Existe uma grande diferença entre ser um cliente chato e um cliente exigente. O cliente exigente é aquele que como eu, reclama quando deve reclamar, que não tem vergonha de exigir um bom atendimento e de ter seus direitos respeitados, mas que sabe da mesma forma recompensar e elogiar o serviço ou a empresa quando tudo é feito da forma correta.
Quem me acompanha no blog e no Twitter sabe que eu sou uma espécie de ‘fanboy’ da Dell. Não sou fanboy de fato pois não ataco as outras empresas nem considero burras as pessoas que compram produtos de outras marcas. A concorrência DEVE existir e é ela quem faz com que todos busquem melhorar e aumentar a qualidade de seus produtos e serviços. Não é a toa que já publiquei alguns publieditoriais da Dell, pois dinheiro a parte, eu ACREDITO que a Dell é uma boa empresa, POSSUO os seus produtos e recomendo eles a todos que conheço.
Eu tenho um notebook Dell Vostro 1310 e minha esposa tem um Inspiron. Essa semana o meu notebook, que teve a garantia expirada em 20/02/2010 apresentou um problema sério. O cabo do carregador simplesmente pegou fogo. Deu curto bem próximo ao carregador, no cabo que é embutido no mesmo. E foi um fogo considerável, a ponto de subir uma chama bem alta. Sendo assim, fiquei com o carregador inutilizado.
Procurei a assistência da Dell através do site. Vale ressaltar: ao contrário de muitas outras empresas, a assistência da Dell é extremamente eficiente. São diversos canais para contato e dificilmente o tempo de espera para atendimento passa de um minuto. Os atendentes são todos bem capacitados e entendem o problema, dessa forma podem de fato ajudar quem está do outro lado da linha, ao invés de simplesmente repetirem um discurso pronto e fazer perguntas bobas.
Como fui informado de que a garantia havia expirado, inicialmente não fui atendido com relação a troca. Restava a mim resignar-me, pois teria que procurar um carregador em algum fornecedor para comprar. E foi aí que fui surpreendido. Um funcionário da Dell através do Twitter ficou sabendo do meu problema. Vale ressaltar que esse funcionário não trabalha no setor responsável pelo atendimento do meu equipamento. O importante é ressaltar que o funcionário me viu com um problema e teve a iniciativa de movimentar outro setor, buscando uma solução que pudesse me ajudar.
No fim das contas, fui contactado pela Dell para efetuar a troca do carregador mesmo fora da garantia, pois é uma situação de risco para o meu equipamento e uma situação de risco para mim mesmo. Ou seja, a empresa não se preocupou apenas com os lucros. Se preocupou com a minha satisfação geral e foi além: se preocupou com minha integridade física. Se isso não é um diferencial que mostra o bom atendimento, não sei de fato o que pode ser.
Não é a toa que eu tenho um notebook Dell, minha esposa tem notebook Dell, minha cunhada comprou um Dell por indicação minha, e recentemente, 15 dias atrás, meu pai passou a ser proprietário de um notebook Dell Inspiron também por indicação minha, fora outras pessoas que também já compraram na Dell por confiarem na minha opinião.
Não digo que a empresa não tenha problemas, com um volume de vendas absurdo como o da Dell é até normal que haja outros casos, desde máquinas com defeito até clientes insatisfeitos. Querer que tudo seja perfeito é uma enorme utopia. Mas eu garanto, você pode até economizar 10 ou 20% comprando máquinas de outros fabricantes. Porém o pós-venda, o atendimento diferenciado da Dell é quase incomparável. E olhe que eu tenho um Notebook Semp-Toshiba, já tive Amazon, já tive Evolute e já tive HP. Ou seja, tenho experiência de sobra com diversas marcas.
Só me resta parabenizar a Dell pelo atendimento, mesmo sabendo que trata-se de uma obrigação. E agradecer ao funcionário citado, pois ele com uma pequena iniciativa, conseguiu transformar um cliente já satisfeito num cliente satisfeito e feliz. E que irá continuar indicando a marca por um longo tempo.
