Meu nome é Bertulina

4 Jun 2009

Resolvi abrir um novo espaço aqui no BQEG. Se publicamos coisas geek, gadgets, acessórios e porque não, o mundo trash da nerdice, nada mais justo do que envolver um assunto tão pertinente no momento: inclusão digital.

Quem disser que isso não é foco do blog há de concordar comigo: o empobrecimento da Internet brasileira muito tem a ver com computadores baratos demais e gatonets passando cabos de rede por cima de telhados, compartilhando Velox de 1mbit no morrão. A inclusão digital DEVE acontecer, mas ainda não se sabe como ou de que jeito.

Vocês acham Stefhany trash? Vocês lembram de Renato Fechine, o bebe negão? Vocês lembram de Sônia do iutubiu? Pois eu lhes apresento Marli. Marli da cachaça, meu nome é Bertulina. Chegou a nova musa POP do cenário musical brasileiro. A nova diva da comunidade, a rainha do morrão. Com vocês, Marli:

Cachaça

Meu nome é Bertulina

Sônia who? Stefhany who?

Não usar Linux: acabaram-se as desculpas.

15 Mar 2009

Muita gente criou uma antipatia ao sistema operacional open source mais famoso do mercado por puro disse me disse. 99% das pessoas que evitam utilizar o SO o fazem por ter ouvido de algum amigo que é chato, que não tem drivers compatíveis, que é difícil de usar, que tem que saber linhas de comandos, etc.

Tudo isso é bem verdade, porém o que mais chateia quem evita trabalhar com Linux é ter que particionar um disco, usar dual boot, ficar com arquivos inacessíveis no Windows, etc.

Como diz o ditado, toda unanimidade é burra. E pensando nisso, foi criado o Wubi. Um instalador facílimo que faz todo o trabalho para o usuário e evita maiores transtornos na hora de instalar o Linux. Com o Wubi, você executa um simples instalador, que faz o download do ISO do Ubuntu automaticamente caso você não o possua, executa toda a instalação, configura o Dual Boot automaticamente, não pede para criar uma partição exclusiva e muito menos formatação de disco. Ainda por cima pode ser desinstalado pelo painel de controle do Windows. Uma mão na roda, não é mesmo?

É óbvio que os usuários não irão começar a utilizar mais Linux por causa disso, muito menos isso vai tornar o Linux padrão de mercado. Porém, com essa facilidade, poucos terão a desculpa de dizer que não utilizam o linux ou não ao menos o testam porque é difícil e complicado de instalar/usar.

O site do Wubi é esse aqui. E esse é o link direto pro download do instalador mais recente.

Vale demais o teste.

TOP15 Portable APPs

7 Mar 2009

Que tal utilizar os seus programas preferidos em versões portáteis, no seu pendrive, em qualquer lugar? Super útil, não é mesmo? Então não perca tempo e baixe os 15 softwares portáteis mais úteis na nossa lista:

1. Xampp: Apache, MySQL, PHPMyAdmin, PHP e muito mais do pacote em versão portátil. Uma mão na roda para desenvolvedores;

2. Stellarium: um simulador de planetário para levar para onde quiser;

3. Frets On Fire: se você é fã do Guitar Hero ou Rock Band e não tem o game original, ao menos pode se contentar com o Frets On Fire, um game free similar em versão portátil, para você agitar em qualquer lugar;

4. Sudoku: um jogo que é febre atualmente, útil para os momentos de tédio;

5. Cornice: visualizador de imagens com slideshow;

6. Gimp: editor de fotos e imagens;

7. aMSN: versão portátil do comunicador instantâneo da Microsoft;

8. Filezilla: client de FTP super fácil de usar;

9. Firefox: versão portátil do navegador;

10. Audacity: software para edição de áudio;

11. Openoffice: suíte de aplicativos office gratuita, em versão portátil para você editar seus documentos onde quiser;

12. MacOS 7: rode o sistema operacional on the fly em qualquer lugar;

13. 7-Zip: compactador e descompactador que aceita diversas extensões, gratuito;

14. ConvertAll: programinha bem útil que converte valores em diversas unidades de medida;

15. Toucan: backup, sincronização e encriptação de arquivos;

Obs.: todos os downloads dos softwares listados apontam para o site oficial do PortableAPPs.

