Impressoras Jato de Tinta = Camelos?

O que parecia ser surreal tempos atrás, hoje praticamente se torna uma realidade. Assim como já temos quase uma relação de 1/1 com as licenças de Windows x Preço da máquina, com as impressoras à Jato de Tinta não é muito diferente.

Caras e lentas nos primórdios, além de terem péssima resolução, atualmente, se esses equipamentos não superam as Lasers em termos de qualidade de impressão e velocidade ao menos se aproximam bem mais do que há alguns anos atrás. O preço também baixou consideravelmente e a quantidade de opções beira o caos. Porém, na relação 1/1 citada, chegamos a um ponto onde o preço do cartucho é quase que equivalente ao preço da impressora.

Quando pegamos uma impressora doméstica, até mesmo multi-funcional, se observamos com atenção veremos que o par de cartuchos (caso a impressora utilize um preto e um colorido) custa pelo menos R$100,00 dependendo do modelo. E hoje conseguimos encontrar a impressora por algo em torno de até R$120,00.

Chega a ser absurdo o exorbitante preço cobrado pelos cartuchos de impressão à Jato de Tinta, levando-se em conta que a maioria vem com a ínfima quantidade de 5 a 10ml de tinta. Há cálculos disponíveis na Internet, como esse aqui*, que demonstra o quão absurdo é o custo para o usuário da tinta da impressora.

Nosso dilema gira em torno de imprimir nossos textos e fotos ou tomar champagne francês. É realmente um disparate. O conselho que damos é que caso você imprima grandes quantidades de texto e pouco/nenhum material colorido, opte por uma pequena impressora a Laser, que já chegam a custar entre R$400,00 e R$500,00 reais e possuem tonner com capacidade para imprimir 10x mais páginas do que o cartucho microscópico da jato de tinta. E por mais caro que seja o tonner, a relação entre o custo do tonner x quantidade de páginas impressas ainda sai bem mais em conta.

Porém, se você tiver muita necessidade de impressão de artigos em cores, ou fotos, já há uma solução extremamente viável no mercado nacional para economizar com impressoras jato de tinta. O recurso chama-se Bulk Ink™ e adaptado a sua impressora fará com que seu custo caia drasticamente.

A adaptação basicamente fornece uma estrutura de armazenamento de tinta separada por cores. As impressores de tinta utilizam o padrão CMYK para cores, possuindo apenas as 4 cores existentes nesse padrão, que são Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e o Preto (K, que na verdade utiliza a letra K por ser a “Key Color”). As fabricantes de impressoras, espertamente, fornecem cartuchos coloridos onde (até um tempo atrás) não dava pra recarregar apenas a cor que acabasse. Sendo assim, quantas vezes o seu cartucho colorido acabou apenas uma das cores e você teve que trocá-lo sabendo que ainda havia bastante tinta das outras cores?

Hoje diversas lojas são especializadas em recarga dos cartuchos, porém essa prática não é bem recomendada por acelerar o processo de deterioração das impressoras. Os cartuchos são desenvolvidos de tal forma que sejam o mais descartáveis possível para forçar a compra de um novo.

O kit acima consegue armazenar uma quantidade muito maior de tinta, permite que o usuário visualize em que nível encontra-se uma tinta específica e encher muito mais facilmente o reservatório específico que secou. Além disso, as lojas especializadas em BulkInk vendem reservatórios com 100ml, 200ml (um monte de tinta!) por preços bem acessíveis, entre R$20,00 e R$50,00 dependendo da qualidade.

O Kit BulkInk é encontrado nas cidades por preços que variam de R$200,00 a R$500,00 e pode ser um investimento que não vale a pena, como citamos anteriormente, caso o usuário imprima pouco ou nada em cores. Mas se sua demanda é grande o custo benefício é muito bom.

Por demanda grande você pode considerar a utilização de 1 cartucho por mês. Em uma impressora onde o cartucho colorido ou o preto custe R$50,00, em torno de 6 a 8 meses você já irá ter recuperado o investimento no Kit de adaptação. Não é um prazo tão pequeno levando-se em conta que a vida útil das impressoras atuais é bem curta e a maior parte dos usuários troca-as com mais ou menos 1 ano de uso. Porém ainda é uma economia grande principalmente se você tiver uma pequena empresa.

* o BQEG não se responsabiliza pelo conteúdo de links externos. Os links são verificados antes, mas disponibilizados apenas em caráter informativo aos usuários.

Windows 7 a Vista (com trocadilho!)

