
A obra-prima das HQs Watchmen, escrita por Alan Moore nos anos 80, que tem o crédito de ser aclamada tanto por fãs nerds, quanto pela crítica literária ganhou uma continuação. Ou melhor, um grande prólogo, contando aventuras que precederam os eventos da história, 7 séries contando os “dias de glória” dos protagonistas da série. As equipes criativas envolvidas no projeto, por personagem são:
Rorschach: Brian Azzarello and Lee Bermejo
Comediante: Brian Azzarello and JG Jones)
Minutemen: Darwyn Cooke
Silk Spectre: Darwyn Cooke and Amanda Conner
Doctor Manhattan: J Michael Straczynski and Adam Hughes
Nite Owl: Joe Michael Strazynski (e possivelmente Andy e Joe Kubert)
Ozymandias: Len Wein and Jae Lee.


Toda essa galera é consagrada no meio dos quadrinhos e já teve participações em obras importantes (como Brian Azzarello, de 100 balas e J. Michael Straczynski, de Homem-Aranha), provavelmente são pessoas que conhecem bem Watchmen e têm respeito pela obra. Ótimo. Mas… MAS…
Por que ainda existe uma desconfiança com relação ao resultado? Quem leu, ou tiver a oportunidade de ler Watchmen vai ver que a história não foi concebida na intenção de virar uma edição regular, nem mesmo é uma história clássica sobre super-heróis. Tornou-se sim, um clássico dos quadrinhos, pela sua qualidade e impacto, mas não é uma história em que a aventura se basta. Alan Moore mete o dedo na ferida do sonho americano o tempo todo, e coloca as personagens e suas relações num nível tão humano e próximo que incomoda (ele aborda até questões que todo mundo gosta de levantar, como por exemplo, a roupa de super-herói atrapalhar a ida ao banheiro). As fragilidades das personagens, seu momento de derrocada parece ser essencial para explicar a motivação delas para continuarem fazendo o que fazem, além de refletirem o desalento da época.
Sendo assim é de se perguntar se realmente vale a pena ver essa turma no seu dito auge, dando tapa na cara da marginalia somente porque isso seria legal. Vamos ver o Nite Owl saltando prédios na sua melhor forma porque foi pelo que o público ansiou ao vê-lo barrigudinho se apertando na sua armadura (se bem que só assistiu ao filme viu um Nite Owl bem atlético e com jeito de ninja). Pelo que as imagens liberadas até agora pela DC mostram, até mesmo os Contos do Cargueiro Negro vão ter sua versão “Before Watchmen”. Lembra aqueles seriados que prometem que vão acabar na quinta temporada e chegam além da sétima (não é, Supernatural?). Outra coisa interessante é que todas as personagens de Watchmen têm pares no mundo de super-heróis mais clássicos, divertidos e aventureiros. Essa ligação de referência talvez sugira que a obra seria mais rica sem continuações, seja pra frente, ou para trás.


Quanto à arte, é inquestionável a qualidade visual do que já se viu até agora, a não ser pelo preview da silk spectre (que pareceu por fora demais da atmosfera de Watchmen, mas não é por si só mau desenho), todos os desenhos estão muito bem executados, muitas imagens simbólicas da obra estão bem encaixadas nas composições, que dizem a que vieram. O que parece meio duvidoso é justamente a quantidade de texturas e detalhamentos tão próprio desta época de desenho digital. Quem leu Watchmen pode até dizer que achou a arte de Dave Gibbons pesada e mesmo seca, mas para falar de uma época como os anos 80, em plena guerra fria, aquelas cores mais chapadas, as linhas bem definidas parecem reforçar a crueza da narrativa,o peso dos anos sobre as personagens e levar o público direto ao olho do furacão, sem chance de esperar que o tempo abra. A vida no universo de Watchmen está bem ruim, e só tende a piorar. Essa arte atual parece querer muito encontrar a característica de texturas e volumes que o cinema está usando constantemente nas adaptações de super-heróis, a capa da edição do Nite Owl parece estar bem mais próxima do filme do que dos desenhos originais. Outro detalhe é o Ozymandias flutuando em uma das capas. Ou é uma Magical Mystery Tour, ou só resolveram botar ele no nível de Neo. Não basta segurar balas o ar, tem que flutuar igual a Goku.
E é por essas que é bem difícil de entender qual é a necessidade de haver uma “Before Watchmen”, as expectativas não são as melhores, fica a torcida para que a equipe criativa surpreenda e prepare um material que além de divertido, permaneça na memória e se ligue de verdade a Watchmen. Mas até agora, o que promete é algo mais para…