UPDATE: eis que 24h depois o carregador JÁ CHEGOU! E o prazo dado tinha sido de 48h. Agora já posso usar meu notebook tranquilo de novo :-D
Hoje a Rosana postou um tweet falando que a versão russa do Colheita Feliz, o Farmville do Orkut sofreu alterações em comparação com a versão brasileira. Basicamente o povo russo não acha interessante um jogo onde é possível roubar a fazenda do vizinho. É para refletir ou não?
A Rússia não é um país conhecido exatamente por sua política estável, ou por sua economia transparente. Bilionários dos petrodólares nascem todos os dias, de forma obscura e vivem como se nada acontecesse. Máfias russas são conhecidas em todo o mundo atuando em diversos segmentos.
Reflitam sobre isso. Como roubar no colheita feliz é tratado no Brasil? Com pedidos desesperados no Yahoo Respostas para ensinar as técnicas e com tutoriais no Youtube ensinando a fazer a mutreta.
Com o amadurecimento do Twitter, a ‘etiqueta’ para usuarios da ferramenta vai se criando, moldando e adaptando com o tempo. Adaptando-se principalmente a duas coisas: a dinâmica da ferramenta e a necessidade de cada um. Certas lógicas como a do RT são universais e aceitas de forma tácita por todos. Outras, sofrem juízo de valor porque cada um pensa de um jeito mesmo.
Entre essas ‘regras’ a de anunciar ou não o unfollow/block possui diversas observações sobre ser ético/correto ou não fazer o anúncio público dessa atitude. É correto eu falar na minha timeline que dei unfollow e/ou Block em fulano de tal por motivo A, B ou C? Cabem aí duas hipóteses:
a) Partindo do princípio de que este é o MEU twitter, em tese posso fazer o que eu quiser, portanto, doa a quem doer, se eu quiser anunciar que estou deixando de seguir ou bloqueando alguém, é algo que diz respeito só a mim;
b) Independente de quantos seguidores você tenha, anunciar o unfollow/block é uma informação que será passada para eles. Pode não ser do interesse deles ficar sabendo disso. Além do mais apesar de ser o MEU twitter continuo sendo responsável pelo que falo e não sou 100% livre pra dizer o que eu quiser;
Porém, o que eu observo é que normalmente quem anuncia o unfollow ou block faz por motivos pessoais. Porque não gosta do fulano ou sicrano, porque esse beltrano falou algo que o desagradou (como se divergir fosse motivo pra unfollow/block) e geralmente isso vem de forma bem agressiva. Frases como “parei de seguir o imbecil do…” ou “Dei unfollow nessa idiota dessa…” são presentes em quase todos os anúncios públicos de unfollow.
Eu já fiz isso algumas vezes, mas sempre respondendo ao anúncio inicial de que alguém deixou de me seguir por motivo X, Y ou Z mas o fez de forma agressiva. Quando o anúncio é dirigido apenas a mim, às vezes eu respondo diretamente para a pessoa, às vezes não.
Se puder evitar esse tipo de anúncio, evite. A impressão que passa é de que a pessoa está querendo chamar a atenção do perfil que está deixando de seguir, ou querendo chamar atenção para si mesmo. Como se o objetivo fosse criar uma fofoquinha ou incentivar seus seguidores a fazer o mesmo, o que convenhamos, é muita babaquice.
De uns tempos pra cá amadureci a ideia de ter um iPod Touch de 32GB, principalmente pelo fato de muita gente elogiar o aparelhinho e a vantagem de ter uma prima vindo dos EUA para o Brasil para o meu casamento em Abril. Pelos meus cálculos aproximados o iPod Touch de 32GB custaria aproximadamente RS500,00. Considerando que um de 8GB custa em média R$699,00 aqui no Brasil, é um negócio da China. A diferença básica do iPod Touch para o iPhone é que o mesmo não faz ligações, não têm câmera nem tampouco 3G, limitando o usuário a acessar a Internet em redes Wifi (que nem sempre encontram-se disponíveis). Fora isso, a interação é a mesma, com a tela multi-touch e os aplicativos.
