Em tempos de crise, vale atirar para todo lado. Dando uma reviravolta no mundo da publicidade, a Yahoo associou-se a jornais impressos para vender mídia on-line.
Terry Widener esteve vendendo anúncios em jornais pelos últimos 35 anos. Mas até o último outono, a Sra. Widener, uma vendedora de 53 anos do The Knoxville News Sentinel em Knoxville, Tennesee, jamais havia vendido um anúncio na Internet.
Então, em uma blitz de duas semanas de vendas com a intenção de testar uma parceria inovadora entre jornais e o Yahoo, ela convenceu anunciantes a comprar US$200.000,00 em anúncios on-line que serão veiculados no site do jornal e no Yahoo. Isso representa 1/7 do total que ela consegue vender normalmente em um ano. “Eu sou da velha guarda”, disse a Sra. Widener. “Foi uma experiência muito interessante. Espero que eu venda cada vez mais anúncios on-line.”
Notícias como essa surgem em um momento crucial no mercado da publicidade. Empresas e agências de mídia ainda buscam encontrar um modelo ideal para esse setor e a crise mundial trouxe diversos pontos de interrogação para a mídia on-line. A alternativa proposta pelo Yahoo pode ser um divisor de águas, mostrando que a fusão entre o mundo on-line e o offline talvez seja a única saída para dar sustentação ao mercado global de publicidade.
Fonte: NY Times
Imagine que você é uma chinesinha até bonitinha. Mas no ano passado, sua cidade foi devastada por uma tempestade, seus melhores amigos de divorciaram e sua loja de roupas foi a falência.
Muitos se suicidariam, entrariam em depressão, iriam se torturar por isso. Mas não foi o que fez Chen Xiao. Ela simplesmente criou um site e resolveu alugar a sua vida, para quem estiver disposto a pagar. Cobrando o equivalente a R$7 por hora, ela encontrou uma ótima solução (?) para sobreviver em tempos de crise.
O cliente que quiser contratar os “serviços” de Chen Xiao, faz através do site e ela é obrigada a realizar as mais diversas tarefas. Entre algumas das tarefas realizadas estão entregar rações para animais e até um almoço com um mendigo. E isso tem a deixado feliz, admite a jovem.
Ela até teve que ir a um aniversário de uma criança, onde o pai, um completo estranho apenas queria alguém que tirasse as fotos e compartilhasse os momentos com ele.
Ela ainda afirma que não faz nenhum tipo de tarefa ilegal, imoral ou violenta mas que isso não impede pessoas de mandarem mensagens ofensivas.
Segundo a chinesinha, porém, é incrível como coisas simples podem transformar você em outra pessoa.
Mais informações: CNN (em inglês)
Um software chamado Notebook Guardian foi lançado pela empresa NotePolice, com o intuito de rastrear o seu Notebook em caso de roubo. O software é instalado no equipamento e permite que ele seja rastreado pela Internet caso o ladrão resolva acessar a rede com o equipamento roubado.
O usuário que adquirir o software pagará uma anuidade de R$90,00 e a empresa garante a devolução do equipamento em até 60 dias, caso contrário devolve o valor pago ao cliente. O rastreamento é feito exclusivamente em território nacional.
Segundo o site da empresa, o software trabalha da seguinte maneira (grifos em vermelho do BQEG):
Características Técnicas
O software atua de forma totalmente discreta e impersceptível, até mesmo para o mais experiente profissional de informática.
Após a instalacão do software e a configuração do equipamento, torna-se impossível_a_formatacão, sem que seja digitada sua senha de segurança.
Ok, eu parei de ler quando vi impersceptível escrito. E tenho muito medo do mais experiente profissional de informática que não irá perceber o funcionamento do sistema de forma “totalmente discreta”.
E eu gostaria muito de uma explicação formal da empresa com relação a “torna-se impossível a formatação” sem que seja digitada a senha de segurança.
Imaginei até um diálogo entre dois softwares com relação a isso:
HBCD: Oi, Notebook Guardian, eu sou o Hirens Boot CD, muito prazer!
NG: Hirens who? É da novela Caminho das Índias?