Existe todo tipo de babaca e doido nesse mundo, mas esse tipo aqui é novo pra mim. O cara tem o recorde de pessoa com mais URLs tatuadas no corpo do mundo. Deve ser o recorde mais específico que existe. Segundo o sujeito, que se chama Pat Vaillancourt, o objetivo é ter mais de 100.000 endereços de websites tatuados na pele:

O mais imbecil de tudo isso é que quando ele terminar, a maioria dos sites nem vai existir mais. E nem dá pra clicar pra acessar. Mais sobre esse palhaço aqui.
Alô gente que acha que vampiros são criaturas que não só podem sair no sol, como também BRILHAM PURPURINADOS quando isso acontece: ISSO NÃO É VAMPIRO!

O final ideal pra série
Pois bem, pra quem ainda não se convenceu disso (principalmente Stephanie Meyer) olha a dona Mãe Natureza mandando um aviso: Ataques em bando de vampiros (aka morcegos hematófagos), está assustando milhares, ou até milhões, de habitantes da região da Amazônia peruana. Os ataques já feriram mais de 500 pessoas causando a morte de 4 crianças de uma tribo local.

Não é o Cullen
Sério, sem querer fazer graça em cima de um acontecimento desses, mas se até os dentuços da vida real são mais badass que esses brilhantezinhos, tem que ver isso aí. A propósito o Marcel tuitou agora há pouco enquanto eu estava escrevendo esse post e vou aproveitar, vejam o gráfico comparativo entre vampiros do cinema:

Que coisa não...
da BBC
Esqueçam os relógios atômicos, esqueçam o Big Ben, esqueçam o ocidente. A cidade de Meca tem agora o maior relógio do mundo, passando de longe o famoso cartão postal de Londres, sendo que seus primeiros segundos de funcionamento foram hoje mesmo.
Aliás, não é apenas isso, um dos objetivos principais é mudar o meridiano principal de Greenwich, Reino Unido, para a cidade saudita! Para terem uma idéia, cada um dos relógios nas quatro faces da torre tem 46 metros de diâmetro contra 7 do Big Ben. Além disso a torre tem cerca de 600m de altura e seu velho rival apenas 96…

A pequena obra
A parte mais legal na minha humilde opinião: todos os displays nos quatro lados da torre são feitos com iluminação de LEDs, totalizando nada menos que DOIS MILHÕES deles. Tecnologia bem legal embutida aí no meio, sem a menor dúvida.
via