Mas ouvi muitos comentários de que eu pensaria num iPhone rapidamente, o que me fez desistir do iPod Touch e partir para um iPhone direto. Porém, a saga para comprar um aparelho é algo digno de Hércules. Os preços dos aparelhos nas operadoras são extorsivos, é realmente absurdo e indigno. E aqui cabe destacar, as lojas online das operadoras em geral são um LIXO completo. Não funcionam em todos os browsers, as informações são espalhadas e o consumidor mais leigo irá se sentir completamente perdido. Os preços consultados nos sites das operadoras (para aparelhos avulsos, ou com plano) são:
TIM:
iPhone 3G de 8GB (pós-pago) – R$449,00 em 10x de R$52,80 (ainda tem a cara de pau de adicionar juros) no plano Tim Infinity 1000 que custa RS325,90 por mês mais R$49,90 por mês, totalizando R$375,80. Ao final dos 12 meses o cliente terá desembolsado R$5.037,60.
iPhone 3GS de 32GB (pós-pago) – R$1.049,00 em 10x de R$123,30 (ainda tem a cara de pau de adicionar juros) no plano Tim Infinity 1000 que custa RS325,90 por mês mais R$49,90 por mês, totalizando R$375,80. Ao final dos 12 meses o cliente terá desembolsado R$5.742,60.
Não encontrei opções para o iPhone em plano pré-pago, mas se no pós-pago é esse absurdo, nem quero imaginar o preço dele no plano pré.
Claro
iPhone 3GS de 16GB avulso (pré-pago) – R$2.351,00 em 10x sem juros
iPhone 3GS de 16GB (pós-pago) – R$822,00 em 10x sem juros no plano Claro 20003G, que custa a bagatela de R$649,00 por mês obrigando o cliente a assumir um contrato de 12 meses. Ao final do plano, o cliente terá desembolsado R$8.610,00.
Oi
iPhone 3GS de 32GB (pós-pago) – R$799,00 em 10x sem juros no plano Oi 1250, que custa simplesmente R$484,82 por mês. Aqui o desconto de R$2.000,00 no aparelho é diluído em 10 meses. Ou o usuário pode escolher o desconto no valor da conta, caso prefira pagar o aparelho pelo preço de tabela. Não encontrei opções para o iPhone em plano pré-pago, mas se no pós-pago é esse absurdo, nem quero imaginar o preço dele no plano pré. Num período de 12 meses o cliente desembolsa R$6.616,84.
Vivo
iPhone 3G de 8GB (pós-pago) – R$449,00 (não há informação se divide ou não) no plano iPhone completo que custa (acreditem) R$562,00 por mês. Nessa opção o cliente desembolsará R$7.193,00 num período de 12 meses. Isso pelo iPhone mais fuleiro do mercado.
iPhone 3G de 8GB (pré-pago) – R$1.899,00 mas o melhor é a Vivo chamar isso de OFERTA.
iPhone 3GS de 16GB (pré-pago) – R$2.099,00
iPhone 3GS de 32GB (pré-pago) – R$2.399,00
iPhone 3GS de 16GB (pós-pago) – R$749,00 (não há informação se divide ou não) no plano iPhone completo que custa (acreditem) R$562,00 por mês. Nessa opção o cliente desembolsará R$7.493,00 num período de 12 meses.
iPhone 3GS de 32GB (pós-pago) – R$999,00 (não há informação se divide ou não) no plano iPhone completo que custa (acreditem) R$562,00 por mês. Nessa opção o cliente desembolsará R$7.743,00 num período de 12 meses.
