Os desenhos da Disney sempre passam mensagens bonitinhas, possuem cores vibrantes e personagens que cativam gerações. Mas também tem porrada. Nesse supercut de pouco mais de 1 minuto, você pode ver que mesmo no mundo mágico da Disney, tem coisas que só se resolvem na base da pancadaria. Socos, pontapés, bullying, agressões gratuitas, tentativas de homicídio, assassinato, latrocínio e agressão a mulheres são algumas das atitudes vistas nos desenhos:
Sensacional essa versão do tema de Doug, um dos meus desenhos favoritos, totalmente à capela! Vale muito a pena assistir.
Isso aqui é mais ou menos como se Darwin fosse fanático por pokemons e resolvesse classificá-los segundo a origem das espécies.
A discussão sobre o politicamente correto não é algo novo. As pessoas confundem bastante, assim como o bullying, fazendo parecer que são assuntos recentes e que nunca se deu atenção a isso antes. A diferença é que, hoje, nós temos muito mais meios para expor e absorver informações, notícias e ideias. O debate é muito mais abrangente, diversificado e intenso. Vinte anos atrás, dependíamos de revistas que na melhor das hipóteses tinham tiragem semanal e mostravam notícias já envelhecidas, ou da TV, onde éramos obrigados a receber o conteúdo editado da maneira como a emissora achasse conveniente.
Hoje é diferente. Há, através da Internet, diversas formas diferentes de absorver esses conteúdos e você faz a sua própria “grade de canais”. Assiste o que quer, quando bem entende. É por isso que parece para nós que assuntos como politicamente correto ou bullying são coisas recentes. Os desenhos animados, assim como games sofrem bastante hoje com essa censura velada (pero no mucho). No meu tempo de criança, não era só a Xuxa seminua de manhã que fazia a alegria da criançada. Desenhos extremamente violentos eram o cardápio principal da TV. Os desenhos abaixo fizeram parte da minha vida e da maioria dos leitores do BQEG, ajudaram a construir o caráter e não nos transformou em assassinos, mesmo sendo absurdamente violentos.
1) Pica-Pau: o pássaro mais louco e alucinado que já existiu. Quando não estava tirando rachas, quase cortando a garganta de clientes em barbearias e tentando se jogar das cataratas num barril, estava tentando se aproveitar de alguém ou praticando bullying em incautos ou destruindo propriedade pública e privada com seu bico. É passivo-agressivo, tem tendências suicidas, pouco respeito pela vida e acha que passando a perna ou com violência é que se resolvem as coisas. É tão porra-louca que tem até uma versão ainda mais bizarra de si mesmo, que era conhecido como “Pica-pau maluco”.
2) Tom e Jerry: literalmente uma vida de gato e rato. O objetivo de todos os episódios era não mais do que tentar se matarem. Quando não era Tom tentando descontroladamente matar ou devorar Jerry, era o ratinho roubando comida, azucrinando a vida do bichano e até mesmo se aliando a um imenso bulldogue para arrancar a pele e as tripas do Tom. Não havia qualquer intenção de promover a amizade ou qualquer tipo de sentimento de afeto. Era faca, martelo, perseguição e o instinto assassino provocando brigas, perseguições, lacerações e experiências constantes de quase-morte. A cadeia alimentar era respeitada.
3) Piu-Piu e Frajola: ganha um doce quem adivinhar qual era o objetivo aqui. Isso mesmo, mais sangue e morte. A vida do Frajola gira em torno de devorar o Piu-Piu, passarinho que vive sob o mesmo teto que ele. Apesar do gato estar seguindo apenas seus instintos, a velha dona da casa espancava-o sempre que tinha chance, após flagrar o Frajola tentando devorar o passarinho. Ou seja: a velha mantém o passarinho próximo ao gato e ainda o espanca por ele se comportar conforme sua natureza. Temos aí não só violência doméstica como violência contra animais.
4) He-Man: num planeta desconhecido, havia o que pode se considerar uma briga de gangues rivais interminável. De um lado, He-Man, Teela, Mentor, Gorpo e a Feiticeira. Do outro Esqueleto, Maligna, Homem-Fera e Mandíbula. E como vocês devem lembrar, o objetivo não era laçar/puxar/beijar. Isso sem contar o fato de que todo mundo ali usava trajes mínimos ou de gosto duvidoso. He-Man era um sujeito bombado, com bronzeamento artificial e sunga de franja. O Esqueleto seguia o mesmo padrão, mas usava calça legging com sunga por cima. Ah, a feiticeira, a Teela e a Maligna eram gostosas e andavam semi-nuas.
5) Papa-léguas e Coyote: talvez o mais violento de todos, o desenho ilustrava a busca frenética do Coyote em devorar o Papa-léguas. Entenderam o mecanismo desses desenhos? E não havia limites, o Coyote usava todos os recursos existentes, de foguetes a patins à jato para alcançar e matar o pássaro corredor. Apesar da sua aparência passiva, o Papa-léguas era um bicho sádico que sabia que nunca seria alcançado pelo Coyote e sorria ou debochava quando o seu inimigo se dava mal.
Como vocês podem ver, nunca faltou violência nesses desenhos, muito pelo contrário. A educação dos pais é que faz a gente saber diferenciar realidade de ficção, seja com jogos, filmes ou desenhos.
Uma bela compilação dos maiores clássicos da empresa do Waldisnei.
Dragon Ball GT – Sorriso Resplandescente no piano
Ísis parou de jogar Diablo um pouquinho e gravou a versão do tema de Dragon Ball GT. Quem lembra irá nostalgiar fortemente e abrir um sorriso resplandescente (LOL).
Quem curtir deixe um comentário lá dizendo que chegou até o vídeo pelo BQEG, pra ela saber que tem fãs por aqui.
Ísis atendendo a pedidos, fez uma versão do tema clássico de Pokemon:
Propostas de casamento, flores, cartas e declarações de amor -> @heyisis













































