Transportar um jogo de videogame para um celular nunca é uma tarefa fácil. Poucas desenvolvedoras de jogos conseguiram êxito neste trabalho. Quando foi anunciado que Metal Gear Solid seria transportado para celulares fiquei preocupado. Um port de um jogo já existente nos consoles caseiros não poderia fazer um bom uso dos recursos de hardware de um celular, mas minhas preocupações foram esquecidas ao saber que não seria simplesmente um remake de um antigo jogo, e sim uma nova aventura desenvolvida do zero, visando o uso em aparelhos de telefone celular. O produto final consegue fazer justiça a venerável franquia.
Estando cronologicamente situada entre Metal Gear Solid [PSX] e Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty [PS2], o jogador se depara com Snake invadindo um novo complexo na esperança de por um fim no Mercado Negro de Metal Gears liderado por Revolver Ocelot. Esta é uma experiência real de MGS, mesmo com sua história não sendo tão detalhada como nas versões de console é cheia de intrigas, drama e ação. Mas o que realmente conta é a experiência que os jogos de Metal Gear proporcionam: se infiltrar sem levantar suspeitas, tiroteios e vilões desafiadores.
Metal Gear Solid Mobile é feito para impressionar, pois é todo renderizado em 3D ficando um jogo muito bem feito para os padrões de jogos de celular. É apresentado com o mesma visão de câmera já conhecida nos outros Metal Gear. É possível, inclusive, olhar pelos cantos das paredes para verificar se o caminho está limpo, exatamente como os jogos dos consoles. Apesar de a imagem ficar meio trepidante durante a rotação da câmera, não existem grandes problemas com relação a lentidão. Fora isto o jogo rodou muito bem no aparelho que testamos, um LG VX9400.
Nota do tradutor: Joguei no N95 e não notei os problemas de lentidão na rotação da imagem relatados pelo autor do Review.
A pedido da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) foi realizada uma pesquisa denominada “O consumo de produtos piratas no Brasil”. Esta pesquisa teve por objetivo mapear o comércio de pirataria em nosso País.
Como era de se esperar os ítens piratas mais consumidos são realmente os CDs e DVDs que custam diversas vezes menos que os produtos originais comprados em lojas especializadas.
Apesar da compra desenfreada de DVDs e CDs piratas o mercado brasileiro não adquire estas mercadorias de forma indiscriminada. Os brasileiros rejeitam certos tipos de produtos piratas. Equipamentos Eletrônicos, Perfumes e Programas de Computador encabeçam a lista de produtos que os consumidores brasileiros fazem questão de comprar original.
O levantamento identificou também que a baixa qualidade dos produtos piratas e a falta de garantia são razoes que levam os consumidores a desistirem da compra. Apenas 8% dos compradores indicaram o prejuízo das lojas como motivo para não adquirir produtos piratas.
Leia aqui a matéria completa e tenha acesso a alguns números da pesquisa.
o BQEG é contra a pirataria e incentiva todos seus leitores a sempre comprarem produtos originais.
A essa altura estamos surpresos que alguém não possa simplesmente dar um olhar penetrante para um Wii e consiga fazê-lo rodar somente por sugestionamento – mas parece que tudo mais no tocante a hackear*, modificar* e humilhar* o pequeno console da Nintendo seja possível. Apresentado pelo WiiKey* Team, o DriveKey é um método wire-free (não precisa de fios), solder-free (não precisa de solda) e brain-free (não precisa de cérebro) de hackear qualquer Wii vendido atualmente, especialmente aqueles novos pestinhas com epoxy nos conectores do drive ou os que são equipados com o temido D3 Drive.
O DriveKey age simplesmente como uma ponte entre o conector do drive de DVD e a placa-mãe do Wii, manipulando certas funções para dar mais “liberdade” a sua experiência com o Wii. Infelizmente o DriveKey limita a velocidade de leitura do drive do Wii a 2x, o que deixa certos jogos praticamente impossíveis de jogar e também não pode ser atualizado por um upgrade na flash como o WiiKey original (soldado na placa do drive de DVD do Wii) para melhorar a performance, adicionar alguma funcionalidade ou detonar algum update da Nintendo que venha a comprometer seu funcionamento – apesar de no último caso não terem sido encontrados problemas até então em hacks similares. O chip custa em média US$70 no USA. Seguem alguns videos da instalação:
Um dos nossos leitores, chamado Levy Silvério deixou um depoimento a respeito da AmazonPC, sobre um desktop que ele comprou há mais de seis meses. Desde o dia da compra, Levy tem passado por um verdadeiro calvário. Uma prova de fogo para sua paciência. Nem a Saraiva nem a AmazonPC se mexem para resolver o problema, e nosso leitor encontra-se com o computador sem funcionar até agora. Daqui a uns meses vence a garantia e é provável que após isso as duas empresas, a que vendeu e a fabricante se isentem totalmente de qualquer troca.