OpenOffice Portable

25 Feb 2009

As aplicações portable, ou portáteis, são programas que podem ser executados em qualquer lugar, sem a necessidade de instalação. Imagine que você pode andar com o seu pendrive repleto de softwares que não necessitam de setup para serem rodados e você poderá utilizá-los em qualquer PC.

Dessa vez, quem ganhou uma versão portátil foi o Openoffice, suíte de aplicativos para escritório e uso doméstico que concorre como versão gratuita em alternativa ao Microsoft Office.

O link para download é esse aqui. Mais abaixo, seguem os detalhes do download para maiores informações.

* Desenvolvedor: PortableApps.com (John T. Haller) e a equipe do OpenOffice.org
* Atualizado em: 18-02-2009
* Requisitos do Sistema: Windows 2000/XP/Vista, Wine com Linux/UNIX
Windows 98/Me: OpenOffice.org Portable 2.4.1
* Licença: Livre/ Código Aberto (Executável: GPL, OpenOffice.org LGPL)
* Código Fonte: código do executável (incluído), código do OpenOffice.org
* MD5 Hash (para os geeks): 2c1efb6b840be8f28947736433ec2d6b
* Downloads: 2,883,000

A melhor defesa é o ataque. Será?

22 Feb 2009

Conforme já citamos aqui anteriormente, o ThePirateBay está sendo processado por pirataria, o que causou a revolta de milhares de usuários do site que o utilizam como fonte de downloads para filmes, jogos, séries, etc.

Como represália, alguns hackers invadiram o site da IFPI Sueca (A International Federation of the Phonographic Industry (IFPI) é a associação que deu origem a uma ação penal contra os quatro fundadores do site de torrent, Peter Sunde, Carl Lundström, Frederik Neij e Gottfrid Svartholm. Se condenado, o quarteto pode receber uma multa milionária e ficar até dois anos preso. Fonte: Info) mostrando todo o seu descontentamento com a atitude da organização.

Sunde, o principal mentor da criação do site, pediu aos fãs que parassem com os ataques em seu blog, pois segundo ele essas ações são muito mais prejudiciais a eles em si, do que a IFPI.

Eu vejo dois problemas entre tantos nessa situação. Um é que 99% dos usuários de sites como esse não passam exatamente disso: usuários. Os falsos idealistas que aproveitam-se de conhecimento elevado para tomar atitudes depredatórias são marginais e devem ser vistos como tal.

Muitos irão dizer que é uma forma de expressão, de protestar, de mostrar descontentamento. Eu discordo plenamente. Isso é o mesmo que estudantes insatisfeitos com o ensino invadirem a universidade e derrubarem portas, quebrarem vidros e janelas, jogarem computadores no chão. Ou mesmo presos protestarem contra condições desumanas em cadeias queimando os colchões onde eles mesmos dormem. Isso pra mim é burrice, com B maiúsculo.

Tudo o que os juizes, que não sabem como proceder diante desse tipo de acusação, onde não existem leis específicas querem é um pouco de munição para justificar esse ou aquele veredito. Isso sem falar no termo utilizado para divulgar a notícia, chamando os arruaceiros digitais de “hackers”, sem ao menos levar em consideração que há centenas de idiotas usando receitas de bolo para causar prejuízos aproveitando-se da incompetência dos departamentos de TI mundo afora.

As empresas detentoras de direitos autorais, consumidores e legisladores ainda tem um longo caminho a percorrer até se chegar a um acordo ou uma fórmula para controlar essa distribuição de conteúdo. Porém, o que a gente sabe é que se tem uma coisa impossível de controlar é a Internet. Nem em regimes totalitários como o da China o controle total da Web mostrou-se possível. Ou as empresas inventam novas formas de ganhar dinheiro (que já ganham muito) ou digam adeus ao modelo atual de negócios no que diz respeito a entretenimento.

