Quem olha pra esse sujeito deve pensar “puta que pariu, que animal, o cara é um ET, olha só que habilidade!”. Já eu penso o quão patética e solitária deve ser a vida desse cara pra que ele consiga passar tanto tempo jogando basquete no fliperama a ponto de chegar a esse nível de “excelência”. E imagina quanto dinheiro ele gastou também.
Comentário do Galvão Bueno após narrar isso: “Véi… Na boa…”.
É fato que o Japão é uma espécie de limbo perdido nesse mundo já extremamente bizarro, mas além dos pornôs com tentáculos e outras coisas que não podem ser citadas nesse blog de família, tem horas que eu fico tentando entender o que se passa na cabeça dos japoneses, mas é em vão. Exemplo: essa embalagem de Doritos:
Todo mundo sabe que além da tara por pornô com tentáculos o Japão possui a tecnologia mais avançada do mundo. Nunca fui lá, mas quando meu pai foi em 1990 pelas fotos lá já parecia ter coisas que ainda não chegaram aqui mais de 20 anos depois. No quesito robótica então, nem se fala. E agora mais essa. Quem acha que transformers é ficção, prepare-se para encarar a realidade:
Os Transformers vão existir, o Japão vai fabricá-los.
É isso aí: uma máquina de venda de ovos de galinha, igualzinha àquelas que a gente tá acostumado de doces/salgados ou refrigerantes… A propósito, a máquina é real e os ovos também, mantidos refrigerados e repostos todos os dias.
Preciso dizer de onde vem? Se alguém ainda tinha dúvida, esclareço o óbvio: Japão. Não sei se existem outras, mas essa específica fica em uma prefeitura (Oita) ao sul do país, numa pequena comunidade rural. Se alguém se dispuser a ir lá (ou for um leitor que vive no japão!), só pra gastar cerca de $3 por uma porção de ovos, favor tirar fotos :)
Depois de ver isso aqui, eu tenho certeza que sim:
O gênio que fez isso é o japonês Motoi Yamamoto, em uma galeria de arte na França. A história dele é um tanto quanto triste: começou a fazer desenhos com sal depois que a irmã morreu, pois o sal na cultura dele representa purificação e luto. Ao fim de cada exposição ele ainda aumenta esse simbolismo convidando os visitantes a desconstruir os seus labirintos e espalhar o sal onde as pessoas quiserem.
Mesmo se você não acredita/concorda/etc com o simbolismo, fique com mais imagens desse labirinto e de outro do mesmo artista, porque são impressionantes por eles mesmos:
Eu não vou entrar em detalhes sobre o que é um Otaku ou sobre o que é ser Otaku. Se você quiser mais detalhes, basta clicar aqui e ler na Wikipédia ou pode dar uma passadinha no blog do @izzynobre e ler esse post aqui. A casa abaixo é de um sujeito chamado Melonpan que mora na Suíça. O cara é um Otaku, como você vai perceber nas imagens. Chega a ser absurda a quantidade de coisas que o sujeito tem referentes a cultura japonesa, principalmente coisas com desenhos de japinhas colegiais. O cara deve ser um puta tarado, mas a casa do indivíduo é de deixar qualquer um babando pela organização e pela awesomidade dos eletrônicos que ele tem:
O cara construiu um nerdvana digno de leonard hofstadter. Isso se você for tarado por japinhas semi-nuas vestidas de colegial, animes, mangás e videogames. Se bem que… Nevermind.
Mais uma criação estupenda da terra do sol nascente, onde os chino-japa-coreano-orientais são geniais pra todo tipo de coisa:
E é exatamente como o título diz, você pode usar como capa e até aproveitar as estacas pra sua escalada/caminhada, depois só armar a barraca (horrível, eu sei), pra uma pessoa só, provavelmente.
Quem se interessou, vai ter que saber japonês, pra tentar descobrir como conseguir uma por lá…
ps: pra quem não segue o @bqeg no Twitter ainda, o Marcel está fora uns dias, talvez o ritmo de postagens fique um pouco baixo, mas não vou deixar faltar ;)
Se esse vídeo não te fizer rir durante alguns bons minutos, eu não sei o que é que vai fazer… Alguns soldados da Guarda Costeira japonesa dançando a coreografia de uma música pop famosa pelas bandas de lá, inclusive vestidos de menininhas como manda o figurino:
Não sei que que deu neles, mas em uma hora dessas, tanto faz…
No limite do extremo do exagero, poderíamos chamar essas modificações de tunning, ainda mais considerando que estamos falando do Japão… Mas xunning não consegue ser suficiente pra definir essas coisas aqui:
Me senti como se Las Vegas fosse uma cidade ambulante.