Anti-Vírus – Parte 2

Conforme mostramos na primeira parte desse artigo, por pior que seja o funcionamento dos softwares de anti-vírus, não tê-los é ainda pior e mais perigoso para o usuário.

Atualmente, com a evolução da codificação dos vírus de computador, temos programas maliciosos de diversos tipos, mas os mais conhecidos são:

– Malwares: o termo é oriundo do inglês, e significa Malicious Software, tendo por objetivo se infiltrar em um computador remoto sem permissão e de forma oculta, buscando destruir informações importantes ou roubar dados confidenciais como senhas de banco, números de cartões de crédito, etc. Trojans (Cavalos-de-tróia) e spywares são alguns exemplos de malwares encontrados.

– Adwares: são programas, que em alguns momentos, seja na execução ou na instalação, instalam propagandas e enviam informações dos padrões de navegação dos usuários infectados. Por enviarem informações confidenciais a respeito do comportamento dos usuários para terceiros, esses programas são também conhecidos como spywares. Uma verdadeira praga que consome processamento, memória e deixa o micro praticamente inutilizado.

Existem diversos anti-vírus conhecidos no mercado. Por acreditarmos que o seu desempenho é muito semelhante, não serão feitos testes para avaliar o grau de eficiência destes, utilizaremos como referência o mais recente teste realizado com os melhores anti-vírus do mercado, pelo site Top10 Reviews.

Segundo os critérios utilizados pelo site, a lista dos 10 mais eficientes são, pela ordem:

1) BitDefender;
2) Kaspersky;
3) Webroot;
4) ESET Nod32;
5) AVG;
6) Vipre;
7) F-Secure;
8) Trend Micro;
9) McAfee;
10) Norton;

Abaixo temos um breve preview do teste. Caso você queira ver o teste completo de 2009 com os melhores anti-vírus do mercado, basta clicar aqui.

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