Campanha Queremos Cultura

8 Feb 2009

Desde o dia 1° de fevereiro, estamos vivenciando uma situação delicada frente as ações da Associação Antipirataria Cinema e Música, como já foi relatado aqui no blog há pouco tempo. Entretanto, muito já foi discutido, muitas vezes em mesas de bar mesmo, que aquelas pessoas que trocam arquivos pela internet, também consomem cultura.

Vários casos de cantores que foram lançados na internet, como Mallu Magalhães, por exemplo, foram distribuídos e no momento que o seu trabalho é lançado, o seu CD ou DVD é adquirido. O mesmo ocorre com seriados assistidos no computador, sendo este um dos maiores motivos para usarmos legendas.

legenda

Motivados pelas acusações de que as legendas “amadoras” impedem as vendas de DVDs originais das séries e filmes, a equipe InSUBs lançou a campanha “QUEREMOS CULTURA! QUEM USA LEGENDA, TAMBÉM CONSOME!”. Através da qual, eles querem mostrar que aquelas pessoas, como este que vos escreve, também compram DVDs e CDs originais, além de adquirirem pacotes de TV por assinatura.

Eles pedem que, se possível, enviem emails onde é mostrada a sua coleção particular de DVDs ou CDs originais. Demonstrando assim a APCM que as pessoas que usam legendas amadoras, são uma enorme parcela dos consumidores de DVDs originais quando apreciam as séries legendadas amadoramente em questão.

A galeria das fotos já enviadas pode ser conferida aqui.

Mundo Livre S/A

6 Feb 2009

Olá pessoal, passei um tempo longe da coluna, mas estou de volta. Entretanto, desta vez eu não vou falar do Linux, ou de softwares livres. O assunto desta semana é a liberdade de produção cultural, bem como a manifestação artístico-cultural. Alguns de vocês já devem estar sabendo, mas o site Legendas.tv saiu do ar nesta semana. Mas o quê realmente aconteceu?

Legendas.tv

Legendas.tv

O Legendas.tv é um dos sites mais populares de distribuição de legendas de filmes e seriados inéditos, com o intuito apenas de difusão cultural para pessoas que não falam um segundo idioma, muitas vezes o inglês. O site é um serviço de extrema importância e qualidade, tendo em vista que muitos filmes e seriados demoram meses e até anos para serem exibidos no Brasil.

No dia 1° de Fevereiro, após uma ação do da Associação Anti-Pirataria Música e Cinema, APCM, o site foi retirado do ar. A APCM, que representa os interesses da Universal, Warner, SonyBMG, Disney, Fox, Paramount, entre outras, conseguiu a retirada do site do ar, após ameaças feitas ao seu datacenter.

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Qual a melhor distribuição Linux?

23 Jan 2009

Segundo o site DistroWatch, existem mais de 400 distribuições Linux e BSD atualmente disponíveis e ativas. Muitas destas existem com muitas versões, possibilitando milhares de escolhas para o usuário.

A questão que surge muitas vezes em mesas de bar é “Qual é o melhor?” (Nota do autor: Nerd também tem vida social com outros Nerds). Tal como acontece com muitas perguntas simples, não há uma resposta simples. Normalmente, se você perguntar a cinco usuários de Linux randômicos, você terá cinco respostas diferentes e conflitantes. Este breve post é a minha contribuição para este debate sem fim.

Evite Distribuições Mortas ou Sem Suporte

Um usuário sábio evita uma distribuição que já morreu: se ninguém está desenvolvendo e mantendo a distribuição, pode estar faltando muitas características desejáveis, drivers e irá ter defeitos. Softwares de segurança modernos estarão ausentes nas distribuições mais antigas, e estas distribuições têm defeitos conhecidos que são facilmente exploráveis. A Internet já não é um lugar seguro (há notícias de vírus até em MACs) e não há desculpa para a utilização de uma distribuição antiga e insegura quando há outras mais seguras para escolher.

Algumas pessoas defendem algumas das distribuições/versões mais antigas para serem utilizados em máquinas mais antigas ou de menor especificação de hardware. No entanto, muitas das modernas, seguras e apoiadas distribuições que são especialmente concebidas para serem executadas em hardwares mais simples. Por exemplo, a distribuição Debian baseada em DSL pode ser executada em uma maquina com apenas uma CPU 486DX e apenas 16MB de RAM.

