Olha que números interessantes esses de uma pesquisa feita pelo Yahoo. A Apple, <ironia> empresa conhecida por fazer gadgets caros e que são uma merda, apenas sinônimo de status </ironia> obteve, ano passado, um lucro de mais de 400 mil dólares por empregado. Isso mesmo, cada cabecinha que trabalha na empresa, do zelador ao presidente, rendeu um lucro de 400 mil obamas per capita. Só para vocês terem noção do que é isso, é quase 100 mil obamas a mais que o Google por empregado e é quase o dobro do que cada funcionário da Microsoft rende à empresa:

Outro dado assombroso é que em relação a 2008, a Apple quase triplicou o lucro por empregado comparando com o próprio desempenho. Redmond deve estar rindo litros com isso. Alguém imagina o papel que o iPad teve nisso?

Pois é. Imaginem que o Android já não é assim tão novo e não conseguiu sequer fazer cócegas nas frieiras do Steve Jobs. No artigo completo do Royal Pingdom tem mais dados interessantes.
Muito tem se falado sobre produção de conteúdo, blogs e recentemente, vlogs. Qualquer celular com câmera vga é uma filmadora em potencial, que pode transformar um vídeo qualquer num viral ou num sucesso da Internet. Mas falando em números: vocês tem noção do alcance que determinados artistas ou pessoas comuns podem ter através do Youtube? Eu nunca tinha parado pra pensar nisso e resolvi dar uma zapeada pelo Youtube só pra ter uma noção. Vejam alguns números assustadores:
1) Justin Bieber: artista mirim mais adorado e odiado do mundo, o cantor que começou fazendo vídeos e postando no Youtube tem, somente em seu canal oficial, 1.290.276.018 de exibições em seus vídeos. Isso mesmo, é como se cada habitante da china tivesse visto um vídeo do Justin Bieber uma vez. Ah, esses números são só do canal oficial;
2) Lady Gaga: surpreendentemente, os vídeos no canal oficial só tem 134.635.547 visualizações, mas os números extra-oficiais devem ser umas 10x maiores que isso, considerando que nos resultados do Youtube seus 6 primeiros vídeos tem 342.911.662 (Bad Romance), 64.372.085 (Poker Face), 51.029.298 (Paparazzi), 65.274.588 (LoveGame), 105.468.358 (Telephone), 132.241.849 (Just Dance), 388.35.006 (Eh Eh) e 122.965.558 (Alejandro), totalizando mais de 1.300.000.000 views;
3) Shakira: surpreende por ser uma artista sulamericana, possuindo 656.756.247 somente no canal oficial. Só o vídeo Waka Waka (não é o tema dos Animaniacs) teve 300 milhões de visualizações, que é disparado o seu vídeo mais assistido;
4) U2: considerada por muitos anos a maior banda do mundo, o U2 possui míseras 77.967.569 visualizações dos seus vídeos no canal oficial. São números parecidos com os do Felipe Neto, por exemplo (o que mostra como uma pessoa comum pode ir longe se trabalhar direito);
5) Katy Perry: outra queridinha do mundo pop, Katy Perry tenta mostrar que não é só um rostinho bonito, um peitão bonito, um coxão bonito, mas que também sabe cantar (autotune é o photoshop da música). Seu canal oficial tem 212.005.637 milhões de visualizações, o que é bem pouco se comparado as suas principais concorrentes;
6) The Killers: uma das maiores bandas de rock da atualidade, o grupo liderado por Brandon Flowers tem sólidos
103.585.911 milhões de views no seu canal oficial. Considerando que atingem um público bem mais restrito, são números consideráveis, inclusive bem maiores que os do U2 e Coldplay (mais de 40 milhões);
7) Amy Winehouse: uma das maiores cantoras que surgiram nos últimos tempos, Amy parece pagar também no Youtube o preço do seu desajuste. Seu material, que tem enorme potencial, só foi visto 10.055.402 de vezes. Muito pouco para uma cantora tão talentosa;
