Um dos maiores inimigos da produtividade, o comunicador instantâneo é um vilão para as empresas. Ao permitir que o funcionário tenha a distância de um clique todos os seus amigos e parentes, a empresa coloca-se numa situação ingrata.
Trabalhar ou bater papo? Na massiva maioria dos casos, o funcionário não consegue resistir ao desejo de comentar o que de bom rolou no final de semana, zoar com a cara do amigo pela derrota do time ou xavecar aquele ou aquela pessoa que é alvo de seu interesse.
Há casos em que o funcionário consegue usar a ferramenta com coerência, mas são raríssimas exceções. A grande verdade mesmo, é que o funcionário em 99% das vezes que utilizar o comunicador instantâneo o fará para uso pessoal. E isso gera custo e prejuízos para a empresa, pois ela está pagando um funcionário e os seus encargos, a infraestrutura necessária para que ele trabalhe (sala, mesa, cadeira, computador, licenças de software) e impostos para que ele exerça a atividade produtiva para a qual foi contratado.
Diante de um cenário tão desfavorável, é possível reunir argumentos que tornem o uso de comunicadores instantâneos benéficos para as empresas? Sim, de fato temos razões para justificar a liberação, com moderação, desse tipo de ferramenta (Msn, Gtalk, Yahoo Messenger, etc.). As cinco razões preferidas estão aqui:
1) Redução de Custos: utilizar comunicadores instantâneos ajudará a empresa a reduzir custos. Envio de documentos por correio, ligações telefônicas interurbanas e internacionais, celular, etc. Todas essas formas de comunicação geram custos altíssimos para as empresas, e utilizar o comunicador instantâneo para esse fim ajuda a reduzir drasticamente os gastos, principalmente com telefonia;
2) Agilidade na comunicação: muitas vezes é difícil encontrar alguém no ramal ou o celular encontra-se fora de área. Quando se quer passar alguma informação rápida de maneira ágil e objetiva, o comunicador instantâneo pode ser de grande valia nessa questão. Muitas dúvidas podem ser tiradas rapidamente através desse tipo de ferramenta, solucionando problemas com mais velocidade;
3) Senso de responsabilidade: ao permitir que um funcionário utilize uma ferramenta como essa, a empresa passa uma sensação de que confia no empregado. Distribuir recursos de tecnologia, não só permite que o funcionário execute bem o seu trabalho como mostram a ele que a empresa acredita nele e no trabalho que ele realiza, tornando-o um empregado mais satisfeito;
4) Integração: muitos funcionários de filiais diferentes não chegam a se conhecer e no máximo trocam informações por telefone. Utilizando comunicadores eles podem conhecer melhor um ao outro e ficarem mais próximos entre si, sabendo quem é a pessoa que está por trás daquele funcionário que resolve determinados problemas;
5) Diminuição do trânsito: com a ferramenta a disposição, os funcionários precisam se deslocar menos de um setor para o outro para discutir algum assunto rápido. Isso evita trânsito desnecessário nas instalações da empresa, minimizando a eterna “voadinha” que os funcionários tanto gostam.
E vocês, são contra ou a favor da permissão dos comunicadores nas empresas?











































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2 comentários
Trabalho em dois locais, em um deles uso o IM (aquele Windows Messenger safado que vem com o windows mesmo). Não me atrapalha muito (distração), e me ajuda quando eu preciso parar e esvaziar a mente para tentar observar o código de uma outra forma para achar "aquele" bug.
Estou num projeto neste 2o trabalho e neste estou em contato com o cliente via IM (uma vez que é um subcontrato e do lado de lá também está um desenvolvedor).
Muito, muito, muito prático.
Jabber?