Por conta do caso do Levy, estamos criando uma seção chamada “Manda Bronca”, para nossos leitores usarem nosso espaço com o objetivo de serem ouvidos. No Brasil, o suporte pós-venda dos fabricantes é horrível e o cliente é sempre mal tratado. Se depender de nós, do BQEG, isso não irá mais acontecer. Sabemos que é muito pouco para mudar a triste realidade do nosso país, mas faremos a nossa parte utilizando o site como canal de comunicação entre os nossos leitores e os fabricantes.
Segue abaixo o depoimento do Levy na íntegra. Caso você queira meter bronca em alguma empresa, basta utilizar o nosso formulário de contato.
“Meus Caros, adquiri em julho de 2008 um desktop da Amazon PC (AMZ Core 2 Duo E4500 2.2GHz, memória 4GB, HD 500GB, DVD-RW, Placa Mãe 945GC – F7 M2, Fax PCI, Caixa de som c/ leitor de cartão AMPC, gabinete Ecimex, Bivolt, VHP64, + LCD 19″ Lg W1752t) através de uma promoção no site da Saraiva.
De lá pra cá só tenho problemas. As tais caixas de som são uns micro alto-falantes péssimos embutidos da CPU junto com a leitora de cartão; na primeira atualização do Windows Vista Premium (do pacote), já parou de funcionar. Mas os problemas estavam só por começar: Reinicializações constantes, disponibilidade de menos da metade da memória RAM, ainda que apenas ligado com os softwares residentes; bugs em vários programas etc.
Daí pensei: problema do sistema operacional? Reparei através do disco original, reinstalei, reparei, reparei, reparei várias vezes, reinstalei de novo e de novo. Cada vez que isso acontecia, imaginava que estaria resolvido. Nada, até que ficou insustentável com telas indicando “erro inesperado de E/S” e outras telas de mensagem de erros. Levei pra Assistência Técnica, disseram que era as Memórias RAM e demorou quase 30 dias pra Amazon PC mandar as peças.
Resgatei, comecei instalar meus softwares e… todo o problema de novo. Fiquei quase duas semanas fazendo backup do HD via rede, já que todos os periféricos e drives pararam de funcionar, inclusive o DVD-RW e as reinicializações eram constantes. Levei pra Assistência Técnica de novo e comuniquei a Amazon PC na pessoa da Sra. Carolina Barbosa – Suporte de atendimento ao cliente que me encaminhgou ao Sr. Antonio Fernandes Jr – Supervisor Sup. Atendimento ao Cliente, que responde às indagações de forma evasiva.
A Assistência, dessa vez, disse que tem que trocar o HD e a Fonte! Novamente a peregrinação junto à Amazon PC. Porém, estou lutando para que me restituam com uma máquina igual ou melhor integralmente, pois essa que não funciona eu não quero mais. O Sr. Antonio Fernades Junior da Amazon fica requerendo o número de protocolo permanentemente, mesmo depois de 3 e-mails e um telefonema com o qual falei pessoalmente, explicando detalhadamente e relatando os números de protocolo.
Enfim, não acabou, não fui atendido, as peças não foram enviadas para a Assistência Técnica, ninguém responde nada e nem satisfação alguma. É lamentável.
Não recomendo a Amazon PC pra nada.”
Vamos aguardar que alguma alma caridosa que trabalhe na AmazonPC leia esse depoimento e entre em contato conosco ou com o Sr. Levy para que esse problema seja resolvido o mais rápido possível.
A Just Cooler inova mais uma vez lançando suportes que além de resfriar seu notebook e deixá-lo em uma posição confortável para uso ainda trazem alto-falantes e hub USB.
Para quem usa o notebook em cima da mesa o modelo a ser usado é o NB-9000. Ele trás dois coolers que giram a 15000RPM para resfriar o seu notebook, além de um par de alto-falantes de 2W cada e botões onde você pode colocar o suporte no modo “apenas resfriamento”, “apenas áudio” ou “resfriamento + áudio” e regular o volume.