8) Black Eyed Peas: capitaneados por Will I Am e Fergie (ninguém lembra o nome dos outros dois figurantes), é grupo com maior quantidade de views entre os pesquisados: 617.793.552 de visualizações. Hits como I gotta feeling e The Time são responsáveis por grande parte das views;
9) Beyonce: a ex-integrande do Destiny’s Child possui 439.017.846 de visualizações, porém em apenas 18 vídeos, o que dá uma boa média de quase 25 milhões de views por vídeo. Mas ainda fica bem atrás de Lady Gaga e Shakira, cantoras ‘concorrentes’ dela (apesar de Beyonce ser tecnicamente melhor cantora que todas as outras);
10) Rihanna: apesar de apanhar e aparecer nua de vez em quando, é uma máquina de visualizações. Só perde para Justin Bieber no canal oficial, com 946.564.046 de visualizações, comprovando a tese de que nem sempre qualidade e quantidade andam juntos;
11) Molejo: a maior banda do mundo não é tão reconhecida no Youtube, mas o clipe Brincadeira de Criança tem em todas as suas versões exibidas mais de 1 milhão de views. Injusto, mas é a vida;
Obs: os Beatles não tem um canal oficial, pelo menos não localizei. O canal dos Rolling Stones está largado às moscas, com pouco mais de 3 milhões de visualizações. Metallica tem 37 milhões de views, Usher tem 150 milhões de views, Chris Brown merece muito destaque pelos seus 450 milhões de views e Jay-Z Arruda com 190 milhões.
Conclusões: não cheguei a nenhuma, mas parece que quanto pior a música, mais sucesso você fará no Youtube.
Dia 29/01 será a data onde uma guerra, que começou faz tempo, terá sua primeira batalha. É o dia do #jogojusto, onde lojas irão baixar o preço de diversos jogos para alertar as autoridades sobre os impostos abusivos cobrados. É uma tentativa válida de fazer o Governo acordar para a importância do mercado de games e de como reduzindo a carga tributária pornográfica, a pirataria pode diminuir muito o que no fim das contas fará com que a arrecadação de impostos aumente.
Eu não devo comprar nenhum jogo, por puro corte de custos, mas também porque nenhum dos jogos me interessou. O único que eu gostaria de ter é o PES2011. Sempre fui mais fã da franquia PES do que da FIFA, mas pelo visto a EA investiu pesado e o seu game superou o jogo da Konami. Mas o que gerou o meu desinteresse não foi isso, foi o fato de que jogos de esportes em geral são feitos para ser descartados num espaço de tempo muito curto.
Todo ano saem versões novas dos jogos: Fifa 2011, PES 2011, NBA 2011, NFL 2011, NHL 2011, F1 2011 com certeza vai sair, etc. Esse lance de colocar o ANO do jogo é muita esperteza por parte das fabricantes. Pois torna o jogo obsoleto, ao menos psicologicamente, ao virar o ano. E lá vamos nós trouxas pagar sei lá, 200 mangos num jogo novo só porque virou o ano. Qual seria o correto? Mudar o modelo de negócios.
Muitos se perguntam porque a APP Store da Apple deu tão certo. São milhares de jogos, de todos os preços, com possibilidade de sofrerem updates constantes, pois são todos comprados via download. Não há caixinhas, mídias, frete, etc. É baixar e jogar. É imperativo que o Governo tome medidas que contribuam para a queda dos preços absurdos dos jogos no Brasil, mas temos que pressionar as empresas também.
Qual seria a situação ideal na minha opinião? Vender esses jogos, sem o ano atrelado, e cobrar por updates anuais. Quem quiser, paga e tem o jogo atualizado via download. Assim o jogo receberia um patch e os jogadores mudariam de times, a jogabilidade seria melhorada, etc., com o diferencial de que os players seriam fidelizados. Eu tenho um PES2009 novinho em casa que nunca mais vou jogar e não encontro quem compre por 50 reais.