A ferramenta certa para o lugar certo

Algumas distribuições são de uso geral, outras são personalizadas e algumas são altamente especializadas. Embora distribuições especializadas, por exemplo, firewalls, ou sistemas forenses; são excelentes em suas funções, fazem mau uso geral dos sistemas operacionais. Não escolha uma distribuição especializada, a menos que você realmente deseja usá-la da forma como foi concebido. Por outro lado, uma distribuição geral pode ser utilizada de uma forma especializada, mas não será tão eficaz como uma distribuição dedicada.

Seu favorito é provavelmente melhor

Eu sinto que a melhor distribuição Linux é o que você mais gosta. Eu pessoalmente gosto mais da Debian: eu conheço melhor a distribuição e ainda acho que é mais fácil de usar. A primeira distribuição que eu utilizei foi uma Red Hat e naquela época eu achei muito difícil me virar por conta própria. Depois de um tempo, tive contato ainda no mestrado com o Ubuntu, achei muito mais simples e acessível. Mais tarde um amigo sugeriu o Debian, e com sua ajuda eu fiz muito progresso. Agora minha experiência com o Debian me diz que qualquer comparação que eu faça ela sempre sairá na frente: é melhor, uma distribuição alternativa precisa ser exemplar, causar um frisson, ser desejável. Eu utilizo de vez em quando o Ubuntu no trabalho e recebi o devido treinamento para utilizá-lo, e embora o Ubuntu seja uma distribuição muito boa, eu ainda prefiro o Debian.

Relacionadas Distribuições

Naturalmente você vai achar que versões diferentes da mesma distribuição e uma outra distribuição baseada em outra bastante parecidas – fácil de visualizar com um parentesco comum. Por exemplo, o Ubuntu é uma distribuição baseada na distribuição Debian. Em um nível técnico são muito semelhantes, mas Ubuntu tem um instalador simplificado e um forte foco para usuários comuns.

Lembre-se, você pode mudar de opinião

Lembre-se que ao contrário sistemas operacionais pagos e restritos por leis de direitos autorais, geralmente é muito fácil mudar de uma distribuição Linux para outra, se você achar necessário ou desejo de mudança. Se você tiver o espaço suficiente, então, vale à pena ter mais de um sistema operacional, assim que você pode experimentar vários sistemas diferentes, sem se preocupar com qual é o melhor sistema.

Mundo Livre S/A

17 Jan 2009

Fim da proteção DRM na iTunes Store

É, eu sei, você está se questionando o que a Apple tem haver com a coluna “Mundo Livre S.A.”. Mas calma, nobre leitor, vamos com calma que eu chego lá. O assunto aqui hoje são as leis de direitos autorais.

A proteção DRM, ou “Digital Rights Management” (Administração de Direitos Digitais, em inglês), é um termo genérico que refere-se à tecnologias utilizadas para o controle de acesso por fabricantes de hardware, gravadoras e detentores de direitos autorais para limitar o uso de media digital pelos usuários. O uso da proteção DRM é controversa, já que as empresas dizem que a mesma é necessária para prevenir a duplicação não autorizada. Os advogados da Free Software Foundation, por outro lado, dizem que o termo “direitos” aqui é mal utilizado e induzem os usuários a um julgamento errôneo, pois deveriam utilizar o termo “Restrição”.

Na semana passada, na Macworld Expo 2009, a Apple anunciou que a iTunes Music Store iria retirar a proteção DRM das mais de 10 milhões de músicas que disponibiliza para venda. Isto é muito importante para todos os usuários, pois possibilita a transferência de suas músicas digitais para vários dispositivos. Antigamente isto era possivel, pois você tinha um CD e ouvia onde quisesse. Com a chegada das medias digitais com proteção DRM, isso ficou restrito a poucos equipamentos.

