Pense em uma guerra de travesseiros. Pronto? Ok, algumas ou muitas pessoas se “batendo” com seus emplumados ou espumados, rindo como se tivessem voltado à infância e como se não houvesse amanhã.

No fim das contas o legal é exatamente essa diversão, travesseiros e almofadas não costumam ficar inteiras por muito tempo nessas horas. Maaas, ainda assim, ter um que mostre o quanto você e do mal até na hora da guerra de travesseiros:

travesseiro do mal

YEAH TRAVESSEIRO BADASS!

Só digo isso: AWESOME!

No baú mágico da Etsy, por $14

via

1) Eu acredito que tudo o que vale a pena ser feito, já deve ter sido feito;

2) Eu nunca devo fazer nada rapidamente, exceto pra evitar mais trabalho ou arrumar desculpas;

3) Nunca farei nada apressadamente sem passar a vida inteira ponderando a respeito;

4) Eu devo ir de encontro aos meus prazos diretamente na proporção aos ferimentos que posso vir a sofrer caso não os cumpra;

5) Eu acredito firmemente que o amanhã reserva a possibilidade de surgirem novas tecnologias, descobertas fantásticas e um alívio das minhas obrigações;

6) Eu verdadeiramente acredito que todos os prazos são impossíveis de cumprir independente do tempo que seja disponibilizado para cumpri-los;

7) Eu nunca devo esquecer que a possibilidade de um milagre, mesmo que infinitamente pequena, não é igual a zero;

8) Se de primeira eu não conseguir, sempre há o próximo ano;

9) Eu devo sempre decidir por não decidir, a não ser é claro que eu decida mudar de idéia;

10) Eu devo sempre iniciar, começar, dar o primeiro passo e/ou escrever a primeira palavra, enquanto começo a fazer algo;

11) Eu obedeço a lei do esforço inverso, que define que quanto maior a tarefa a ser feita, mais insignificante deve ser o trabalho realizado para começar a fazer a grande tarefa;

12) Eu sei que o ciclo de trabalho não é planejar/começar/terminar, mas sim esperar/planejar/planejar;

13) Nunca farei amanhã o que posso esquecer para sempre;

14) Eu serei membro da antiga Ordem das Tartarugas de Duas Cabeças (A Sociedade da Procrastinação) se algum dia ela for criada;

Via: AppleSeeds

O pior é que faz sentido.

Via: Reddit

Eis que, uma semana depois de todo mundo, assisti o tão comentado final de Lost. O fim de uma das séries mais intrigantes de todos os tempos. Lembro como se fosse hoje toda a expectativa em torno da escotilha, sobre os motivos que faziam uma pessoa digitar uma sequência de números durante anos. Vi ursos polares numa ilha tropical, bombas de hidrogênio, magnetismo, mas acima de tudo, vi fé naqueles personagens. Fé em encontrar uma nova vida nessa ilha, fé em ser resgatado, fé em ter um propósito de estar ali, naquele exato momento, fé em consertar tudo ao seu redor.

Há duas formas de analisar o final de Lost. Uma, é movida por essa fé. Focando-se nas pessoas, ignorando o fato de que algumas simplesmente sumiram, outras são espíritos/fantasmas, outras morreram gratuitamente, deixando transparecer uma aceitação fria e calculista da morte alheia por parte de quem foi sobrevivendo. É mais do que explícita toda a religiosidade envolvida no universo de Lost. O que me frustra um pouco, visto que todo os mistérios que nos fazem duvidar de uma série de coisas são substituídos por dogmas e clichês seculares, assim como aconteceu em Matrix. O sucesso foi maior do que o esperado e os responsáveis por algo que mudou a vida de muita gente não soube como dar continuidade, ou ao invés de deixar tudo como estava, tentou espremer suco de uma laranja que já não tinha sumo.