É por isso que eu nunca mais vou comprar nenhum jogo de esportes ou que tenha esse formato de “atualização” anual. Até o dia em que as empresas resolvam vender o jogo via download, a preços menores e com garantia de atualizações anuais, mesmo que pagas.
Queremos #jogojusto e #empresasjustas.
Não existe receita de bolo para ganhar muitos clicks e RTs num link seu no Twitter. Mas algumas dicas podem ajudar a você ter resultados melhores, seja em campanhas publicitárias, seja em visitas para seu site:
1) A chamada: a forma como você anuncia o link é 99% do que gera o interesse em clicar. A propaganda é a alma do negócio. Dizer “Caralho, dois anões albinos flagrados fazendo sexo no elevador!” chama mais a atenção do que “Um casal de baixa estatura foi flagrado pelo circuito interno de segurança de um elevador praticando atividade fornicatória”;
2) O horário: há horários onde mais pessoas estão lá no twitter (horário comercial, normalmente. Depois do Twitter o termo “dia útil” caiu em desuso). Mas seus followers podem ter uma dinâmica diferente dos meus, portanto vá soltando links em horários aleatórios e meça a audiência;
3) Conteúdo: não se desespere. O povo gosta de bizarrice e desgraça. Se aquele seu artigo sobre o sex appeal do inorgânico tiver poucos clicks, é porque realmente ele interessa a pouca gente. Procure publicar assuntos que interessem mais ao seu público;
4) Interação: interagir com seus followings e followers é FUNDAMENTAL. Quanto mais engajado é a sua turma, mais clicks você terá. Pode parecer bobagem mas quem segue gosta de receber uma resposta, trocar idéias e se aproximar mais de quem é seguido. E quem é seguido gosta de toda essa atenção. Tentar na medida do possível tratar bem quem você segue e ser amigo de quem segue você é uma boa pedida pra ter resultados melhores;
5) Timing: o timing é 99% da possibilidade do click. Se está todo mundo falando da Tulla Luana, não adianta você postar um link sobre a relação da migração do Pintassilgo Roxo da Oceania e da alta do preço do Kg do filé de tatu. O twitter tende a ser monotarefa quando um determinado assunto está em pauta. Espere a hora certa para enviar seu link e observe os resutados;
Mas eu posso estar enganado, também.
Ter um celular no Brasil é tido como algo fácil. Na verdade até é. Se você quer um celular pré-pago, basta ir numa loja qualquer, pagar e sair falando. A privatização das telefonias fixa e móvel foi um divisor de águas nas telecomunicações por aqui. Mas para quem é cliente pós-pago, que normalmente paga caro por um serviço ruim, o buraco é mais embaixo.
É incrível a incapacidade das operadoras de fidelizarem o cliente. Em primeiro lugar, por competirem entre si pra ver quem tem o pior serviço e pior atendimento. É uma guerra de incompetência onde quem falhar mais, vence. Em segundo lugar, por sua total e completa incapacidade de MANTER o cliente na base.
Tudo o que as operadoras querem é ROUBAR o cliente das outras. Mas os contratos de fidelização funcionam como carta de posse. Os usuários são tratados como escravos e se tentarem fugir do senhor feudal telefônico, serão punidos com multas e em alguns casos sequer conseguem ser clientes da operadora de novo no futuro. Quem deve ser fiel é a operadora, a você, usuário que paga um montão de dinheiro por parcos minutos de ligação, 3G ruim e promoções enganosas.
O setor de marketing e de negócios das operadoras devem mudar urgentemente o seu conceito de fidelização. De nada adianta roubar o cliente da concorrente se após um ano e fim dos benefícios, o cliente quiser ir embora e mudar de operadora de novo. As promoções para quem faz portabilidade e migração de operadora são enormes. Mas para quem já saiu do período de carência e deseja alguma bonificação para troca de aparelho, por exemplo, somente restam as bananas.