Já faz um tempinho, a Microsoft disponibilizou para Desenvolvedores (e quando os torrents cairam na rade, para o público em geral) a versão pré-beta do Windows 7. Como todo lançamento de uma nova versão do Windows, espera-se que novos artefatos gráficos e perfumarias em geral apareçam nesse novo sistema operacional.

É perceptível que do Windows XP para o Vista, muitas mudanças significativas ocorreram, aquelas que rodam em background e são transparentes para a maioria dos usuários. Após utilizar o Vista por um tempo, dificilmente alguém tem vontade de retornar para o Windows XP, dada a diferença de velocidade e desempenho em geral entre os dois sistemas operacionais irmãos. Claro que uma fase de adaptação foi necessária, e ainda existem diversos problemas de incompatibilidade, que ocorreram da mesma forma quando o Windows XP foi lançado ou quando foi liberado o Service Pack 2. Porém, pode-se dizer que o Windows Vista proporciona uma boa experiência para o usuário, desde que ele possua um hardware compatível (estamos falando de pelo menos um processador de núcleo duplo e 2Gb de memória Ram, além de HD Sata).

Esperava-se que levasse alguns anos até que o hardware disponível no mercado fosse capaz de suportar o Windows Vista, mas o que vemos hoje (na realidade brasileira) é que os custos diminuíram drasticamente, e os computadores chegaram até as classes mais baixas da população. De fato, o preço dos equipamentos caiu tanto que estamos quase num patamar onde a licença do sistema operacional custa o mesmo valor do equipamento. Em breve, deveremos ter uma relação onde você adquire o sistema operacional e recebe o computador de brinde.

A pergunta que fica é: vale a pena trocar o “recém-lançado” Windows Vista pelo novo Windows 7? O que se pode perceber por alguns screenshots é que a área de trabalho será similar a do Leopard, o sistema operacional da Apple. Menus mais simples ainda e área de trabalho múltipla (conceito que já deveria ter sido implementado no Windows Vista) estarão presentes nessa nova versão.

Levando-se em conta o custo de uma licença, a tendência é que as versões do Windows Vista tenham a natural queda de preço e que ainda leve um bom tempo até que os usuários façam a troca de sistema operacional. Justamente pelo simples fato de a Microsoft ter acertado em cheio com o Windows Vista, muitos usários manterão seus sistemas operacionais utilizando o bom e velho jargão do futebol: em time que está ganhando não se mexe.

Microsoft Office ou BrOffice?

Muito se fala em relação ao preço exorbitante das licenças de softwares de computador. A pirataria é fortemente condenada, mas num país como o Brasil, onde as empresas e os usuários domésticos não tem tantos recursos financeiros a disposição, fica extremamente custoso conseguir manter-se legalizado em relação as licenças de software.

Isso está sendo amenizado com a venda das licenças OEM (Original Equipment Manufacturer), que barateiam o custo do fabricante quando já vem vinculadas ao equipamento. A maioria dos Desktops e Notebooks já vem com licenças OEM do Microsoft Windows Vista, variando apenas a versão.

Mesmo assim, o custo de uma licença para um sistema operacional com o Windows Vista ainda ultrapassa os R$500,00, tornando extremamente caro possuir as licenças originais para usuários domésticos e pequenas empresas.

Para esses usuários, ainda há o maior vilão em termos de preço de licença, por tratar-se de ferramenta indispensável ao dia a dia tecnológico de um usuário de computador. O Pacote Office. Dependendo da versão utilizada, a licença dessa suíte pode chegar a mais de R$1.000,00. Algo extremamente caro para os padrões brasileiros.

Porém, voltando ao título do post, há ferramentas no mercado que são baseadas em código aberto e tentam concorrer de igual para igual com o Microsoft Office, ou então, ao menos oferecer um alternativa viável em termos de recursos com preço mais do que atrativo, por tratarem-se de ferramentas distribuídas gratuitamente.

O concorrente mais conhecido é o OpenOffice, aqui batizado de BrOffice (Download da instalação – arquivo com 121.5mb). Essa ferramenta, que encontra-se na sua versão 3.0 e já é muito melhor do que foi no começo. Muitos dos recursos existentes no pacote Office da Microsoft já são atendidos pelo BrOffice de maneira similar. Tudo vai depender do tipo de utilização que se deseja, mas na maioria dos casos a ferramenta atende de forma satisfatória os usuários comuns.