Considerando que a ilha realmente existe, que pessoas podem falar com mortos, que tudo o que existe nesse planeta é controlado por uma pessoa que bebe um copo d´água e uma fumacinha preta pode assumir formas humanas e vira de fato mortal depois que uma rolha é tirada de uma pedra, o final de cunho religioso, com o universo paralelo sendo uma espécie de limbo/purgatório onde todos já estavam mortos mas Sun pode levar um tiro e sangrar e pessoas podem morrer, mesmo estando já mortas, foi o final mais ‘digno’ e óbvio que a série poderia ter. Para os fãs de ficção, para os céticos, para os sedentos por causalidades, o final não poderia ser mais frustrante.

Foi usada a fórmula Spielberg para acabar com Lost. Muita ficção, ciência, mistério, mas tudo acaba num final feliz com todo mundo de mãos dadas. Os fãs de Lost que tratam a fé como placebo se frustraram pois queriam explicações racionais para acontecimentos diversos na ilha, como muitas vezes foi o caminho tomado pelos produtores. Essa é a segunda forma de entender o universo de Lost. Tudo o que era ciência e mistério virou uma papagaiada religiosa. Substituíram a causalidade pela casualidade. O monstro de fumaça não é feito de nanopartículas inteligentes (claramente o modelo usado para a fumacinha preta foi extraído de Presa, um livro de Michael Crichton, por sinal um dos autores favoritos de J. J. Abrahms), mas sim de… luz. É assim que as coisas funcionam na ilha, se você é jogado numa caverna cheia de luz, você sai lá de dentro como fumaça preta.

Os ‘furos’ no roteiro são muitos, mas enxergá-los depende muito mais de como VOCÊ é, do que qualquer outra coisa. O fato é que o final de Lost, por pior que tenha sido acaba nos fazendo aprender um pouco mais sobre nós mesmos. Alguns podem acabar descobrindo uma fé interior que não existia ou mesmo ter uma fé já existente reforçada pela religiosidade exibida no final da série. Já os que preferem acreditar que o mundo é físico, que as coisas podem ser sim explicadas e o que não é explicado, AINDA não o é por não termos o conhecimento necessário para tal empreitada se viram cada vez mais convictos de que a fé é capaz de mover montanhas, de matar monstros de fumaça preta e fazer com que todos vão para o céu, independente dos pecados que tenham cometido, mas não é capaz de dar um final decente a uma série de TV.

Bem, pelo menos em termos. Na verdade, pra quem lembra bem de De Volta Para O Futuro 2, o hover board não é exatamente um skate, mas sim um patinete ultra-moderno que Marty troca com a garotinha, arranca o guidão e transforma em skate, numa das cenas mais emblemáticas da trilogia.

Nils Guadagnin é um artista francês que recriou o hover board para um evento com objetos relativos ao filme. A prancha realmente flutua, por eletromagnetismo. Ímãs na prancha e na superfície onde ele repousa fazem com que ele flutue, porém só funciona naquela superfície e não tem força suficiente pra sustentar uma pessoa em cima. Mas já é avançado o suficiente para os fãs da trilogia ovularem. Vejam um vídeo da belezinha funcionando:

Via: Forever Geek

Um dos esportes preferidos quando eu estava naquela fase, nem criança nem adolescente era pegar o extintor de incêndio do prédio e fazer guerra de pó. É, eu sei. Mas os extintores de incêndio agora funcionam de outra forma, mais óbvia e eficiente:

Todo nerd sempre quis ter uma calculadora daquelas HPs ou TIs que resolvem todo tipo de equações, tem uma memória absurda de grande onde você pode gravar a cola o formulário todo que o professor pediu pra levar para a prova, e ficar fazendo graça com os gráficos que ela consegue gerar…

Hoje em dia, com os smartphones, netbooks e outros portáteis, a coisa perdeu um pouco daquela graça que tinha… Por sorte, alguém com muita inspiração (mentira, falta do que fazer) resolveu fazer o caminho inverso e mostrar na calculadora algo que a gente está acostumado a ver nas outras telas…

fuuu calculator

FFFFFFFFUUUUUUUUUUU

Por essa vocês nem esperavam… ;)

via Sangent

Deu até vontade de ter um bichano depois dessa…

Via: Schnuerpel

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