fuuu-

arrependido

Eu costumo dizer que Internet é como os anos 80. Quando você olha pra trás, tem certas coisas que você fazia que olha e pensa “como pude fazer aquilo?”. E bate um arrependimento de leve, mas nem por isso a gente deixa de fazer essas coisas ou outras ainda piores:

1) Você já usou nick falso para se fazer passar por outra pessoa qualquer. E o que ainda tem de marmanjo se ‘vestindo’ de mulher na Internet, não tá no gibi;

2) Você já se achou realmente 90% sexy e 100% legal e ainda ficava com raiva quando algum amigo ou amiga colocava que você era só 70% sexy e 60% legal (o que te fazia merecer menos 20% em cada item);

3) Você ja teve raiva do Fotolog por só deixar postar uma vez por dia e quando olha as fotos que postava… Quanto arrependimento. E talvez até tenha ficado acordado de madrugada dando F5 na página do Fotolog pra ver se podia criar um Flog novo no Brasil (havia cotas);

4) Você já entrou em comunidades do orkut só pra parecer cool, né? Quem nunca fez isso? Comunidades falando sobre druidas, física quântica, o sex appeal do inorgânico e bandas ucranianas de polka. E nunca sequer leu um só post da comunidade;

5) Você já stalkeou o perfil de alguém em alguma rede social. E talvez até continue stalkeando, mas tudo bem, faz parte da natureza do ser humano;

6) Você deixava de dormir pra passar as madrugadas conectado discadão, tudo pra conseguir baixar uma MP3 de 4MB em 50 minutos. E hoje tudo o que você quer é dormir;

E vocês? Do que mais se arrependem?

p_and_p2

Da série “útil e interessante”, um aparelho que vai economizar muitas moedinhas na compra de lápis por aí e ainda salvar o planeta das cár… digo, dos ecoch… enfim, de evitar machucar a mamãezinha natureza.

O brinquedo que parece uma mini impressora funciona de modo parecido com um fax, que engole sua folha, mas em vez de devolver ela do outro lado, o que sai pelo buraquinho é um lápis prontinho pra uso! A propósito, o mesmo buraquinho ainda serve de apontador dos lápis, prático.

Tudo que ele precisa, além do papel, é uma carga de cola (uma especial, imagino) pra aglutinar tudo, simples assim! Veja nas imagens o design conceito da máquina:

(Yanko)

chuck-norris-0021

Alguns dos filmes que eu mais curti e ainda curto hoje em dia são aqueles filmes B, cheios de tiros, morte, sangue e protagonizados por um brucutu. Os brucutus são uma classe em extinção no cinema. O que os filmes dem de trash tem de bons. Para mim, os cinco maiores brucutus do cinema que não tem mais o mesmo ‘glamour’, mas ainda resistem são Arnold Schwarzenegger, Silvester Stallone, Dolph Lundgren, Chuck Norris e Steven Seagal. Hoje mal temos Vin Diesel e The Rock, que em nada se assemelham aos ícones do cinema brutalidade que os cinco citados representam.

Listarei os melhores filmes dos brucutus citados e garanto, assista que a diversão é garantida.

1) Silvester Stallone: bombou (com trocadilho) no cinema mais ou menos na mesma época que Schwarzenegger. Seus principais filmes são Rambo (1, 2 e 3), Rocky (1, 2, 3, 4, N…); Cobra, Tango & Cash e The Expendables;

2) Arnold Schwarzenegger: mostrou até uma certa habilidade em fazer papéis cômicos como em Júnior e Irmãos Gêmeos. Mas no quesito carnificina, seus melhores filmes são Comando para matar, Conan, a série Terminator, True Lies e Vingador do Futuro;

3) Dolph Lundgren: o único representante nórdico dessa turma, não tem tanto destaque quanto os outros mas fez papéis importantes. Inesquecível como Drago em Rocky e tem outros filmes bons como Soldado Universal, The Expendables e Massacre no bairro japonês;