Por isso eu sou à favor da promiscuidade móvel. Sua operadora está ruim, te deixando insatisfeito? Mude de operadora. Bem ou mal nenhuma funciona direito. A ‘qualidade’ de cada uma delas varia muito de cidade pra cidade. Não existe a melhor, ou a pior, isso varia de acordo com a experiência de cada um. Mas não hesite em se mandar da que está te tirando do sério. A concorrência irá te oferecer o céu pra abandonar a sua atual prestadora. E se um ano depois, você estiver insatisfeito, faça a casa da mãe joana e migre novamente. Até que um dia as empresas percebam que é mais barato manter o cliente atual do que tentar roubar os clientes das adversárias.
O brasileiro tem uma capacidade infinita de buscar auto-afirmação. A internet parece ser o santo graal para o alpinismo social virtual. Ou seja, tudo o que o sujeito não é na vida real, almeja ser na vida virtual, mesmo que para alcançar esse status quo digital faça uso de táticas inescrupulosas. Esse mesmo sujeito estará xingando muito no Twitter falando como os políticos são corruptos. Esse mesmo sujeito pegará uma contra-mão para ganhar tempo no trânsito. Esse mesmo sujeito não devolverá o troco que receber a mais no supermercado.
No Twitter a coisa parece ser ainda mais grave. Criou-se uma ilusão de que ter muitos seguidores no Twitter dá relevância a pessoa, como se relevância fosse algo tangível como uma dúzia de laranjas. E as ‘técnicas’ para ganhar mais followers são diversas, algumas chegam a ser cômicas:
1) Script. Essa é a campeã, mais ‘eficaz’ e a mais difundida. O sujeito segue 50.000 pessoas e espera que a maior parte dela o siga de volta. A culpa é de quem usou o script? Não, é de quem segue alguém que segue 50.000 pessoas. Alguém que segue tanta gente mostra claramente que não que ler ninguém, só quer mesmo aprender a contar números grandes;
2) Followback. Essa é uma arma ainda mais explícita do que o Script, pois a ‘eficácia’ é de 100%. A pessoa só segue quem seguir de volta. É ainda mais babaca do que o script, pois além de safado o sujeito é birrento;
3) ‘Não consigo te mandar DMs’. É um pedido de follow velado. Quer falar com a pessoa? Manda reply, email, se vira. Essa desculpa soa como “poxa, seria tão bom se você me seguisse, assim eu poderia te mandar DMs legais”. Parece choro de menina enjoada;
4) Followback seguido de unfollow. essa é pros Chuck Norris do script. O sujeito paga de bonzinho, segue Deus e o mundo, espera um tempo e dá unfollow em todo mundo. De repente o mané está com 50.000 seguidores e seguindo 100 pessoas. Criou-se uma falsa sensação no Twitter de que quanto maior o quociente entre seguidores x seguidos, mais relevante é a pessoa. Normalmente, se as pessoas não forem muito famosas ou mesmo usuárias de script, elas serão muito seguidas por conta do seu conteúdo. Naturalmente essa pessoa será retuitada, seus tweets começarão a pipocar nas timelines de muita gente e gerará curiosidade, culminando no follow. Quem tem muitos seguidores mas segue pouca gente, o faz por consideração a quem segue. Essas pessoas querem REALMENTE LER o que os seguidos escrevem. Além de ser uma rede social de intrigas, sexo e corrupção, o twitter se bem usado também pode ser uma ótima fonte de cultura, informação e entretenimento;
5) Follow e unfollow interminável. Algumas pessoas pra chamar a atenção de alguém que elas almejam ter como seguidor, preferem chamar a atenção como colegiais que tiram foto na frente do espelho fazendo duckface. Reply? Interação? Nada disso. Follow na pessoa, em seguida unfollow. É parecido com aquela menina retardada que entra no msn e fica offline 20x seguidas, pro cara que deu um pé na bunda dela notar que ela ficou online e ir puxar assunto. Sério, é vergonhoso.