Para quem usa o notebook confortavelmente deitado em sua cama o modelo a ser usado é o NB-8000. Este modelo trás novamente dois coolers que giram a 15000RPM para resfriar o seu notebook, além de um par de alto-falantes de 5W cada e um subwoofer de 10w. A mesa acompanha botões onde você pode colocar o suporte no modo “apenas resfriamento”, “apenas áudio” ou “resfriamento + áudio” e regular o volume. O suporte tem pernas dobráveis para facilitar transporte e deixar o notebook em um ângulo de 15º que é a posição ideal para digitação na cama. A NB-8000 pode ser alimentada por uma porta USB do notebook ou por quatro pilhas tamanho D.
Ótima sacada da Just Cooler, suportes bastante úteis e totalmente silenciosos apesar da velocidade de 15000RPM dos coolers. Ainda não foi divulgado o preço deles mas certamente é algo que vale muito à pena.
A BRQ é uma das maiores empresas de TI do Brasil. Com 15 anos de mercado, vem crescendo a uma taxa média de 40% ao ano, projeta faturamento de 1 bilhão de reais em 2012.
Um dos expoentes da nova geração de empreendedores do mercado de TI brasileiro, Benjamin Quadros, presidente e fundador da BRQ cede entrevista ao Olhar Digital e fala sobre o mercado de TI nacional e internacional.
Sou um entusiasta da Indústria Nacional. Grande parte do desenvolvimento do mercado interno, depende exclusivamente do interesse dos brasileiros em consumir produtos feitos por outros brasileiros. A grande questão é: como consumir algo tecnologicamente inferior aos importados e com preço ainda maior dada a carga tributária e ao modo de produção pouco otimizado?
Pensando nisso, grande parte das empresas nacionais investiram em tecnologia para produzir produtos mais modenos e com preço mais acessível. O preço do hardware caiu drasticamente de um ano para cá e o computador cumpriu o seu papel tornando-se um eletrodoméstico como outro qualquer.
Dentro desse processo, surgiram diversas empresas fabricantes de Notebooks trazendo equipamentos com boa velocidade e preço muitas vezes competitivo com relação a máquinas de marcas conhecidas internacionalmente.
Entre alguns fabricantes podemos citar a AmazonPc, a CCE e a Evolute, mais recente que as outras duas já tarimbadas no mercado. Após passar um ano e meio com um AmazonPC HEL81, resolvi que era a hora de trocar de notebook e que novamente eu ia dar uma chance para uma marca nacional.
A primeira opção era trocar por outro AmazonPC, que já tinha me proporcionado uma boa experiência e nenhum problema durante quase dois anos de uso. Porém, na época da troca surgiu a opção na Saraiva de um notebook da Evolute PC. O modelo escolhido foi um SFX-35, com a seguinte configuração:
- Processador Pentium Dual Core T2370 @ 1.73ghz;
- Memória Ram de 1GB DDR-2 667mhz;
- Disco Rígido de 160GB Sata;
- Webcam de 1.3Mp;
- Leitor de cartões de memória;
- 4 portas USB;
- Gravador de DVD;
A partir de agora a Apple já pode cobrar das empresas que usam tecnologia multitoque. Utilizada em produtos como o iPhone, iPod Touch e MacBooks esta tecnologia faz que o contato de um ou mais dedos na tela sensível ao toque seja identificado como comandos a serem processados pelos equipamentos da empresa.
Agora qualquer empresa que queira fazer uso da tecnologia multitoque em seus dispositivos vai ter que licenciar seu uso direto com a Apple. A patente foi registrada sob o número 7.479.949 no escritório de patentes dos Estados Unidos.
Esta patente protege as tecnologias em uso nos dispositivos da Apple mas também é um modo da empresa se defender de possíveis cópias e adaptações que venham a ser feitas por outros fabricantes.
Tim Cook, CEO interino da Apple, fez algumas afirmações semana passada que pareciam direcionadas à Palm. “Nós gostamos de competição, desde que ninguém roube propriedade intelectual nossa. Caso isso aconteça, nós vamos atrás dos responsáveis”, afirmou o executivo. O Palm Pre, anunciado no começo de 2009 pela Palm, usa uma tela multitoque.
Para quem não conhece o Palm Pre, modelo a ser lançado em breve no mercado de telefones que faz uso da tecnologia, pode ler mais aqui e ver um vídeo mostrando o protótipo em funcionamento.
Você está no escritório, chega a hora do almoço e você não tem um microondas para aquecer a sua marmita, o que fazer? atacar de bóia-fria?
Como diria o Seu Creysson, Seus problemas acabaram-se! com a “Marmiquente USB” você vai ter sempre sua comida quentinha no escritório. Esta pequena bolsa possui finas resistências que ao serem ligadas à porta USB do seu computador conseguem manter sua comida aquecida enquanto você trabalha.
Se você morar no Japão consegue uma dessas por apenas $22.