Um caso interessante é o texto sobre direitos autorais contidos em CDs e DVDs. Nestes existem informações sobre os direitos autorais daquela obra, e que é vedada a sua cópia, exibição pública, etc, e etc. Se levarmos ao pé da letra, de acordo com o texto contido em um DVD, você só pode ver o filme que comprou sozinho, trancado no sotão. O que ninguém lhe disse até hoje, nobre leitor, é que você tem o direito de fazer um backup de todo o conteúdo do CD ou DVD.

Já que o iTunes é um programa gratuito para a execução de arquivos de áudio e vídeo, ele é indicado pela coluna “Mundo Livre S.A.”. Além de ser compatível com PC e MAC, é uma ótimo gerenciador de músicas e vídeos. Mas lembre-se, ao fazer backup de seus CDs e DVDs, não quer dizer fazer cópia para distribuição, muito menos para comércio.

Mundo Livre S/A

4 Jan 2009

Por: Edgar Silveira

Em meados do ano de 2007, o governo brasileiro reduziu os impostos dos notebooks com preço inferiores a R$ 3 mil. Com esse incentivo, os computadores portáteis ficaram mais acessíveis a população geral. Hoje em dia, em qualquer ambiente de trabalho, é fácil encontrar alguém que possua um notebook.

Nos dias atuais, diversas empresas nacionais produzem computadores portáteis. Não só notebooks, mas também flash pcs – aqueles ultraportáteis. Algumas empresas a citar são a Amazon, Positivo, CCE, Intelbras, dentre muitos outros que eu tenho até um certo medo da marca. Algumas destas empresas, só conseguiram um pouco de espaço no mercado graças ao Linux. Mas o que seria este Linux, que tanto se ouve falar nos dias de hoje?

linux

O famoso pinguim do Linux.

O Linux é o termo utilizado normalmente para designar qualquer sistema operacional compatível com Unix. Ele é um sistema operacional de uso livre, diferentemente do Windows, não requer a compra de uma licença. Entretanto a diferença entre o Windows e o Linux não se restringe somente à licença de uso.

Em meados dos anos ’90, quando a Microsoft fez sua grande inovação tecnológica, migrando vários computadores do Windows 3.11 para o Windows 95, os desenvolvedores Linux também inovaram, transformando o Linux mais amigável aos usuários comuns. Até então, as distribuições Linux existentes, apesar de apresentar uma interface gráfica, só eram operadas através de linha de comando, algo parecido com o finado MS-DOS. Estas interfaces gráficas, muitas delas baseadas em Debian/GNU, possibilitou a redução da linha de comando e a democratização do Linux.

linux2

Linux baseado em linha de comando e Debian/GNU.

Uma das distribuições Linux mais “humanizadas” é o Ubuntu. Seu slogan já chama a atenção dos usuários comuns, “Linux for humans”. Dependendo do uso que você faz do computador, um computador com Linux pode ser uma solução muito barata. Se o seu uso se restringe a utilizar o computador para trabalhos acadêmicos, em vez de utilizar o Microsoft Office, você encontrara no Linux o Open Office. Se gosta de bater papo no messenger, você encontrara no Linux o aMsn.

Entretanto, o que mais me assusta ainda hoje no Linux é que toda vez que você vai utilizar o CD-ROM, ou DVD, você precisa “montar” o drive, e antes de ejetar o CD/DVD, você vai precisar “desmontar” o drive.  Não é nada de mais, mas é como “remover o dispositivo com seguraça” no windows, só que não é só para pendrives, mas também para CDs e DVDs. Por mais fácil que seja utilizar a interface gráfica do Linux, ainda hoje não foi solucionado este “problema”.

Se você ainda não teve contato com o Linux, não se assuste na primeira vez, ele não é um bicho de sete cabeças. Com os novos incentivos do Governo Federal, creio que mais cedo ou mais tarde, você vai terminar esbarrando em um Desktop ou Notebook com Linux.

Onde encontrar:

http://www.ubuntu.com/
http://www.mandriva.com
http://www.kurumin-ng.com.br/

SOBRE O BLOG


O Byte Que Eu Gosto é um blog nerd/geek com tendências humorísticas. Os comentários não necessariamente refletem a opinião do autor.

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