Sei que esse tipo de assunto vai bem em outros blogs e não é o forte aqui do BQEG, mas essa notícia é estranha e interessante demais pra deixar passar sem comentários:
A Microsoft anunciou hoje que vai manter a opção de downgrade oficial do Windows 7 para Windows XP, até o ano de 2020. Depois de uma série de idas e vindas em relação à data da “morte” do bom e velho XP, que já foi anunciada e adiada mais de uma vez, agora o QG em Redmond decidiu que ele pode ficar por aí por um longo tempo…
Lembrando um pouco dessa história, o sistema parou de ser vendido separadamente em 2008, pouco antes de completar 7 anos de idade (coincidências…), mas ainda podia ser escolhido como opção de downgrade a partir do Vista Business, ou pré instalado em netbooks. Depois disso em outubro de 2009, seu 8º aniversário e lançamento do Windows 7, foi extinta essa opção de downgrade e anunciado que ele deixará de ser vendido aos fabricantes de netbooks em outubro deste ano. Ainda assim, o suporte ao Windows XP SP3 já estava anunciado até o ano de 2014.
Agora vejam só vocês, vamos resumir a história:
- lançado em 2001,
- a versão seguinte, Vista, tinha muito mais recursos, incluindo parte visual, mas seu sucesso em relação a ela fez o downgrade ser oferecido,
- seu terceiro service pack foi lançado após o lançamento do Vista,
- continuou a ser vendido e OEM em netbooks até o lançamento do outro sucessor, Windows 7; e
- finalmente, foi decidido que ele e não o Vista, é a opção de downgrade para a versão atual por mais 10 anos, quando completa 19 anos de lançamento
Acho que pra finalizar vale dizer que eu, eduardo, sou usuário exclusivamente de GNU/Linux (Ubuntu) e defensor do uso de software livre, mas escrevi este post justamente pra mostrar como na área de computação/TI/whatever, um produto não sobrevive só de defensores e ideologia (alô freetards, essa é pra vocês).
Quando a importância da qualidade da experiência do usuário é colocada acima dos prazos de entrega, tudo funciona melhor, garantindo o sucesso por um tempo mais longo até do que as previsões mais otimistas. Fazer um sistema operacional, algo que é extremamente complexo, alcançar esse nível de aceitação que supera até o seu próprio sucessor, definitivamente foi uma das maiores vitórias da Microsoft. Palmas ao sistema operacional que já marcou seu nome da galeria das estrelas da história da computação pessoal.
(notícia via Genbeta e ComputerWorld)
Nesse link postado no Twitter (follow eu aê!) pela @Rosana, O Globo fala sobre o final da Campus Party, o evento de tecnologia ocorrido em São Paulo durante a última semana. A matéria é assinada por Eduardo Almeida. Como o nosso caro jornalista escreve sobre tecnologia mas parece não entendê-la bem, eu vou fazer um favor a ele e a todos que não sabem diferenciar ordens de grandeza (valeu @eduardomps) quando se tratam de dados.
Na matéria citada nosso amigo Eduardo fala que a Campus Party contou com um link de 10Gigabytes para prover acesso à Internet de alta velocidade para os campuseiros. Das duas uma: ou nosso amigo não sabe o que está falando ou realmente a Matrix foi hospedada no evento, pois eu imagino que o link tenha sido de 10Gigabits. Existe uma ENORME diferença entre Bit e Byte que as pessoas que trabalham com tecnologia ignoram sumariamente. Portanto, vamos a matemática básica dos dados para que jornalistas como o nosso amigo não cometam mais erros:
A menor unidade de medida para armazenamento de dados é o BIT.
1 Byte = 8 Bits
1 KByte = 1024 Bytes
1 MByte = 1024 KBytes
1 GByte = 1024 MBytes
1 TByte = 1024 GBytes
E assim sucessivamente até chegarmos na ordem dos porrilhões de bytes. A diferença é que quando falamos de Internet, a ordem de grandeza para medida é em BITS. Portanto, quando um “técnico da velox” fala em internet de 1 Mega ele refere-se a 1Mbit, que equivale a 1.024Kbits de largura de banda. Sabendo que um byte (que eu gosto!) tem 8 bits, é só dividir os 1.024 por 8 e você sabe que poderá trafegar dados até 128kbytes/s. E isso considerando que 100% da banda seja disponibilizada, o que é virtualmente impossível por diversos fatores envolvendo a tecnologia usada na conexão e o meio físico.
Outro detalhe: as conexões usadas para acessar esse link foram wireless (suponho que em sua maioria de 54mbits) ou ethernet de 100mbits. Poucos laptops possuem placas gigabit/ethernet e não creio que o evento tenha disponibilizado switchs gigabit para os campuseiros dado o seu alto custo. Dizer que o link era de 10gigabytes é considerar que você poderia arrastar a ISO de um Blu-Ray instantaneamente para o seu desktop, em teoria.
P.S.: Se o link era mesmo de 10gigabytes, peço desculpas ao nosso amigo Eduardo.
Todo mundo sabe que o ano do Linux é sempre X+1, onde X é o ano em que estamos. Por mais que os adoradores do software livre insistam em dizer que em algum momento entre o surgimento da Matrix e o fim do mundo como conhecemos o Linux irá dominar o mercado de sistemas operacionais, por enquanto o que se vê é o baile que já estamos acostumados da Microsoft em cima da concorrência.
De acordo com o último estudo mensal da NetApplications, o Windows 7, que sequer foi lançado oficialmente já possui marketshare superior ao SO do pinguim. Em setembro, o novíssimo sistema operacional da Microsoft encerrou o mês com 1,52% do mercado, contra 1,15% de agosto e 0,89% de julho.

