Certas iniciativas nos enchem os olhos, pois são feitas por pessoas imaginativas e com plena consciência de coletivo e de utilidade. Que a Nokia é uma empresa exemplar todo mundo sabe, mais ainda que apesar de tudo o objetivo final dela é o lucro, assim como qualquer coorporação global. Nada de errado nisso, muito justo por oferecer produtos bons e investir tanto em inovação.

Mas uma iniciativa deve ser louvada. A Nokia está desenvolvendo uma tecnologia que permite a cegos lerem em Braile em dispositivos touch screen. No Braile, um caractere é disposto por 6 pontos distribuídos numa matriz 2×3. Pesquisadores da Nokia utilizaram um tablet Nokia 770 e desenvolveram um método que utiliza um pulso único de intensa vibração para “elevar” um ponto e uma vibração mais longa de pulsos mais fracos para representar a ausência de ponto, facilitando a leitura em dispositivos touch screen.

Levou um certo tempo até os voluntários conseguirem usar o dispositivo mas no momento em que eles se acostumaram foram capazes de ler um caractere em 1,25s.

brailetouchnokia

Agora que o trabalho com letras está desenvolvido, o próximo passo é trabalhar nas palavras e frases, objetivando no futuro o desenvolvimento de aplicações que convertam texto em braile. Uma atitude extremamente importante e que irá incluir tecnologicamente milhares de pessoas incapacitadas de ver e usufruir das benesses que a tecnologia oferece.

Original do Engadget, traduzido e adaptado pelo BQEG.

Um anúncio da Sony divulgou a informação de que o preço do PS2 vai cair para $99,99. É uma notícia que em pouco ou nada afeta nós, brasileiros, pois todo mundo sabe que a carga tributária aqui é pornográfica. Jamais teremos um Playstation 2 por R$250,00 aqui por essas bandas.

O que se espera de fato é uma queda do preço do PS3. Isso sim geraria interesse em escala mundial. O Playstation 2 ainda é encontrado no Brasil em alguns locais por R$699,00 com 1 controle e sem memory card. Vender um PS2 sem Memory Card é o mesmo que tomar Milkshake de Ovomaltine sem Ovomaltine.

ps2

O antigo console da Sony só gera interesse em países subdesenvolvidos onde você vai no Carrefour e encontra um Master System 3 por R$205,00 ou um Dynavision por R$209,00.

Fonte: Engadget

O CAIS (Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança) da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) divulgou um artigo falando sobre o Conficker e as atividades que o Worm pode desenvolver no dia 1° de Abril.

Vírus que tem data específica de detonação são muito mais barulho do que efeito de verdade. Mas, como o Conficker virou o “queridinho” as avessas do momento, vale ficar de olho.

Reproduziremos aqui o FAQ traduzido de um artigo do F-Secure Weblog desmistificando o Worm e esclarecendo diversos pontos relevantes para profissionais de segurança e infraestrutura:

Continue lendo…

Imagine-se no meio do mar, bem longe da costa. Você está sem bote salva-vidas, sem colete, sem nada para se agarrar. Você depende única e exclusivamente do seu próprio fôlego e forças para se manter na superfície. A região em que você se encontra é conhecida por ser infestada de tubarões brancos. E pra piorar, o seu chefe ao lhe soltar na água lhe deu um banho com sangue de bacalhau.

Dependendo da sua função dentro de uma empresa, é essa a situação em que você se encontra caso seja obrigado a trabalhar sem computador ou a dividir uma estação com alguém, ou ainda caso a sua estação de trabalho pare por algum motivo. Por isso você deve cuidar bem dela, senão o maior prejudicado será você mesmo.

1) Instalar softwares não permitidos: em empresas com maior controle e administração mais eficiente dos recursos de informática, não é permitido para usuários fazer a instalação de qualquer software, tendo em vista que lhes é cerceado o direito de administrador na máquina. Porém, em muitas empresas, principalmente pequenas e médias (onde uma estação parada tem um impacto ainda maior) os usuários tem a liberdade para instalar e remover o que bem entenderem na estação que usam para trabalhar. Evite fazer isso, pois pode prejudicar você e a empresa de diversas formas. Softwares ilegais podem gerar multas, excesso de programas instalados pode causar lentidão e mau funcionamento da máquina além de uma série de outros problemas associados a esse tipo de atitude.

