Quem acha que o rei do pop morreu, engana-se. Ele virou um monte de bloquinhos de Lego e ainda está fazendo moonwalk por aí.
Em clima de Eurocopa sediada na Polônia e Ucrânia, vale a pena recomendar um livro espetacular que mostra o surgimento do Dínamo de Kiev durante a segunda guerra mundial. O livro retrata como era a vida de pessoas comuns, que tinham seus empregos, mas jogavam futebol bem e com paixão, superando adversários e a violência. A história é emocionante e vale cada página. Se não gostar pode me cobrar. Compre aqui por R$29,90.
É culpa dos antigos espíritos?
Este blog recebeu com elogios a chegada do remake de Thundercats. Tanto pelo tratamento da narrativa, quanto pela estética, o desenho prometia diversão de qualidade para os novos nerds sem ofender os antigos (apesar de que os mais afeitos à saga antiga, como o Pablo Peixoto, realmente não curtiram, e vá lá que o Pablo tinha suas razões e as apresentou bem, como sempre faz com o Quatro Coisas). Mas, quando tudo apontava para um desenho delicado, feito com cuidado para respeitar a estética e conceitos do antigo tanto quanto possível, eis que:

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Bem, fica a dúvida se é megalomania da equipe criativa da série atual de achar que criaram coisas boas demais, que todo mundo tem que engolir porque saiu deles, ou muita viagem de achar que meninada tem dinheiro pra comprar um brinquedo atrás do outro, ou o cacareco que acopla no brinquedo já comprado. Já que o Thundertank não tem jeito, é torcer pra Panthro nunca mais fazer isso com os braços… por favor…
Nerd com mais de 20 anos com certeza jogou SNES e aproveitou bastantes momentos vibrantes em duas dimensões sem poder salvar nada (a não ser em alguns jogos cujo cartucho permitia salvar, coisas avançadíssimas como Super Mario World). Bem, por conta de o SNES, como seus similares e concorrentes da época funcionar com uma baixa complexidade de processamento de som e imagem, no primeiro caso nós ouvíamos tudo em sistema MIDI (sim, aqueles sonzinhos de sintetizador que nem a geração atual de celulares usa mais), o que, aliado ao fato de a maioria dos jogos terem suas falas em inglês ou japonês, nos proporcionou maravilhosas memórias sobre momentos célebres como a aplicação de golpes especiais, ou as próprias chamadas dos jogos, só que tudo em virindum! Vamos aproveitar e relembrar alguns dos nossos preferidos! Continue lendo…
Recentemente, o BQEG falou de um tipo em extinção: o brucutu do cinema de ação. Muito merecida a lembrança, e fez lembrar também uma sub-espécie dessa espécie que também merece ser celebrada: o brucutu do cinema B-, que povoou as tardes de domingo de muito nerd, fosse com fita alugada, em atrações como Band Aventura, que exibia filmes de ação baseados normalmente em artes marciais, sempre preenchendo nossas necessidades de pancadaria relâmpago rodeada por uma historinha chinfrin. Lembramos aqui algumas dessas figuraças:
A baladinha do Batman
É o seguinte: um nerd, uma sexta-feira livre, uma roupa do Bátima e muita falta de vergonha na cara dão no vídeo abaixo:
Ah, esses norte-americanos… Espero que saia legendado!
Motoqueiro Fantasma – Espírito da Vingança
Nick Cage, que como todo mundo já está sabendo é um imortal, que faz parte de uma conspiração antiga para manter o domínio sobre o mundo, assim como Keanu Reaves e John Travolta, está de volta à tela grande interpretando ninguém menos que o Motoqueiro Fantasma! Não contente com o primeiro fiasco, o endiabrado queridão da vizinhança Johnny Blaze retorna para combater os demônios do “além do aquém donde que veve os morto“. A promessa não é de coisa boa, mas ainda assim, pelo visto até agora talvez tenhamos um filme melhorzinho do que o primeiro.