Entenderam porque eu não quero o iPhone? Porque o brasileiro é estuprado diariamente pela carga tributária pornográfica do governo e pela ganância das operadoras, que são praticamente incentivadas pelo poder público a esfoliarem a pele do consumidor com um ralador de queijo.
Os planos considerados sempre foram os MAIS CAROS de cada operadora, para ver qual era o preço mínimo conseguido pelo aparelho após o ‘subsídio’. Enquanto vivermos nessa merda de país, se quisermos tecnologia de ponta teremos que virar a bunda pro governo e pras empresas, ou então caso a gente se recuse a passar por essa verdadeira humilhação financeira, estaremos fadados a consumir tecnologia de segunda-mão e continuaremos vivendo no mundo onde o lixo lá de fora é a novidade daqui.
Nesse link postado no Twitter (follow eu aê!) pela @Rosana, O Globo fala sobre o final da Campus Party, o evento de tecnologia ocorrido em São Paulo durante a última semana. A matéria é assinada por Eduardo Almeida. Como o nosso caro jornalista escreve sobre tecnologia mas parece não entendê-la bem, eu vou fazer um favor a ele e a todos que não sabem diferenciar ordens de grandeza (valeu @eduardomps) quando se tratam de dados.
Na matéria citada nosso amigo Eduardo fala que a Campus Party contou com um link de 10Gigabytes para prover acesso à Internet de alta velocidade para os campuseiros. Das duas uma: ou nosso amigo não sabe o que está falando ou realmente a Matrix foi hospedada no evento, pois eu imagino que o link tenha sido de 10Gigabits. Existe uma ENORME diferença entre Bit e Byte que as pessoas que trabalham com tecnologia ignoram sumariamente. Portanto, vamos a matemática básica dos dados para que jornalistas como o nosso amigo não cometam mais erros:
A menor unidade de medida para armazenamento de dados é o BIT.
E assim sucessivamente até chegarmos na ordem dos porrilhões de bytes. A diferença é que quando falamos de Internet, a ordem de grandeza para medida é em BITS. Portanto, quando um “técnico da velox” fala em internet de 1 Mega ele refere-se a 1Mbit, que equivale a 1.024Kbits de largura de banda. Sabendo que um byte (que eu gosto!) tem 8 bits, é só dividir os 1.024 por 8 e você sabe que poderá trafegar dados até 128kbytes/s. E isso considerando que 100% da banda seja disponibilizada, o que é virtualmente impossível por diversos fatores envolvendo a tecnologia usada na conexão e o meio físico.
Outro detalhe: as conexões usadas para acessar esse link foram wireless (suponho que em sua maioria de 54mbits) ou ethernet de 100mbits. Poucos laptops possuem placas gigabit/ethernet e não creio que o evento tenha disponibilizado switchs gigabit para os campuseiros dado o seu alto custo. Dizer que o link era de 10gigabytes é considerar que você poderia arrastar a ISO de um Blu-Ray instantaneamente para o seu desktop, em teoria.
P.S.: Se o link era mesmo de 10gigabytes, peço desculpas ao nosso amigo Eduardo.
Semana passada resolvi mudar o local do computador em casa. Separei o computador da escrivaninha. Uma melhora significativa na minha produtividade. Pois agora tenho um local exclusivo para estudar e um local exclusivo para o computador.
Bom eu tinha um MacBook Pro de 13″ (MB991LL/A para os interessados) um Monitor de 19″ Hanns-G (JW119D) um HD externo de 500gb e precisava de um teclado usb para minha empreitada. Na boa gosto muito do teclado do note mas quando uso por muito tempo, a parte esquerda do teclado dele fica quente demais. Não dá para esquecer o dedo descansando nele hehe. Com isso em mente, parti em busca de um teclado para meu setup ficar completo.