2) Colar adesivos e coisas do gênero: é legal manifestar sua opinião a respeito de política, religião ou futebol. O que não é legal é encher sua estação de trabalho de adesivos, daqueles que com o tempo a cola fica grudada e nunca mais sai. O computador que você usa é patrimônio da empresa. Nada de penduricalhos, adesivos de times de futebol, mini-fotos do filhinho ou coisa parecida. No máximo cole um post-it com algum recado ou lembrando alguma tarefa que você tem que realizar, já que após resolvido o problema esse post-it irá para o lixo;

3) Tratar como se fosse seu: nunca é demais lembrar. Por mais que exista um certo apego (até natural) do usuário com a estação que ele utiliza, principalmente se for um Notebook e ele seja liberado para levar para casa, a máquina que você utiliza não lhe pertence. Ela é um ativo da empresa, custou bastante dinheiro e deve ser tratado como se fosse seu do ponto de vista de zelo. Mas não do ponto de vista de posse. Se alguém precisar usar sua estação numa emergência, nada de fazer cara feia ou ficar resmungando pelos cantos com o seu colega de trabalho. Os recursos são para todos e devem ser usados para trazer produtividade para a empresa. Portanto, nada de egoísmo!

4) Desligar incorretamente: tem gente que nem espera tocar a ave maria e já sai correndo da empresa. Mas uma coisa que pode e deve ser evitada é ficar desligando a CPU no dedo grande antes que o desligamento do sistema operacional seja concluído. Isso pode trazer danos ao sistema operacional e ao equipamento, prejudicando você e a empresa. Se tem que sair em cima da hora, conclua suas atividades antes e desligue o PC corretamente. Nada de meter aquele chute a lá Roberto Carlos no estabilizador e no dia seguinte reclamar que a máquina não funciona;

5) Colocar senha na Bios: tem muito a ver com o terceiro item, e é um pé no saco do pessoal do suporte. Tem gente que só pra não ver alguém usando sua querida estação de trabalho, coloca senha na Bios. Acreditem, tem gente que sabe fazer isso. Quando se trata de burlar políticas de segurança, o QI do funcionário entra em modo turbo. É péssimo quando alguém é demitido ou pede demissão subitamente e esquece de remover a senha da Bios, deixando um problema dos mais chatos na mão do pessoal de infra;

6) Apoiar os pés ou colocar peso em cima: tá com os pés doendo, coluna rígida ou outros males de trabalhar com o computador? Ginástica Laboral existe pra isso. Inclusive também existem diversos apoios para pés que deixam eles na posição correta e descansados. Mas nenhum apoio desses se chama CPU, ou seja, nada de colocar os pés em cima, ou o lanche, ou pastas e mais pastas, ou a bolsa, ou a mochila ou o que quer que seja em cima da coitadinha. Deixe a pobre da CPU trabalhar em paz, o esforço já é grande sem ter que ficar com um monte de tralha em cima;

7) Derramar líquidos ou comer perto do equipamento: bonito é ir explicar pro pessoal do suporte que o teclado não funciona mais porque você derramou um “tiquinho de nada de café” em cima do teclado. Esse tiquinho de nada geralmente é uma xícara daquelas que tem em Friends, usadas no Central Perk. Deve caber uns 3 litros da café ali, e você derruba no teclado ou na CPU logo quando ela está cheia. Estação de trabalho é para trabalho. Quer comer, lanchar, tomar café, vá para a copa. Nada de deixar o teclado gorduroso, cheio de farelos e sujeira. Respeite o patrimônio da empresa! Já imaginou alguém derramando catchup no banco do seu carro novo?

É extremamente machista e a mulherada vai cair de pau em cima, mas ainda assim muito engraçado!

Via Twittada do @Cardoso, que foi uma Retwittada do @kakah, que viu no Triplo Sentido.

Já mostramos o lado positivo de liberar o acesso a comunicadores instantâneos (Msn, Yahoo Messenger, Gtalk) dentro de uma empresa. Mas assim como o quente tem o frio, assim como a luz tem o lado negro da força, também temos obrigação de demonstrar as razões pelas quais as empresas devem proibir o uso de comunicadores instantâneos dentro de sua infraestrutura.

E olhe que vamos mostrar apenas cinco, mas para cada razão que temos para permitir o uso, temos outras dez para proibir. É fato que usuários não conseguem controlar-se e utilizar esses recursos com sabedoria. Também é certo que mesmo que o comunicador instantâneo seja proibido, se o funcionário quiser enrolar, facilmente ele irá arrumar outra coisa para queimar tempo.

Outra coisa que deve ser explicada, é que o intuito de mostrar essas razões não é para provar que as empresas devem necessariamente proibir o uso. Há, como mostramos antes, diversos casos em que a liberação é benéfica. Algumas vezes até compensa para a empresa perder um pouco da produtividade de um funcionário se a economia for maior com o uso de uma ferramenta desse tipo.