4) Chuck Norris: claro que ele, o mestre, não poderia ficar de fora da lista. Eu tenho amor à minha vida. O tiozão é um dos primeiros brucutus do cinema, mas suas maiores pérolas estão em toda a série Comando Delta, na série Braddock e em Unidos para vencer, onde incrivelmente ele interpreta ele mesmo (e mesmo assim se sai mal);

5) Steve Seagal: esse é o meu preferido. A vantagem de Steven sobre os outros é que ele luta aikido então suas lutas são mais ‘realistas’ e ele só faz uso dos próprios punhos e de armas brancas na maior parte do tempo. Também e bem mais grosso do que os outros, o cara é um verdadeiro papel de enrolar prego. A cena da briga no bar em Fúria Mortal é épica, o cara detona uns 8 ou 9 com uma toalha e uma bola de sinuca. Maiores clássicos incluem o próprio Fúria Mortal, Difícil de Matar e claro, Nico acima da lei.

Bons tempos, brucutus, saiam de suas tocas!

loser

O brasileiro tem uma capacidade infinita de buscar auto-afirmação. A internet parece ser o santo graal para o alpinismo social virtual. Ou seja, tudo o que o sujeito não é na vida real, almeja ser na vida virtual, mesmo que para alcançar esse status quo digital faça uso de táticas inescrupulosas. Esse mesmo sujeito estará xingando muito no Twitter falando como os políticos são corruptos. Esse mesmo sujeito pegará uma contra-mão para ganhar tempo no trânsito. Esse mesmo sujeito não devolverá o troco que receber a mais no supermercado.

No Twitter a coisa parece ser ainda mais grave. Criou-se uma ilusão de que ter muitos seguidores no Twitter dá relevância a pessoa, como se relevância fosse algo tangível como uma dúzia de laranjas.  E as ‘técnicas’ para ganhar mais followers são diversas, algumas chegam a ser cômicas:

1) Script. Essa é a campeã, mais ‘eficaz’ e a mais difundida. O sujeito segue 50.000 pessoas e espera que a maior parte dela o siga de volta. A culpa é de quem usou o script? Não, é de quem segue alguém que segue 50.000 pessoas. Alguém que segue tanta gente mostra claramente que não que ler ninguém, só quer mesmo aprender a contar números grandes;

2) Followback. Essa é uma arma ainda mais explícita do que o Script, pois a ‘eficácia’ é de 100%. A pessoa só segue quem seguir de volta. É ainda mais babaca do que o script, pois além de safado o sujeito é birrento;

3) ‘Não consigo te mandar DMs’. É um pedido de follow velado. Quer falar com a pessoa? Manda reply, email, se vira. Essa desculpa soa como “poxa, seria tão bom se você me seguisse, assim eu poderia te mandar DMs legais”. Parece choro de menina enjoada;

4) Followback seguido de unfollow. essa é pros Chuck Norris do script. O sujeito paga de bonzinho, segue Deus e o mundo, espera um tempo e dá unfollow em todo mundo. De repente o mané está com 50.000 seguidores e seguindo 100 pessoas. Criou-se uma falsa sensação no Twitter de que quanto maior o quociente entre seguidores x seguidos, mais relevante é a pessoa. Normalmente, se as pessoas não forem muito famosas ou mesmo usuárias de script, elas serão muito seguidas por conta do seu conteúdo. Naturalmente essa pessoa será retuitada, seus tweets começarão a pipocar nas timelines de muita gente e gerará curiosidade, culminando no follow. Quem tem muitos seguidores mas segue pouca gente, o faz por consideração a quem segue. Essas pessoas querem REALMENTE LER o que os seguidos escrevem. Além de ser uma rede social de intrigas, sexo e corrupção, o twitter se bem usado também pode ser uma ótima fonte de cultura, informação e entretenimento;

5) Follow e unfollow interminável. Algumas pessoas pra chamar a atenção de alguém que elas almejam ter como seguidor, preferem chamar a atenção como colegiais que tiram foto na frente do espelho fazendo duckface. Reply? Interação? Nada disso. Follow na pessoa, em seguida unfollow. É parecido com aquela menina retardada que entra no msn e fica offline 20x seguidas, pro cara que deu um pé na bunda dela notar que ela ficou online e ir puxar assunto. Sério, é vergonhoso.

