anteriormente o cinema mostrava os nerds como personagens secundários, sempre os sidekicks dos heróis, aqueles que o ajudam a mexer com a tecnologia que os heróis não entendem – afinal estão ocupados demais pegando as garotas e mandando bala nos vilões, ou simplesmente são personagens de comédias como A Vingança dos Nerds, Namorada de Aluguel (onde apesar de estranhos os Nerds terminavam se dando bem). Eram raros os filmes como Jogos de Guerra, Academia de Gênios ou O último guerreiro das estrelas  onde o nerd era o mocinho e até ficava com a gatinha. Isso era reflexo sociológico que está chegando ao fim. Se antes os nerds terminavam sozinhos em seus papeis secundários hoje são os mocinhos… e são pegadores!

A coluna de hoje visa eliminar de vez, a golpes de sabre de luz, esse conceito antigo de que nerds não pegam ninguém (e nem vou apelar usando Bem Affleck como exemplo de nerd pegador). Vamos nos aventurar por uma maluca, porém lógica, teoria sociológica escrutinando a maior mudança cultural/xavecológica acontecida nos últimos tempos: NERDS SÃO O MACHO ALFA DO NOVO SÉCULO.

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Uma boa idéia para os amantes da amarelinha. O designer Hye-Lim Jeon criou o “Dream Beam”, um dispositivo que projeta o desenho da amarelinha no chão sem a necessidade de sujar suas mãos com giz e emporcalhar as ruas e calçadas da sua vizinhança.

É a mesma brincadeira de antigamente com a cara do século 21, só se perde a diversão de desenhar sua própria quadra de amarelinha.

O “Dream Beam” é apenas um protótipo e ainda não está sendo comercializado. Abaixo seguem algumas fotos do brinquedo futurista.

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Fonte: Yanko Design

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