A grande dificuldade em se conseguir aceitação vem de dois fatores: um é o layout, que ainda não é tão bonito, usável e agradável como o da Microsoft. Porém, quanto a isso não se pode reclamar, tendo em vista que o design do BrOffice não é ruim e é feito gratuitamente por profissionais que utilizam seu tempo livre para desenvolver da melhor forma possível uma ferramenta gratuita para todos.

O outro fator é o hábito. Não só no Brasil, mas no mundo todo, existe uma cultura Microsoft muito impregnada na mente das pessoas. Mais de 80% dos equipamentos têm Windows instalado e o Office acaba entrando nesses computadores por osmose. O grande erro dos usuários é não experimentar algo diferente e gratuito que pode lhe permitir uma boa performance. Todos preferem gastar uma fortuna adquirindo uma licença do Microsoft Office ou simplesmente viverem na ilegalidade (grande maioria), ignorando as leis e a propriedade sobre a ferramenta.

Em muitos aspectos, o BrOffice realmente deixa a desejar, porém a ferramenta possui um desenvolvimento contínuo e a tendência é que a cada versão melhorias significativas aconteçam.

Para o mundo coorporativo, ainda é importante possuir uma licença do Microsoft Office, tendo em vista que nesse nível de utilização, diversos recursos existentes majoritariamente no Microsoft Excel dão um significativo ganho de produtivivade as empresas, e ainda não se encontram disponíveis no BrOffice.

A Microsoft, pensando na questão da pirataria e buscando tornar os seus produtos mais acessíveis, lançou versões mais simplificadas do sistema operacional Windows Vista, e nos últimos tempos, está vendendo uma licença do Microsoft Office Home And Student, para estimular a grande maioria dos usuários a legalizar sua licença. Essa versão é encontrada no mercado por R$199,00 e pode ser utilizada em até 3 computadores, tornando o preço bastante atrativo.

Como já dissemos antes, no caso dos browsers, as opções são boas e o ideal é sempre experimentar e observar qual ferramenta lhe atende melhor. O mercado é bastante concorrido, mas muitas vezes temos ótimas opções gratuitas que podem nos surpreender se fizermos um teste.

É inegável o papel do Software Livre na massificação dos recursos para as camadas mais pobres. Da mesma forma que as SoftwareHouses são fundamentais no papel de desenvolver produtos de alta qualidade e eficácia.

Cabe a nós decidirmos o que queremos instalado nos nossos computadores.

Perfil do usuário

Bom pessoal, conforme prometido, vamos traçar nesse pequeno post alguns dos perfis mais comuns de usuários de computador, para que vocês possam identificar melhor em qual categoria vocês se enquadram, conseguindo assim, fazer uma busca mais direcionada no mercado para a aquisição de um novo PC.

Usuário comum: esse perfil de usuário utiliza a máquina na maioria das vezes apenas para navegar na Internet (Orkut, MSN, etc.), digitar textos e trabalhos da escola/faculdade, além de ouvir música no computador e assistir vídeos no Youtube. Esse usuário não necessita de um equipamento muito robusto, o mais importante nesse caso é ter um sistema operacional bem configurado e protegido, com anti-vírus atualizado e todos os patches de segurança aplicados.

Máquina ideal: Celeron 2.0ghz ou superior, 1gb Ram, Hd 160Gb

Heavy User: não existe uma tradução literal para esse termo, mas seria algo como um super usuário. Ele diferencia-se do Usuário comum porque além de fazer o que o anterior faz, passa bem mais tempo no computador, navegando, assistindo vídeos e ouvindo músicas. Além disso, esse usuário tende a fazer uma enorme quantidade de downloads da Internet aproveitando a velocidade da sua banda larga. Isso demanda mais espaço em disco e uma máquina um pouco mais robusta para suportar programas de música mais pesados, diversos softwares para o dia-a-dia e em alguns casos até jogos menos pesados. Esse usuário também pode ser dependente do micro para o trabalho, portanto a máquina terá todas as suas ferramentas e programas necessários para o trabalho.

Máquina Ideal: Core Duo ou superior, 2Gb Ram, Hd 250Gb

Gamer: para o jogador, a potência vem antes de tudo. Hoje em dia, as máquinas estão cada vez mais rápidas, porém os jogos avançam na mesma velocidade com gráficos e recursos cada vez mais incríveis. Essas novidades demandam cada vez mais poder de processamento das CPU´s  e principalmente das placas de vídeo Off-Board. Muita memória RAM também é indispensável e muito espaço em disco para instalação de jogos, downloads de músicas e filmes.