6) Pedido de follow. Algumas pessoas acham que sendo ‘educadas’, pedindo para serem seguidas causarão simpatia dos outros e receberão o follow como prêmio. Na minha opinião, pedir follow é como colocar símbolo da AUDI numa Kombi. É patético. Eu não quero seguir pessoas por motivos banais, quero interagir com elas. Apesar de virtual, o twitter é uma rede social e como disse o gravz, o assunto ali são pessoas, e não coisas ou números;

Antes que os chatos de plantão metralhem sua verborragia, eu não estou cagando regra. Na verdade isso é a minha opinião, você lê, entende, concorda, discorda, faz o que quiser. O único aspecto que deve realmente ser levado a sério nisso tudo é que ‘status’ na Internet é o mesmo que dedo mindinho do pé. Não serve pra porra nenhuma e você só lembra dele quando leva uma porrada. A minha parte eu quero em dinheiro, faz favor.

e00680aa20a6b7e827fdc1a7633d5bad

Um dos aplicativos mais utilizados em smartphones mundo afora, o FourSquare virou febre entre os brasileiros já há algum tempo. Mistura de APP com Rede Social, o objetivo é fazer ‘check-ins’ nos locais onde você passa. Mas não só isso, é uma rede colaborativa onde você pode cadastrar na rede os locais que visita, como restaurantes, hotéis, parques, bares, etc. Qual a vantagem disso? Baseado em sua localização, o sistema diz tudo o que há próximo de você. Faça uma busca por ‘Farmácia’ e descubra onde está a mais próxima. Parece muito útil, e é mesmo.

O problema é que no caso do Brasil, em primeiro lugar pensamos logo na questão da segurança. Avisar onde você está (e com um smartphone na mão) não parece muito inteligente. Mas tudo bem, só seus amigos do 4SQ podem ver isso em tempo real. Outra questão é os ‘stalkers’. Pessoas que podem se disfarçar em um profile qualquer e seguir todos os seus passos através dos seus ‘check-ins’.

A grande mania mesmo do 4SQ é coletar ‘badges’. São distintivos que você recebe por uma série de atividades que realiza usando a ferramenta. Se você fizer um check-in de madrugada, se você fizer mais de 10 check-ins em um único dia, etc. Brasileiros viraram verdadeiros caçadores de badges, alguns de forma ilícita, dando check-ins falsos ou cadastrando venues (endereços) que não existem apenas para conquistar ‘status’ na ferramenta. Essa mesma atitude ilícita é usada para conquistar ‘mayorships’, que são as ‘prefeituras’. Quando você é o maior frequentador de uma venue num certo espaço de tempo, você se torna o ‘mayor’ dela.

O potencial da ferramenta é enorme, pois é extremamente útil não só para quem usa, como para donos de estabelecimentos, que podem fazer promoções do tipo “cadastre uma dica sobre nosso restaurante e ganhe 10% de desconto” ou outra promoção qualquer para quem chegou até o estabelecimento via 4SQ. O downside disso é que por ser uma ferramenta de colaboração, as pessoas cadastram os endereços incompletos, com erros de digitação, informações falsas e bagunçam todo o sistema.

O 4SQ também tem um sistema de pontuação. A cada visita em uma venue, a cada venue nova cadastrada, o usuário recebe um número x de pontos. Ninguém sabe ainda como esses pontos serão aproveitados, mas com certeza os criadores da ferramenta tem alguma carta na manga relativa a isso.

Uma iniciativa interessante apareceu essa semana. Eu uso a APP RunKeeper, para iPhone que registra todas as minhas atividades físicas. Após concluir a atividade, a APP tuita no meu profile e manda direto pra minha página pessoal no site do RunKeeper. O sistema gera uma série de relatórios e tendências para minhas atividades. Em parceria com o 4SQ, o RunKeeper disponibilizou uma série de badges que você ganha a medida que realiza atividades como correr 5km ou correr uma maratona. O legal disso é que a conquista de badges serve de incentivo para as pessoas se movimentarem e fazerem atividades físicas.