6) Pedido de follow. Algumas pessoas acham que sendo ‘educadas’, pedindo para serem seguidas causarão simpatia dos outros e receberão o follow como prêmio. Na minha opinião, pedir follow é como colocar símbolo da AUDI numa Kombi. É patético. Eu não quero seguir pessoas por motivos banais, quero interagir com elas. Apesar de virtual, o twitter é uma rede social e como disse o gravz, o assunto ali são pessoas, e não coisas ou números;
Antes que os chatos de plantão metralhem sua verborragia, eu não estou cagando regra. Na verdade isso é a minha opinião, você lê, entende, concorda, discorda, faz o que quiser. O único aspecto que deve realmente ser levado a sério nisso tudo é que ‘status’ na Internet é o mesmo que dedo mindinho do pé. Não serve pra porra nenhuma e você só lembra dele quando leva uma porrada. A minha parte eu quero em dinheiro, faz favor.
Eu trabalhei anos e anos com suporte, quem acompanha o blog desde o começo sabe. Tenho vasta experiência teórica e prática na área, já resolvi problemas em Windows que nem Deus acredita. Claro, além de estudar muito e ter algumas certificações Microsoft, a prática me ensinou muita coisa. Mas se tem algo que eu aprendi nessa vida bandida de suporte é que é uma carreira entry-level, pra quem tá começando. Me refiro ao suporte Windows/Office, aquele básico que ‘todo mundo’ sabe fazer. Internet, e-mail, word, excel, impressora…
Parece pouco, mas isso dá MUITA dor-de-cabeça (e de dor-de-cabeça eu entendo). Meu conselho é, use essa área como aprendizado, para começar a carreira. Seguir nela para ganhar a vida é pra quem tem muita paciência, sangue frio e não tem grandes aspirações de ganhar bem no futuro. Por isso vou listar 7 desvantagens de se trabalhar com suporte, pra fazer você que quer ir pra essa área pensar muito bem antes:
1) Salário baixo. É simples, objetivo e direto. Suporte paga MUITO pouco. Não estranhe ver requisitos de vaga exigindo milhões de expertises pagando 1000 reais. E prepare-se pra ficar nesses 1000 reais muito tempo;
2) Horário alternativo. Quem trampa com suporte, pode se preparar pra não ter horário de almoço ou de descanso. As pessoas vão lhe encher o saco o tempo inteiro, como se você não comesse, dormisse ou fizesse sexo (tudo bem, sexo quase nenhum faz mesmo);
3) Crescimento profissional. O mercado é limitado, concorrido e prostituído. Não há um mar de opções e muita gente irá roubar vagas por méritos como ser filho do dono ou cobrar mais barato, pode ir se acostumando;
4) Paciência é uma virtude. Ou você faz estágio com monges budistas ou bebe sangue de barata de canudo, porque uma coisa eu garanto: você irá se estressar/irritar MUITO com os usuários. Se usuário fosse arquivo, a extensão seria .fdp;
5) Cursos, provas, qualificação em geral. Empresas tem uma visão (ainda) limitada sobre o suporte, mas ele é como oxigênio. Você o respira sem perceber, mas se cortá-lo você perceberá na hora. Porém, assim como oxigênio poluído, um suporte ruim mais atrapalha do que ajuda. Porém, provas de certificação, cursos e outras qualificações são bem caras e poucas empresas investem no funcionário. Prepare-se pra evoluir por conta própria;
6) Plano de carreira. Poucas, MUITO POUCAS empresas mesmo tem plano de carreira pra essa área. Nem é uma profissão bem definida na verdade, não há um padrão de skills necessárias para ocupar uma vaga e cada empresa define ao seu bel prazer quem é júnior, pleno e sênior. O único conselho é estude muito, e nas horas vagas estude um pouco mais;
7) Concorrência. O mercado é cruel, o que tem de técnico de suporte e analista espalhado pelo mundo não tá no gibi. Parece que suporte é Gremlin e jogaram água em cima ou alimentaram após a meia-noite. O mercado é mais prostituído que a rua augusta depois de meia-noite.