É impressionante a capacidade que o Twitter tem de entrar em pauta. E mais impressionante ainda é a capacidade das pessoas de distorcer a percepção das coisas. Por sua característica principal, o dinamismo, o Twitter provoca uma série de mal-entendidos, comentários atropelados, notícias duvidosas e ascenção meteórica e queda armagedônica de pessoas. O termo mais usado no momento é sub-celebridade. Se o conceito de celebridade já é por si só difícil de definir, imagine o sub.
Diversos textos espalhados pela Web começam dizendo que o Twitter não tem regras e por isso mesmo é uma ferramenta tão boa. Eu discordo totalmente. Acho que o Twitter é na verdade um emaranhado de regras, porém não necessariamente marcadas em pedra. É como a linha do equador. A gente sabe que ela existe, sabe mais ou menos onde fica e que divide o planeta nos hemisférios norte e sul. Porém, ninguém pegou um balde de tinta, um pincel e saiu demarcando-a no chão. É uma questão de convenção, assim como a maioria das regras do Twitter e mesmo muitas das regras de convivência em sociedade.
A invasão de empresas no Twitter está acontecendo e com isso, quem ganha é o consumidor. Diversas promoções estão aparecendo especificamente para a rede social dos 140 caracteres. Cupons de desconto, boas ofertas e melhores planos de pagamento estão entre as opções mais comuns oferecidas aos seguidores dessa ou daquela empresa. A própria Dell já deu uma aula na concorrência, obtendo faturamento superior a US$3.000.000,00 apenas com o seu perfil do outlet no Twitter.
Acordei hoje as 04:00 da manhã, vítima que estou sendo de uma gripe pesada (calma, não sei se é suína) e vou dar uma passeada pelo Twitter. Quando abri o Migre.Me observei uma promoção da Fast Shop (que tem perfil no Twitter seguido por quase 5000 pessoas) que falava de um celular com câmera de 8MP, GPS entre outras coisas. Na ‘promoção’ o celular sai por 10 iguais de RS$129,90. O twitt foi esse aqui:
Aí lá vou eu entrar no site, quando eu me deparo com isso aqui:
Ou seja, se vai usar a ferramenta, use-a com parcimônia. Na ânsia de ganhar dinheiro acaba-se fazendo bobagens como essa. Só me fez perder meu tempo e minha paciência. #ficadica
Se quiser ver o #fail no site da Fast Shop, é só ir aqui.
Ashton Kutcher é um cara inteligente. Muitos tem uma idéia de que ele nada mais é do que um meninão rico, que tem tempo livre o suficiente pra fazer o que todo mundo queria fazer, e nesse meio tempo ainda conseguiu pegar a Demi Moore. Bem, se isso não faz dele um cara inteligente, precisamos rever os nossos conceitos.
Desde os tempos de That 70´s show, quando fazia Michael, um personagem pra lá de bobalhão, esse conceito sobre Ashton existe aqui no Brasil. Não mudou muita coisa com o seu sucesso em hollywood, pois a maioria dos filmes estrelados por ele são aquelas comédias românticas água com açúcar que passam na sessão da tarde.
A diferença é que nos EUA, ser ator é de fato uma profissão. Eles levam isso muito a sério e são muito bem assessorados por lá. Não é incomum ver managers de grandes estrelas também acabarem tornando-se milionários. Aqui no Brasil, a história é bem diferente e as principais estrelas da TV e do cinema nacional estão longe de serem considerados mecenas.
Alguns meses atrás, Ashton engajou-se numa campanha para ser o primeiro perfil do Twitter seguido por 1 milhão de pessoas. E sem usar script. Na época, o seu perfil no twitter e o da cnn estavam lutando cabeça a cabeça para chegar primeiro a essa marca. Ele colocou outdoors nas ruas, foi em talkshows de alcance nacional e prometeu fazer a doação de 10000 mosquiteiros para ajudar a combater a malária para o World Malarya Day. Em caso de derrota, ele doaria 1000. A CNN concordou em fazer o mesmo.