Por fim, algumas dicas de como usar bem o 4SQ e tomar cuidado com sua segurança:

1) Evite check-ins em locais ou bairros que você sabe que não são seguros;

2) Faça check-in ao sair do local, não ao chegar. Isso minimiza quem é stalker em tempo real;

3) Procure cadastrar uma venue completa, com endereço, número e uma referência que ajude a localizá-la;

4) Antes de cadastrar a venue verifique se ela já não existe, para evitar redundância;

5) Não floode o 4SQ com shouts para ganhar badges, procure entender como cada badge é conquistado. Há diversos sites explicando como ganhar badges no FourSquare;

Como qualquer ferramenta (ou rede social) que compartilha informações suas, o 4SQ é bastante útil mas requer muito cuidado no seu uso. Fique atento e curta a ferramenta, mas proteja sua integridade privacidade enquanto isso.

9-26-10-raytheonexoskeleton2

Depois de ver tantas notícias sobre robôs dominando o mundo, alguma empresa contratada do governo dos EUA tinha que preparar algo pra gente lutar contra as máquinas (fuck yeah resistência!). A Raytheon, que já trabalha nessa ramo há muitos anos, desenvolveu a segunda versão de um exoesqueleto que ajuda uma “pessoa comum” — leia-se, um soldado bem treinado — a ter força e resistência muito maiores.

Segundo a empresa, essa espécie de armadura, em sua nova versão é mais leve que a primeira de três anos atrás e consome 50% menos energia para funcionamento… Imagino que esse trambolhinho nas costas seja a bateria, porque sendo, acho que dá um bom tempo de combate. Só dá medo de pensar no estrago que dá pra causar usando uma dessas!

Mais algumas fotos e o vídeo de divulgação a seguir:

(daqui)

images

Todo mundo conhece o Wally, aquele magricelo com cara de Nerd que veste uma camisa listrada de vermelho e branco. Ele está presente em um monte de livros com um desenho gigante, cheio de gente e detalhes onde o objetivo é encontrar ele o mais rápido possível. Tem até jogo de videogame (lá fora ele é chamado de Waldo). Mas em alguns países brincar de procurar o Wally não tem a menor graça:

Fonte

machado_de_assis

Um dos maiores mistérios da minha adolescência não era saber quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, mas sim saber o seguinte: no livro Dom Casmurro, de Machado de AssisCapitu enfeitou a cabeça de Bentinho ou não? Foi ou não o Escobar um amigo da onça? Pois é, o chapéu de touro é assunto discutido há mais de 100 anos e até hoje as pessoas se perguntam se Capitu terceirizou o serviço ou não. Vi o vídeo abaixo no Jacaré Banguela e achei curioso, pois misturar música e aprendizado é um negócio que sempre dá muito certo. As músicas inventadas com o assunto de uma determinada matéria ajudam na hora de aprender assuntos que caem no vestibular, por exemplo:

O mais legal é ver que uma empresa, espontaneamente, investe numa ação que não só divulga um produto, mas que fala a linguagem do público jovem e no momento certo, pois o vestibular está aí em cima, o que é sempre uma iniciativa louvável. Não sei vocês, mas eu acho que a perereca da Capitu foi coachar em outra lagoa.

toast_mosaic

Você já cansou de ver gente falando que viu imagem disso e daquilo em torradas? Já cansou das milhares de propagandas de manteigas, margarinas e afins que sempre tem personagens passando o produto em torradas pra mostrar como é “humm gostoso”?

Pois agora você vai ver torradas, um monte delas, sendo colocadas em um uso questionável, mas totalmente legal:

Esse cidadão na foto é o responsável, tem um vídeo dele explicando o trabalho também:

Agora com licença que vou ali fazer uma boquinha, porque ver tanta torrada junta deu até fome!

Página 1 de 1112345...10...Última »

CURTA NO FACEBOOK


SOBRE O BLOG


O Byte Que Eu Gosto é um blog nerd/geek com tendências humorísticas. Os comentários não necessariamente refletem a opinião do autor.

ESTATÍSTICAS





Free PageRank Checker