Máquina ideal: Core 2 Duo ou Core 2 Quad, 2 ou 4gb de Ram, Hd 320Gb, Placa de Vídeo Off-Board PCI Express com 512Mb Ram ou superior

Cinéfilo: para esse usuário, o uso do computador se resume ao MSN, um pouco de navegação e filmes, muitos filmes! A máquina desse usuário possui um enorme banco de dados de filmes, seriados e vídeos em geral. Demanda um bom processador e memória para poder rodar os vídeos em 720p (half-hd) e 1080p (full-hd).

Máquina ideal: Core 2 Duo, 2Gb Ram, Hd 500gb

Usuário prático: esse usuário faz apenas o essencial e útil com o computador. Fala pouco no MSN, navega procurando artigos, sites interessantes onde possa aprender algo e faz o pagamento das suas contas no bankline e compras pela Internet. Não tem muita paciência para ficar muito tempo no computador mas também não consegue viver sem ele.

Máquina Ideal: Core Duo, 2Gb Ram, Hd 160Gb

Descubra qual o seu perfil ideal e encontre sua máquina perfeita ;-)

Como escolher a máquina ideal?

Muitas vezes, na hora de escolher um novo computador, ficamos na dúvida do que devemos fazer. Um Desktop ou um Notebook? 1 ou 2gb de memória? E o hd?

São muitas perguntas a serem respondidas na hora de decidir qual equipamento comprar. O importante a definir primeiro, é qual será a necessidade do novo equipamento. A maioria dos usuários de computador não utiliza os recursos da máquina em sua totalidade. Os vendedores geralmente pecam na hora de fornecer informações técnicas e específicas a respeito do que estão vendendo, e o que acaba acontecendo é que o usuário ou leva uma máquina aquém do que esperava ou uma máquina superestimada para as tarefas que irá executar.

Num ambiente doméstico, a utilização do computador varia entre o acesso a Internet para navegação, utilização do MSN, edição de textos, fotos e downloads diversos. Para executar essas tarefas, a máquina precisa ter não mais do que uma quantidade razoável de memória e um bom processador, além de um hd relativamente rápido e espaçoso. Caso o perfil do usuário seja de um gamer, aí a coisa já muda de figura, pois será necessária uma placa de vídeo com maior poder de processamento.

Definido o seu perfil de utilização, a máquina deve ser montada (ou configurada, caso seja de marca) com uma boa relação entre processamento, capacidade da memória RAM e armazenamento, pois essa proporção é que irá evitar gargalos na hora de utilizar o computador. Não adianta utilizar uma máquina com muita memória RAM se o seu processador for fraco, pois em dado momento os sistemas e softwares utilizados irão exigir mais poder de processamento e toda a memória embarcada não irá fazer o trabalho sozinha.

Da mesma maneira, se você tiver um excelente processador e pouca memória, na hora de abrir um programa pesado ou processar algum arquivo, vídeo ou imagem, a máquina vai “pedir penico”.

Para o hardware atual disponível no mercado, em se tratando de usuários domésticos, uma máquina com um Processador Intel Core Duo ou Core 2 Duo (Ou Athlon/Turion X2, equivalente da AMD), com 2Gb de memória RAM DDR-2 667mhz e um HD Sata-2 de 250gb faz um bom papel para todas as atividades envolvidas no uso doméstico. Para acrescentar a capacidade de rodar jogos atuais, basta adicionar uma boa placa de vídeo PCI-Express Off-Board (placas off-board são adicionadas “por fora”, não vindo integrada com a placa-mãe, por isso o termo empregado) com pelo menos 256mb de memória, porém, em alguns casos, os jogos irão necessitar de placas com pelo menos 512mb ou até mais para rodarem em sua capacidade máxima.

Ainda não falamos de outro detalhe importate sobre a escolha da máquina: mobilidade. Se além de todas as atividades relacionadas o usuário necessita de mobilidade, a solução realmente mais adequada é a compra de um Notebook. Hoje, temos várias opções no mercado que competem em pé de igualdade com os Desktops em relação a preço e poder de processamento. Já estão disponíveis no mercado interno máquinas com processadores de núcleo duplo, com 2gb ou mais de memória e HDs acima de 160gb girando em torno de R$1.500,00.

Para não tornar a leitura cansativa e demorada, em breve traremos um novo post mostrando os perfis mais comuns de usuário para que você encontre o seu e saiba como escolher a máquina ideal para o seu dia-a-dia. :-)

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