1) Produtividade: talvez o principal motivo e ele por si só já deveria justificar o bloqueio. Com um comunicador instantâneo a disposição, um funcionário sem consciência do uso correto e disposto a matar tempo tem tudo o que precisa em mãos para fazer isso. E nem adianta mudar o status para ausente ou ocupado. As pessoas que estão online nos contatos do funcionário também são usuários e pouco ou nada respeitam o status demonstrado no comunicador. A perda de produtividade pode ser ainda maior para funcionários que se auto gerenciam e trabalham com prazos. É provável que ele entregue o que deve no prazo, mas a qualidade do trabalho vai cair drasticamente;

2) Consumo de banda: um dos pontos quem mais são afetados com a liberação de comunicadores instantâneos é a banda de Internet e links dedicados. De cada 10 usuários que utilizam essa ferramenta na empresa, 11 trocam arquivos pelo comunicador. As fotos da última balada, aquele “programinha” legal, músicas, etc. Isso faz com que o desempenho da Internet e de sistemas dependentes da Internet para trafegar dados sejam prejudicados ou até inutilizados. Isso trará prejuízos e demora na entrega de resultados e informações cruciais;

3) Segurança da Rede: um dos maiores vilões dos administradores de rede e segurança da informação nas empresas é o comunicador instatâneo. Principalmente com o MSN, a quantidade de vírus, trojans, worms, malwares e tudo o mais que circulam pela rede e pelos PCs dos funcionários é absurda. Além de prejudicar o desempenho da rede como um todo, essas pragas irão gerar mais custos com horas e horas de suporte a infraestrutura para remoção de vírus, para levantar serviços e servidores derrubados e formatar máquinas infectadas, causando prejuízos múltiplos e interligados;

4) Continuidade do Negócio: evasão de informações sigilosas e dados estratégicos são um grande risco que a empresa corre liberando comunicadores instantâneos dentro do ambiente de TI. Óbvio que a culpa não é só dessa ferramenta. Se um funcionário com más intenções quiser extrair dados da empresa para causar prejuízos ou obter benefícios para si, ele pode fazer isso de diversas formas, mas não é porque o risco em geral é grande e o controle quase impossível que a coisa deva correr solta.  Sem falar que, com a segurança afetada como demonstrado no item anterior, a continuidade do negócio pode ser ameaçada caso ocorra uma invasão e dados sejam apagados e/ou furtados;

5) Relacionamento: essa é mais voltada para os cuecas. É só liberar o comunicador na empresa que os garanhões de plantão começam a catar os contatos das mulheres do departamento ou da empresa toda. Isso não só consome muito tempo e produtividade como geralmente causa constrangimentos desnecessários por assédio, tornando o ambiente de trabalho pesado e sem harmonia dentro das equipes. Outro ponto desfavorável é que com a perda de produtividade, chefes e suprvisores vão ter que exercer cobranças maiores sobre seus subordinados, desgastando o relacionamento com o funcionário e elevando o nível de stress.

Os motivos citados não são regra para 100% dos usuários. Se você é exceção, parabéns. Mas se você se identifica com algum dos motivos citados acima, é bom rever os seus conceitos e a forma como você utiliza essa ferramenta tão importante quanto prejudicial.

Vejam o vídeo e tirem suas próprias conclusões. Quanto tempo até a turma do #mimimi entrar em ação e dizer que esse joguinho faz apologia a isso ou aquilo?

O game basicamente é uma mistura de Bob Marley, Donkey Kong e Sonic. Tem uma música de fundo irritante, um cenário alucinógeno e um gameplay simplesmente bizarro.

Mas estará disponível para Iphone por apenas $0.99 e aposto que vai vender um monte de cópias. Apenas recomendamos que você não o jogue se for epiléptico ou se estiver morrendo de enxaqueca.

Via: The Iphone Blog

Para quem tem o privilégio de usar Macs e Macbooks, o único problema é com relação ao case. O que é branquinho, lindo e com cara de cozinha da exclusive line, acaba se tornando sujo, arranhado e encardido.

E qual é a melhor forma de deixar tudo como novo? Pasta de dentes, amiguinhos, daquela branca (claro).

Vejam o vídeo abaixo:

Também vale a pena ler isso aqui. Dica de @confusaomental

Como hoje é domingo, o BQEG vai dar de bandeja para nossos queridos leitores, um diagrama simples pra mostrar como é que deve ser feito o compartilhamento da Internet em sua casa. O mais normal hoje em dia é termos domicílios com dois, três e até mais computadores.