Observem o dialeto utilizado para explicar o procedimento em caso de perda ou roubo:
Como agir em caso de Perda ou Roubo
Primeiramente, procurar a delegacia de polícia mais próxima, e, formalizar um boletim de ocorrência, é importante que neste documento conste, que o equipamento possui um mecanismo de localização.
Após este procedimento, entrar em contato com nossa central de emergência, informando o ocorrido, o mais rápido possível, e um de nossos operadores, iniciará o processo de localização do equipamento.
Bem, nem preciso dizer que não pagaria 90 dinheiros por essa baboseira, e fico imaginando como o criador desse Çoftware vai ganhar dinheiro com isso, levando-se em conta que existem N possibilidades para burlar o funcionamento desse “sistema de segurança”.
Internet 3G? Oi?
Via: SystemIce através do Terra
Uma adolescente británica de 16 anos, foi demitida do seu emprego após três semanas no escritório da Ivell Marketing & Logistics, em Clacton (Essex) por publicar uma informação em seu Facebook, dizendo que o seu trabalho era “chato”.

Kimberly Swann, de 16 anos, demitida por chamar seu trabalho de "chato" no Facebook
Após lerem o comentário, seus chefes lhe entregaram uma carta de demissão informando a jovem que ela estava demitida.
“Por conta dos comentários feitos no Facebook sobre seu trabalho e a companhia, e considerando que você não está feliz e não gosta do que faz, achamos que seria melhor acabar imediatamente com sua contratação na Ivell Marketing & Logistics”
O comentário da jovem foi de que ela de fato havia dito que o seu trabalho era chato, mas que não havia citado o nome da empresa, e classificou a atitude da empresa como “pequena”.
“Eu trabalhava num escritório administrativo. Claro que seria chato a princípio, mas eu sabia que se tornaria mais interessante com o tempo. Eu era feliz lá, apesar de eles dizerem que não.”
Janette Swann, mãe da garota, concorda com a filha e acha que foi uma decisão repugnante. Claro que o dono da empresa não concordou, e classificou a atitude como a mesma coisa que escrever uma informação como essa no quadro de avisos da empresa.
Ele esqueceu de ressaltar que o Facebook de uma jovem de 16 anos tem muito mais visibilidade do que o quadro de avisos da pequena empresa.
O que Kimberly esqueceu, foi de manter sigilo a respeito da sua vida no trabalho. A partir do momento que ela criou um perfil no Facebook e divulga informações pessoais, essas informações deixam de ser privadas e passam a se tornar públicas. A empresa não bisbilhotou o perfil no Facebook, alguns funcionários foram olhar a informação a pedido da própria Kimberly.
Isso coloca mais lenha na fogueira de uma discussão que já ocorre faz tempo. Até que ponto a empresa pode monitorar o que o funcionário faz ou deixa de fazer fora da empresa? É correto utilizar informações que estão no Orkut ou no Facebook para tomar decisões a respeito de algum funcionário?
Eu acredito que a empresa agiu corretamente. Como a própria Kimberly disse, é redundante fazer um trabalho de auxiliar de escritório e classificá-lo como “chato”, mas é muito fácil para as pessoas descobrirem onde ela trabalha mesmo que ela tenha omitido essa informação.
Já há diversos casos e jurisprudências no Brasil citando demissões por justa causa por desrespeito a política interna da empresa ou por informações encontradas no orkut dos funcionários.
Mas a pergunta que fica é: alguém acha que a pobrezinha irá ficar desempregada por muito tempo?
Aposto que o tem gente que contrataria ela pra ser estagiária.
Fonte: G1
Eu sei, a piada foi infame, mas é o que devem estar gritando os acionistas da Apple diariamente. Porém, nem tudo são más noticias. O executivo da empresa, Arthur Levinson, disse que nada mudou nos planos de retorno de Steve Jobs ao comando da empresa no meio do ano.
Porém, essa informação não foi suficiente para deixar os investidores satisfeitos. Durante o encontro anual com os investidores no último dia 25, alguns questionamentos a respeito das condições de saúde de Jobs foram feitas, e a preocupação dos investidores é ter informações mais concretas sobre qual é o verdadeiro quadro da saúde do fundador da Apple.