Essa semana, a twittosfera brasileira entrou em polvorosa quando Ashton começou a twittar mensagens comemorando a vitória parcial do time de futebol dos EUA sobre o Brasil (O primeiro tempo terminou 2×0 para os americanos). A medida em que o time brasileiro foi gradativamente encostando, empatando e virando o jogo, fez com que uma enxurrada de mensagens chegassem até o astro americano, que reagiu com muito bom humor. Entre respostas divertidas até o reconhecimento de que o Brasil mereceu ganhar, ele interagiu com diversos seguidores brasileiros e deu uma lição de como usar redes sociais para promover sua imagem. Ao invés de simplesmente ignorar, ele entrou na onda e até falou ‘chupa’, uma campanha iniciada pelo perfil fake do bem @christianpior, que refere-se ao personagem Christian Pior, do Pânico na TV. Esse perfil é um dos mais influentes do twitter no Brasil, possuindo quase 50 mil seguidores.
A campanha para colocar a hashtag #chupa nos trending topics foi uma iniciativa bem humorada e deve ser encarada como tal. Rapidamente milhares aderiram a campanha, e alguns perfis importantes do Twitter nacional como Rosana Hermann, Carlos Cardoso e outros espalharam a idéia. Não levou meia hora pra que a tag chupa aparecesse no topo dos trending topics do twitter. Ashton gostou ainda mais da brincadeira questionando inclusive qual seria o significado do termo chupa, que muitos explicaram tratar-se de algo similar ao ‘suck it’ americano, não no sentido de chupar, mas no sentido de ‘tome isso’.
Pelo dinamismo do Twitter, é difícil alguém tomar posse da criação de qualquer campanha como essa. Com certeza alguém já tinha twittado a palavra chupa antes, talvez até com o mesmo contexto. Mas ficou claro que o @christianpior tomou a iniciativa de mobilizar muita gente para que finalmente o Brasil emplacasse um termo nos trending topics. A campanha foi um sucesso e fez até com que Ashton usasse o Google Translator para dizer que os EUA farão um bom papel na próxima copa do mundo, traduzindo o suck it como chupa-lo.
Algumas celebridades nacionais cairam de paraquedas no Twitter, e pelo visto a coisa começou a desandar. Um grupo liderado por Júnior Lima, Bruno Gagliasso, Marcos Mion e outros criou um Twitter chamado de Os Piratas e tomou posse da idéia do termo chupa nos trending topics. Mas não foram eles que tiveram a idéia, porém eles tem a mídia em suas mãos. Eles também acabaram querendo para si a autoria da campanha #forasarney, essa ainda anterior a do chupa.
Quando vi essa manipulação da verdade por parte das pseudo-celebridades brasileiras, rapidamente tracei um paralelo e fiz uma comparação com o Ashton. Isso me fez lembrar o texto do Cardoso que diz que ‘A morte do dinossauro não torna o rato relevante‘. Os artistas envolvidos em roubar o chupa são os ratos da história. Rodrigo Scarpa, o reporter vesgo ainda tentou forçar a barra para que o Ashton ajudasse a campanha do #forasarney mendigando atenção e pedindo que Ashton twitasse algo a respeito. E ele twittou. Disse que não é brasileiro, que nõs é que temos que buscar melhorias para nosso país e política e que ele não vota no Brasil. Isso é o que eu chamo de nocaute técnico. Ele deu com uma única twittada várias lições, pois não se envolveu em questões políticas as quais não entende totalmente, não falou algo que poderia trazer algum dano a sua imagem e ainda mostrou que o twitter dele não é casa da mãe joana. Só porque ele tem 2,5 milhões de seguidores agora qualquer desconhecido (vocês acham que ele faz idéia de quem é o Rodrigo Scarpa?) pode chegar lá e pedir uma twittada? O @christianpior conseguiu isso por puro timing, fez na hora em que o jogo estava rolando. Depois que a onda passou, não dá pra pegar jacaré, no máximo levar um caldo.