“E por quê”, pode perguntar o bom nerd leitor deste blog. Bem, antes de dar a explicação, é preciso reiterar: talvez tenhamos um filme melhorzinho! Não um filme bom, ou excelente. E para chegar até aí devemos entender um pouco sobre o Motoqueiro Fantasma. A personagem foi criada no início dos anos 70, inspirada em grande parte na canção de Johnny Cash, Ghost Riders In The Sky. As imagens que a letra invoca são de perdição, terror, e desespero. Nada que se veja num filmão para passar na Tela Quente. Quando a personagem foi desenvolvida na Marvel Comics, os aspectos sobrenaturais e o anti-heroísmo foram o forte para atrair o público, Johnny Blaze não é o Capitão América, ou um típico herói americano que para diante do inimigo por ver sua amada ameaçada, ou que se impõe diante do mal por todos nós. Ele quer se libertar do Espírito da Vingança, e o espírito da vingança quer… vingança! O primeiro filme até que desenvolveu bem isso no início do argumento, principalemnte na parte onde ele estava na cadeia com a bandidagem. Ok, muito bem. Mas ainda faltou disso na concepção visual do filme. As cenas com a moto ficaram meio esquisitinhas, a transformação dele parecia muitas vezes um fósforo sendo aceso, fora que a caveirinha dava a impressão de ser um gif de site de terror do fim dos anos 90 e ainda era branquinha, uma caveirinha lavada. Quem conheceu a personagem dos gibis sabe que precisa de bem mais fogo, bem mais velocidade e bem mais sangue dos bandidos. Ninguém gosta de um Johnny Blaze pronto pra ir pra missa.
No novo filme, ao que parece, a equipe de criação andou trabalhando mais na aparência decaída do Blaze, tanto durante a transformação, quanto na forma completa de Motoqueiro. Ponto positivo. Climão super-herói que resolve combater o mal por altruísmo, prometendo que vai se envolver emocionalmente com a vítima da vez (neste caso uma criança de nome Danny, possivelmente em referência a Danny Ketch, uma das encarnações do Motoqueiro), ponto negativo. E para completar tem uma cena onde ele para no acostamento pra tirar fogo água do joelho e mija uma labareda! Dúvida séria se é o melhor ou o pior do filme! Bem, a bagaça obra já está em cartaz, quem tiver coragem de se aventurar e saber se é bom ou não, pague para entrar, e reze para sair!
Nerd que é nerd gosta de super-herói. Mas tem uma coisa que com certeza nerd gosta mais do que super-herói: a super-heroína. Roupinhas bem justas, um ar decidido no olhar, decotes provocantes e cores vivas (sem desmerecer as personagens de linha mais dark, como a Batgirl ou a Mulher-Gato fazem o repertório visual dessas mocinhas que partem corações e alguns ossos todos os meses nas Hqs. Além de oferecerem entretenimento dúbio de qualidade para o bom nerd, as heroínas também inspiram muitas vezes a fantasia do carnaval das gatinhas em geral, carnaval aliás, que já está perto. E se tem um cara bom pra fazer arte de super-heroínas, é o Bruce Timm. Ele é o artista por trás dos conceitos das séries que revitalizaram o universo animado da DC comics nos anos 90 (Batman TAS, Batman Beyond e Superman TAS foram os primeiros, não necessariamente nesta ordem), com uma arte dinâmica, simples e extremamente expressiva. O seu estilo anda um pouco sumido das animações atuais, mas o cara ainda está como produtor e diretor de muitas delas. Suas pin-ups de olhar “agatinhado” e poses encantadoras são um verdadeiro colírio aos olhos. Excelente como arte e como roedeira e unha para os nerds de plantão.
Seguem algumas das moçoilas:
mais pin-ups e alguns outros desenhos de Bruce Timm aqui
Todo mundo diz que a vida parece um filme, alguns tem até a trilha sonora pronta. Mas se você pudesse fazer um filme da sua vida, como ele seria? A Nextel lhe dá uma ajudinha nessa empreitada para você fazer “O Clipe da sua vida”. Acesse o hotsite Nextel Seu Mundo Agora e conecte a sua conta do Facebook. O aplicativo irá buscar os 4 amigos que você mais interage e montar o clipe da sua vida. Seus principais contatos, fotos e vídeos do Facebook farão parte dessa história, que você ainda poderá compartilhar via Twitter, pelo próprio Facebook, Google+ ou e-mail. Além disso, se não curtir a escolha dos 4 amigos que entraram no clipe você pode trocar e fazer de novo, é realmente muito legal!
Não fique de fora dessa, faça o clipe da sua vida e compartilhe com os seus amigos!













