Isso faz com que seja grande a necessidade de uma boa banda larga, de preferência compartilhada entre todos os pcs da residência. Já pensou você naquele maior papo no mIRC com seus amigos, no seu super modem Genius de 33.600kbps e no auge da conversa você ter que liberar a Internet pro seu irmão mais novo depois de ter esperado o dia todo pra chegar a meia-noite? Er.. você não é tão velho assim… Tudo bem, não importa.

Faremos dois esquemas, um sem Rede Wireless e um com Rede Wireless. Lembro ainda que o diagrama é apenas para mostrar como deve ficar a infraestrutura envolvida no compartilhamento da conexão, e não mostraremos as configurações, pois fica inviável levando-se em conta a infinidade de sistemas operacionais, roteadores, etc.

Esquema 1 – Sem Rede Wireless

diagrama1

Nesse esquema, o normal é conectar o Modem ao Hub e os PCs também ao Hub. Duas formas podem ser usadas para compartilhar a conexão. Uma maneira eficiente é rotear o modem, pois assim os dois PCs ficam conectados independentes um do outro. Outra maneira, utilizando o Modem em modo bridge, é usar o ICS (Internet Connection Sharing) do Windows, porém dessa forma o sistema fica menos eficiente pois um computador dependerá do outro para conectar, visto que o PC que está compartilhando a conexão deverá fazer a discagem toda vez que for ligado. Com o Modem em modo bridge, o consumo de energia será sempre maior pois sempre os dois PCs estarão ligados.

Esquema 2 – Com Rede Wireless

diagrama2

Nesse esquema, há uma complexidade estrutural um pouco maior, pois há a entrada de um novo equipamento, o Roteador Wireless. Porém, o que parece ser um complicador na verdade acaba facilitando a configuração, pois os Roteadores Wireless hoje em dia vem com um passo-a-passo de configuração extremamente simples e intuitivo para fazer o setup de sua conexão, principalmente se ela for ADSL. Nesse esquema não há a necessidade de deixar nenhum computador ligado para que os outros tenham o acesso à Internet, o que é uma grande vantagem, além de possibilitar aos portadores de Laptops que utilizem o acesso livremente pelo domicílio (respeitando o alcance do sinal). Outra vantagem interessante é que o Roteador Wireless consegue fazer o compartilhamento independente do modo em que o Modem se encontra (Bridge ou roteado). Dependendo do Roteador Wireless que você adquirir, ainda pode-se eliminar a presença do Hub, pois alguns Roteadores já vem com 4 portas de rede Lan embutidas, eliminando a necessidade de utilizar um Hub. Porém, dependendo do Layout da rede, pode ser necessário utilizar o Hub por questões meramente geográficas.

É isso aí galera, espero que esse diagrama facilite a visualização de como deve ser a ligação de sua rede em casa, para compartilhar a Internet. Qualquer dúvida, é só gritar nos comentários que a gente como sempre responde.

Claro que o título é forte, mas é necessário diante do que temos aqui. Dois argentinos conseguiram atravessar uma barreira até então considerada segura, e alegam ter criado um vírus que se aloja na BIOS. Já imaginaram o tamanho do problema caso uma praga como essa se alastre?

Anibal pega no meu Sacco e Alfredo Ortega, funcionários de uma empresa chamada Core Security Technologies fizeram a apresentação de um código malicioso que pode se alojar na BIOS, durante a conferência da CanSecWest, na semana passada.

Um código como esse, que é executado a partir da placa-mãe, não pode ser removido reinstalando o sistema operacional ou formatando o HD fisicamente. O programa mostrado consegue ler e alterar arquivos armazenados no HD através da BIOS.

O mais incrível disso é que o código mostrado não destrói a BIOS, fazendo com que a placa-mãe deixe de inicializar. Eles conseguiram fazer com que o código se abrigue na BIOS. O mais preocupante é que o ataque independe do sistema operacional, ou seja, xiitas do Linux não podem alegar que é uma falha da Microsoft e do Windows, pois o ataque foi demonstrado em uma máquina Windows e em uma OpenBSD.

O código também funciona para BIOS de máquinas virtuais. No caso de um ataque a máquinas virtuais, o sistema pode dominar a BIOS de todas as máquinas virtuais alojadas num servidor real. Porém, não tomaria posse da BIOS da máquina real. Até hoje ainda não temos notícia de algum vírus real que ataque a BIOS das máquinas, mas nunca se sabe.

Eu por via das dúvidas vou abrir uma Fábrica de Eprom pra flashear a BIOS de quem pegar um vírus como esse.

Fonte: G1

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