Brandon Rees, representante da central sindical AFL-CIO, disse que não havia saído satisfeito da reunião. “Fiquei decepcionado pelo fato de o conselho não se provar mais informativo. A questão é importante para os acionistas, pois envolve quem vai liderar a empresa.”
Tanto mistério em relação ao real estado de saúde de Steve Jobs cria um ambiente de incertezas dentro da empresa, e deixa os fãs do visionário executivo carentes de informações a respeito.
Pelo visto, só resta torcer pela melhora de Jobs e aguardar pelo seu retorno em meados de Junho.
Fonte: G1
Depois de dar boas risadas com o excelente texto “Manual: namorando um nerd” de Anne Becker, que é tão bonita quanto nerd, percebi que o texto além de proporcionar risadas levantou uma questão pertinente: será que é complicado pegar um nerd?
A principio diria que não, afinal os nerds querem ser pegos – por meninas inteligentes, charmosas e nerds, claro. Se já partimos da premissa que o nerd que ser pego isso devia facilitar as coisas, não é mesmo? Hum, é, pequenos gafanhotos, sinto dizer que a Anne tem sim um pouco de razão. Não somos exatamente pessoas muito fáceis de se agradar.
Claro que ela utilizou no seu texto o nerd clássico, rotulado pelo cinema, aquele capaz de programar um site com uma só mão, mas incapaz de abrir um sutiã utilizando apenas ela. Eu prefiro generalizar mais um pouco afinal, como já defendi antes, tem muito nerd pegador solto pela rua. Entretanto não custa nada facilitar o árduo trabalho daquelas meninas que curtem nerds, não é mesmo? Como diria Jack, o estripador, vamos por partes.
Chegando junto de um nerd.
O nerd, como qualquer outro tipo de animal, sente-se mais a vontade em seu habitat, ou seja, na frente do computador. Ali ele manda, é seu território, ele domina e, obviamente, se sente mais seguro e capaz de todo tipo de proeza (como baixar um filme que não chegou ao cinema, fazer uma coletânea fantástica com músicas que quase ninguém conhece ou até mesmo conquistar a menina mais bonita da turma). Por mais que não se sinta seguro quanto a sua aparência, o nerd certamente se sente confiante quanto a sua lábia. Ele sabe que a teoria do filme “O Chamado” no MSN é real. Seu alvo entrou no MSN, sete dias e créu! E alguns ainda dizem que sete dias é para os fracos!
Contudo isso não funciona só com MSN. Isso pode rolar no twitter, Google talk e até no Orkut – onde poucos nerds ainda frequentam de verdade mas ainda pode se achar alguma coisa entre o mar de recém incluídos digitalmente.
Partindo deste principio o primeiro passo é realmente adicionar o seu alvo no MSN ou afins. A desculpa para tanto vai variar de acordo com o perfil geek de seu alvo. Se ele é um gamer diga que o adicionou porque ele sabe TUDO – é importante utilizar este elogio – sobre games e vai lhe ajudar a escolher o melhor console, ou dar a dica de que placa de vídeo você deve comprar. Se ele é tarado em séries pergunte quais das séries novas ele recomenda já que ele sabe TUDO de séries. Cinema? Pergunte o que ele acha da nova trilogia de Star Wars – mas não diga que gosta ou não até ele se manifestar a respeito (apesar de que se ele gostou as chances de ele ser um nerd wannabe são grandes).
Quebrou o gelo? Pronto. Mostre-se uma garota antenada, que curte tecnologia e que divide alguns dos gostos com ele. Não concorde com tudo que ele diz, discorde quando achar necessário – afinal nerds gostam de desafios e um debate inteligente é sempre bem vindo – mas calma para não ofender seus Deuses (é proibido falar mal da primeira trilogia de Star Wars, de Neil Gaiman, de Alan Moore, de Star Trek, de Big Bang Theory, de Steve Jobs e da Microsoft – só quem pode falar mal da Microsoft é ele!) porque aí o pau vai cantar.