Essa atitude das ‘celebridades’ brasileiras me faz lembrar do episódio em que filhos da high society carioca filmaram o momento em que jogavam ovos nos passantes. É mais ou menos como uma versão twitter da música nós vamos invadir sua praia. Se eles não podem dominar o pedaço, vamos bagunçar o coreto.
Esse vídeo resume todo o acontecido cronologicamente. Para finalizar a história, recomendo aos artistas brasileiros que aprendam um pouco a como se portar em redes sociais com o Ashton, que só tem 31 anos mas pelo visto tem um monte de coisas a ensinar as celebs do lado de cá.
PS.: no fundo, os Piratas são massa de manobra dos verdadeiros twitteiros relevantes.
PS.2: Para quem não sabe o que significa Aplusk, basta ir nesse link aqui.
Em 27 de janeiro de 2009 escrevi este post, fazendo um ‘review’ do notebook SFX-35 da Evolute PC. Conforme disse na época, resolvi dar uma oportunidade para uma marca nacional no momento que fui adquirir um notebook novo. Como todo mundo sabe, os notebooks vendidos no Brasil tem em sua maioria os mesmos componentes. O que difere um do outro basicamente é a qualidade da soma dos hardwares utilizados e o seu processo de montagem, distribuição e pós-venda (por pós-venda leia-se o atendimento do call-center e assistência técnica).
Ou seja, basicamente qualquer um pode comprar um lote de peças, criar um selo e começar a vender notebooks. O que vai fazer a sua marca ser reconhecida é a taxa de retorno por defeitos e a qualidade do serviço prestado na hora que o cliente precisa do apoio técnico/suporte.
E é aí que as empresas nacionais pecam miseravelmente. Em outro post temos usuários insatisfeitos com a Amazon PC, e nesse aqui gente entrando em desespero com os notebooks Acer. Quando falo empresas nacionais, refiro-me não só aos montadores daqui, mas aos representantes também. Duvido muito que lá fora o descaso seja absurdo como acontece por aqui.
Cansado dos defeitos do meu notebook, encaminhei o mesmo até a assistência técnica local em Recife, para solicitar os reparos na garantia. O computador deu entrada dia 27/04/2009. Ou seja, contando de hoje são exatos 46 dias desde que o meu computador está nas mãos da ‘assistência técnica’. Na própria OS fornecida há a informação de que o prazo máximo é de 15 a 30 dias para o reparo.
Perdi a conta de quantas ligações já fiz procurando um retorno (coisa que a assistência técnica nunca faz) e sempre a desculpa é de que as peças ainda não chegaram. Daqui a pouco a garantia do notebook vence e as peças não chegam. Outra desculpa ridícula utilizada é que a Evolute PC mudou-se para São Paulo e por isso o atraso. Só que isso faz uns 20 dias que me foi dito.
Talvez eles achem que um post como esse não tenha repercusão. Mas o blog é lido por 50.000 visitantes únicos todo mês, resultando em 100.000 pageviews. Levando-se em conta as enquetes já realizadas e pela repercusão que o blog tem na internet posso concluir que as pessoas que me visitam confiam em diagnósticos e reviews feitos aqui, bem como na opinião deste humilde blogueiro. Dessa forma, acredito que lendo um artigo onde sou taxativo dizendo que NÃO COMPREM EVOLUTE PC, pelo menos uma boa quantidade de pessoas que esteja cogitando comprar um computador dessa marca mudará de idéia.
O fato é que as empresas vendem (Saraiva, Submarino, Americanas) e depois o usuário que se vire com o fabricante. A fabricante está se lixando pro dono da máquina. E cada um que se vire como pode. Usuários de notebooks Evolute, Acer, AmazonPC podem até gostar de suas máquinas. Mas esse caso de amor só vai existir até o dia em que ele der defeito e você precise de assistência técnica, seja na garantia ou fora dela.
Assim que tiver novidades sobre o caso faço um update.