Tirando tudo isso, trabalhar com suporte é uma porcaria. Não vão por esse caminho, sério.
Bill Gates foi o responsável por falar uma das maiores bobagens da história da informática, quando disse que 64kb seriam suficientes para qualquer pessoa. Mas ele não está sozinho, o problema é que fazer previsões quando se trata de tecnologia é coisa para quem tem coragem. Tudo muda muito rápido e é praticamente impossível acertar nessas previsões.
Com o hardware que temos hoje em dia conseguimos fazer coisas inimagináveis até mesmo 5 anos atrás, Avatar que o diga. Imagine então quando o PC chegou na década de 80. Hoje em dia temos HDs na casa dos Terabytes, custando pouco mais que 300 reais em qualquer loja. Isso dá R$0,0002 centavos por Megabyte. Ou seja, um custo que beira o ridículo se comparado ao HD da imagem abaixo:

Sim, um HD de 10Mbytes, o HD que você PRECISA por US$3,398,00 dólares. Isso dá R$611,00 por Megabyte. Sabe qual é a diferença dessa época pra hoje? O megabyte encontra-se mais de 30.000% mais barato. Essas comparações são boas pra percebermos que o mundo evolui rápido demais e nós dificilmente estaremos preparados pra assimilar tanta evolução e informação em tão pouco tempo.
14/09/2010 - Tags: Audiogalaxy, BitComet, DC++, Downloads, Emule, Imesh, Kazaa, Limewire, Mirc, Napster, µtorrent - Categorias: Artigos, Diversos, Downloads
Compartilhar arquivos é uma das principais vantagens da Internet, logo depois de pornografia e conhecimento. Ter tudo à disposição com 1 ou 2 cliques de distância realmente é um troço mágico. Lá se vão quase 15 anos de andanças minhas pela internet e resolvi refrescar a memória e recordar 10 softwares que usei para ‘compartilhar’ e baixar arquivos na rede:
1) mIRC: provavelmente o primeiro de qualquer veterano da internet. Álbuns em MP3 nos servidores da undernet chegavam rapidamente aos usuários. Quer dizer, rapidamente é maneira de falar, pois na época que eu catava MP3 por lá eu usava um US Robotics de 56K. Fotos, músicas, tudo era compartilhado a passo de tartaruga até o próximo netsplit, onde tinha que começar tudo de novo. A vida era dura;
2) Audiogalaxy: talvez o programinha que mais gente sinta falta no universo. Todo tipo de música se encontrava por lá, inclusive versões raras de bootlegs. Praticamente qualquer artista internacional podia ser encontrado através do audiogalaxy. Quando ele morreu, muita gente ficou órfã;
3) Kazaa: no começo tudo eram flores e o Kazaa rapidamente se espalhou, virando programa preferido de 11 entre 10 pessoas que catavam coisas pela Internet. Foi o começo da era P2P de fato. Porém, como tudo o que é bom na Internet, rapidamente corrompeu-se e tinha gente que usava cheat pra receber o ‘god mode’, ou algo parecido, um status que dava prioridade sobre os outros na hora do download. Depois de pouco tempo virou antro de tudo que é tipo de coisa que não presta, inclusive vírus;
4) iMesh: parecido com o Kazaa, porém um pouco mais obscuro. Não conheço muita gente que o tenha usado. Também possuía bastante coisa e acho que usei por mais de 1 ano. Depois parou de funcionar, creio que foi fechado por conta de processos ou algo que o valha;
5) Napster: impossível não lembrar dele, afinal todo mundo baixou música pelo napster. Tinha de tudo, até que algumas bandas revoltaram-se e pouco depois o cara que criou a bagaça vendeu por uma fortuna. Mas também se encontrava muita coisa por lá;