Você pode tentar outras opções para chamar a atenção dele. Coisas como ir vestida a caráter (como a personagem preferida dele) em uma reunião de D&D, matá-lo várias vezes seguidas na faca em um servidor de COD (nerds gostam de desafios, lembra?) ou deixar um comentário super profundo e cabeça sobre aquele anime que só ele viu e postou no blog. Existem várias formas, claro, mas acreditem, todas elas são mais trabalhosas que o contato online e muitas vezes mais arriscadas e menos eficientes.
Depois que o papo surgir convidar para o cinema é uma boa pedida sempre. Evite opções que envolvem lugares cheios de nerds. Existirá um risco tremendo de você ter que dividir a atenção dele com os amigos e, se tiver saído o novo Street Figther, por exemplo, ficar sozinha com cara de besta enquanto eles conversam animados.
Chegando ao cinema.
Aqui eu já discordo de Anne. Por mais nerd que o cara seja se ele preferir ver o filme a ficar de pegação com você o cara é caso perdido. Primeiro porque se não é estréia ele já terá visto o filme. Depois ele sempre poderá voltar e ver o filme com os amigos – coisa que ele certamente irá fazer mesmo tendo visto o filme com você. Terceiro ele vai comprar o DVD (ou baixar), pode apostar.
Agora você pode ajudar tomando a iniciativa após as luzes se apagarem. Antes disso não tente nada. Ele vai estar falando sem parar sobre o filme, sobre a mitologia do personagem, sobre o conceito, sobre outros filmes, sobre Big Bang Theory. Ele estará nervoso – afinal está longe de seu computador – e nerd nervosos falam. Muito. Contudo a ética do cinema o fará calar a boca tão logo as luzes se apaguem. Haja normalmente. Pode partir pro beijo sem medo de ser feliz.
Enfim, a diferença entre pegar um Nerd e pegar um outro carinha é que o nerd vai exigir de você mais que um belo decote e uma bundinha durinha (que ajudam, claro). Ele vai exigir inteligência, afinal não é só você que acha inteligência algo sexy.
Contudo, minha jovem padawan, você passou apenas no primeiro desafio. Você pode até ter conseguido seu sabre de luz (Sacou? Sacou? Sabre?) mas falta muito para se tornar uma Cavaleira Jedi. Conviver com um nerd exige alguns sacrifícios sobre os quais falarei outro dia.
PS.: Problemas com relacionamentos Nerds? Pai Eden de Ubuntu ajuda! Mande seu e-mail para [email protected] contanto seu problema e lhe ajudaremos a recuperar seu amado em até sete dias sem precisar nem de MSN.
Para os secões de plantão, um alerta. Cientistas identificaram uma desordem na pele chamada de “Playstation Palmar Hidradenitis” ou algo como Hidradenite Palmar de Playstation numa tradução bem tosca.
Segundo os cientistas, essa doença se manifesta através de dolorosas bolhas na palma da mão, parecidas com bolhas encontradas nos pés de crianças após praticarem atividade física intensa.
“A pressão e contínuo atrito da mão nos grips associados ao aperto repetido dos botões produz pequenos porém contínuos traumas na superfície da palma das mãos,” disseram Vincent Piguet e colegas da University Hospitals and Medical School de Geneva no British Journal of Dermatology.
Um porta-voz da Sony, que fabrica o console, observou que o estudo envolveu uma pessoa e disse que a emrpesa vendeu centenas de milhões de videogames desde que o produto foi introduzido em 1995.

“Como qualquer passatempo, há consequencias possíveis por não seguir o senso comum, conselhos para a saúde e dicas de uso, que podem ser encontrados em nossos manuais,” disse o porta-voz da Sony David Wilson.
“Nós não iremos desconsiderar a pesquisa e estudaremos os resultados com interesse, mas essa é a primeira vez que nós escutamos uma caso dessa natureza.”
Os cientistas dizem ainda que o excesso de jogo já é visto como um problema de saúde pública, trazendo comportamentos viciosos que podem levar a uma gama de problemas psicológicos, disseram os pesquisadores.
O que eles esqueceram de dizer, é que para se chegar a uma desordem como essa, o volume de horas jogadas sem intervalo deve ser simplesmente absurdo.
Bons tempos eram os do Atari, em que mostrávamos orgulhosos as bolhas de sangue na palma da mão de tanto jogar Decathlon. Hoje em dia, basta aparecer uma bolhazinha e já tem cientista envolvido em pesquisa afirmando que excesso de videogame causa bolha na mão.