Para quem tem interesse em saber, o Windows possui um marketshare de 92,77% do mercado de sistemas operacionais, o que representa uma queda de 0,29% em relação ao mês anterior. Obviamente que não é nada que assuste ou faça a Microsoft ao menos bocejar. O MacOSX ficou com 5,12% desse bolo, e o Linux… com 0,95% (com incrível crescimento de 0,01% em relação ao mês anterior).

Na guerra dos browsers a Microsoft já perdeu alguns cabelos, quem antes possuía um mullet digno de Chuck Norris em seu auge no Texas Ranger agora está mais pra um Steve Jobs depois do transplante. No mês passado o Internet Explorer dominava 65,71% do mercado, seguido pelo Firefox com 23,75%. Safari, Chrome e Opera vem na rabeira dessa disputa com 4,24%, 3,17% e 2,19%, respectivamente.

Qual lição podemos tirar disso? Um espinho no pé de um gigante incomoda. Mas um gigante pisando no seu pé incomoda muito mais.
Via: Baboo
Quando o momento é ruim, não tem jeito, todo mundo abandona o barco e até os seus compatriotas viram as costas pra você. O caso de Maradona é clássico, um cara que teve tudo nos pés e nas mãos (ganhou uma copa do mundo assim) estragou o sucesso que conquistou e torrou a fortuna amealhada por conta do vício nas drogas. E hoje além de ter a carreira acabada (trocadilho impossível de passar batido), está vendo sua passagem como técnico da seleção da Argentina virar pó (ha ha ha!).

O resultado disso é que nem os argentinos aguentam mais Maradona no cargo, pois o raio não cai duas vezes no mesmo continente e Dunga já foi um ex-jogador sem experiência como treinador que deu certo. Maradona chegou atrasado e achou que poderia fazer uma carreira tão boa dentro dos campos como fazia fora deles (rá!).
Um hacker identificado como KKR invadiu o site da Federação Argentina de Futebol e colocou uma imagem que mostra o tamanho da indignação do povo argentino com Don Diego. Aproveitaram uma imagem de um comercial feito pelo ex-craque onde ele vestia a amarelinha e colocaram a sutil legenda ‘Uma imagem vale mais do que 1000 palavras.’
Tá aí, e eu que pensei que nunca ia dar valor a nenhum argentino, mordi a língua :D
Fonte: Uol Esporte
Corram para as montanhas. Se antes do Google Docs Paulo Coelho já estava presente em mais de 70 países, com essa nova feature ele chegará até no Sifuquistão.
O Google Docs ganhou mais uma ferramenta. Foi anunciado hoje, que a partir de agora o ‘Office’ da Google que trabalha na nuvem vai ter associada ao serviço a ferramenta de tradução Google Translate, que permitirá que você traduza seus documentos para 42 idiomas.
Para usar, basta abrir o documento, ir até ferramentas e selecionar a opção traduzir documento. Entre as opções de tradução encontram-se o Croata, Catalão, Búlgaro, Finlandês, Norueguês, Sérvio, Turco e Vietnamita.
Você pode simplesmente traduzir o documento e substituí-lo por outra versão em um idioma diferente, ou criar uma nova versão do mesmo documento com o idioma escolhido.

Eu até estava pensando em contratar um estagiário para fazer a versão Vietnamita do blog, mas confesso que depois de saber que o Google irá traduzir os posts pra mim, resolvi voltar atrás e economizar essa grana.
Via: Google Blog
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