6) Emule: inaugurando a era dos edonkeys, encontrar servidor decente era coisa pra ninja. Mas podia se encontrar absolutamente de TUDO no emule, na verdade ainda dá pra achar alguma coisa, mas a rede virou um antro de vírus e trojans sem fim. Seu legado, porém, é muito grande no que diz respeito a compartilhamento de arquivos;
7) DC++: esse eu confesso que usei uma ou duas vezes, mas muita gente usou. Uma espécie de upgrade da forma como o iRC fazia o compartilhamento de arquivos. Normalmente quem usava o DC++ era gente com bibliotecas inteiras de música, filmes, séries, etc;
8) Limewire: usei pouquíssimo, já de cara não gostei do programa que era muito pesado e feioso, além de ter muito lixo e arquivos fake. Já vinha infestado de spyware e adwares, a experiência era ruim e a quantidade de arquivos disponíveis era fraca;
9) Bitcomet: meu primeiro client de torrents. Nesse caso o cliente não tem muito mérito na questão dos downloads, pois depende dos arquivos disponibilizados de forma assíncrona em sites como filelist, demonoid e isohunter. Mas dava para o gasto para gerenciar os torrents, que assim como os edonkeys, tem a vantagem de poder continuar o download em caso e parada;
10) µtorrent: muita gente chama de u-torrent (tipo U2), mas o correto é microtorrent. Tem esse nome porque o client é realmente minúsculo, coisa de 200kb, porém completo, fácil de instalar e de configurar. É hoje o único programa que uso para baixar arquivos na rede;
E você, quais desses usou? Ficou faltando algum na lista?
Cada um tem seus motivos pra terminar uma amizade ou um namoro. Julgar os motivos pelos quais alguém deu fim a uma relação qualquer, seja ela comercial, pessoal, afetiva, etc. é perda de tempo. A Internet, ao mesmo tempo que aproxima as pessoas, torna as relações mais superficiais. No Twitter então nem se fala. Um simples unfollow pode gerar um perrengue enorme. E aí entra o block. Se o unfollow é o fim do relacionamento, o block é a medida cautelar. Entendam porque um simples unfollow é como terminar um relacionamento:
1) Quem leva o unfollow fica triste, doído e decepcionado;
2) Normalmente é seguido de um mimimi épico na timeline, fazendo um barraco para que todos saibam;
3) Em seguida vem uma chuva de mentions, com ironias e perguntas do tipo “o que eu fiz pra merecer isso?”;
4) Amigos de ambas as partes acabam se envolvendo, tentando apaziguar a situação e fazer com que tudo volte a ser como antes;
5) Quem levou o unfollow aceita tão mal e arma tanto barraco que é necessário tomar uma medida cautelar e dar block na pessoa;
6) O block é sucedido por gritos desesperados por atenção, ameaças de agressão física, perseguição on-line, etc;
7) O unfollowado nunca fez nada e tem memória seletiva. Jamais houve um motivo justo para que o unfollow fosse dado, e quem deu é injusto, metido, arrogante, etc;
8) Após tudo isso, a pessoa ainda solta frases de efeito como “meus seguidores agora estão muito mais bem selecionados” ou “Não faço a menor questão que fulano me siga, foi até melhor, eu já estava pensando em dar unfollow faz tempo”;
9) Essa pessoa repetirá chavões como “fulano só fala merda, nem sei pra que o seguia”, mas continuará lendo absolutamente tudo o que você escreve, e assistindo tudo o que você grava, em todas as redes sociais existentes e até nas que não existem ainda;
O que me leva a concluir que se um simples relacionamento de follow/unfollow no Twitter vira uma Caixa de Pandora, as pessoas levam vidas muito superficiais e carecem demais de atenção, o que é uma pena. Quem age assim está vendo a vida passar, perdida num mundinho on-line que irá ruir assim que sua Internet cair.
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