Eu conheço diversas outras atividades que causam bolha na mão, e ninguém faz pesquisa científica pra atestar isso. É só pegar um esporte qualquer e analisar as lesões associadas. Aí alguns vão dizer que videogame não é esporte. Isso é relativo, mas partindo dessa premissa, podemos concluir que só 37 horas por dia jogando Playstation vão causar “dolorosas bolhas nas mãos”.
Uma solução para o problema é jogar sem apertar os botões nem usar os controles analógicos. Mas aí você nunca mais vai conseguir ganhar uma partida.
Via: Twitter do Silvio Meira
O Datacenter da Telefônica, operadora que atua no estado de São Paulo provendo o serviço de banda larga Speedy, teve um princípio de incêndio nessa quarta-feira de cinzas, por mais irônico que possa parecer.
O prédio do Data Center da Telefônica em Alphaville, no município de Barueri (SP), sofreu um princípio de incêndio por volta das 15h desta quarta-feira (25). O Corpo de Bombeiros, que foi acionado às 15h10, conseguiu controlar o fogo em 30 minutos e realiza inspeção no local. Segundo os bombeiros, no início do fogo havia muita fumaça e o prédio, que tinha funcionamento normal nesta Quarta-feira de Cinzas, foi evacuado sem deixar feridos.
Segundo a empresa, os assinantes residenciais não foram afetados. Porém, segundo informações do portal UOL centenas de ligações de usuários chegaram até o Caos-Center Call-Center relatando dificuldades no acesso aos serviços do Speedy.
Aaaaaah, quer dizer que foi por conta do fogo que o serviço ficou ruim, não é? Queridos usuários, a dificuldade de acesso ao Speedy é uma coisa normal, não abram chamados por conta disso. Quem usa os serviços da Telefônica sabe que está sujeito a quedas, instabilidade, péssimo atendimento, técnicos relapsos, etc.
Solução? Procon neles.
Fonte: Uol Tecnologia
A Microsoft, em parceria com a Harvard Business Review está disponibilizando gratuitamente um evento para ajudar administradores diversos em tempos de crise. Trata-se do IdeaCast.
Administradores precisam considerar métodos revisados de negociar durante cenários econômicos desafiadores. Para garantir que cada negociação entregue o valor agregado prometido, nós devemos 1) pesquisar largamente para garantir que todos os elementos chave estejam envolvidos; 2) fazer do gerenciamento de risco uma rotina; 3) não exigir excesso de comprometimento das nossas contrapartes na negociação.
Registre-se para esse IdeaCast da Harvard Business, e você também receberá dois artigos da Harvard Business Review repletos de informações valiosas sobre trabalhar com sucesso numa economia de incertezas: Cinco erros para evitar em tempos de economia volátil, e como pensar em preços em época de recessão.
Uma boa iniciativa para quem deseja buscar orientação, informação e idéias para novos negócios e formas de remodelar as estratégias para sua empresa.
As aplicações portable, ou portáteis, são programas que podem ser executados em qualquer lugar, sem a necessidade de instalação. Imagine que você pode andar com o seu pendrive repleto de softwares que não necessitam de setup para serem rodados e você poderá utilizá-los em qualquer PC.
Dessa vez, quem ganhou uma versão portátil foi o Openoffice, suíte de aplicativos para escritório e uso doméstico que concorre como versão gratuita em alternativa ao Microsoft Office.
O link para download é esse aqui. Mais abaixo, seguem os detalhes do download para maiores informações.
* Desenvolvedor: PortableApps.com (John T. Haller) e a equipe do OpenOffice.org
* Atualizado em: 18-02-2009
* Requisitos do Sistema: Windows 2000/XP/Vista, Wine com Linux/UNIX
Windows 98/Me: OpenOffice.org Portable 2.4.1
* Licença: Livre/ Código Aberto (Executável: GPL, OpenOffice.org LGPL)
* Código Fonte: código do executável (incluído), código do OpenOffice.org
* MD5 Hash (para os geeks): 2c1efb6b840be8f28947736433ec2d6b
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